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Sahara/007- Morre Noutro Dia


Não fosse o sidekick Steve Zahn, e "Sahara" seria uma fita bem (mais) fraca.

Não se conseguindo insurgir no género cómico nem muito menos no aventureiro, "Sahara" é aquele filme que entretém mas nem de perto deslumbra.

Um grão de areia no deserto...






Não deixa de ser curioso como "Casino Royale" prima pelo realismo e qualidade, enquanto que "007-Morre Noutro Dia" carece de forma tão extrema de ambos.

Efeitos especiais rascas, irrealismo ao máximo, argumento repleto de incoerências e clichés, e vilões estereotipados


Pierce Brosnan espalha estilo e a confirmação de que está demasiado envelhecido para o papel.

Mas, "007- Morre Noutro Dia" é um incrível guilty pleasure, repleto de one-liners fantásticas e momentos cinematograficamente deliciosos. Mesmo os mal conseguidos.

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Terapia de Choque/Bad Boys 2


Resta saber como se deixou Jack Nicholson arrastar para um projecto destes...porque, de resto, "Terapia de Choque" é uma comédia até bastante agradável, apesar do selo de banalidade carregado por Sandler.

Mérito de Nicholson e de um elenco de secundários bastante sólido.




Hilariante, de ir ás lágrimas por vezes. Esquecendo as enervantes, longas e cansativas sequências de acção bigger than life que Bay teima em impôr, "Bad Boys 2" é um two-man s
how de Martin Lawrence e sobretudo de Will Smith.

Com uma química inegável, acompanhada por doses semelhantes de carisma e talento, os dois actores protagonizam várias cenas de um humor nada subtil, nada discreto, mas muitíssimo eficaz.


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Harry Potter e o Cálice de Fogo/Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte Um


Aclamado por muitos como o melhor filme da saga,"Harry Potter e o Cálice de Fogo" é um modesto desastre a nível de argumento,e uma curva descendente na saga do feiticeiro.

Chegando a atingir o ridículo em variados momentos (o início precipitado), o desequilibrado argumento não consegue ser compensado pelo elenco: Gary Oldman é afastado, Ralph Fiennes mal se vê e os restantes elementos são bastante secundarizados, sendo o caso de Alan Rickman o ma
is gritante.

Salva-se a realização de Mike Newell, a conseguir, vá-se lá saber como, tornar
bastante agradáveis e até épicas, cenas estruturalmente absurdas e, evidentemente, a marcante prestação de um sempre muito competente Brendan Gleeson, compondo um dos mais memoráveis personagens de toda a saga, e que tantas saudades deixa nos capítulos seguintes.



Eis, aqui sim, a verdadeira definição de filme-ponte. "Os Talismãs da Morte: Parte Um" é um empecilho de duas horas e meia, que arrasta aquilo que podia ter sido apresentado talvez numa única hora.

Uma belíssima, e simultâneamente miserável, manobra de marketing, da qual apenas se recorda o segmento animado d'Os Três Irmãos.

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Assalto ao Metro 1 2 3


Enervante, revoltante, gritante. Estes e muitos mais adjectivos do mesmo género podiam ser utilizados para classificar a falta de talento demonstrada nesta miserável fita, por parte de Tony Scott, que tão descaradamente desperdiçou o grande talento de John Travolta, conduzindo-o a uma espiral descendente de overacting que não demora muito a ultrapassar a barreira do ridículo.

O trabalho de câmara fraquíssimo, quase amador, inconsequente e totalmente idiótico de Scott é complementado pela já referida frágil direcção de actores (excepção feita ao underacting de Denzel Washington).

Como cereja no topo do bolo, "Assalto ao Metro 1 2 3" é ainda dono de um argumento muito pobre, repleto das mais variadas incoerências e falhas, bem como uma série de clichés do género, o que, obviamente, origina um punhado de cenas que pouco devem à lógica (algumas mesmo ridículas, como a do leite).


Paira o sentimento de desilusão pelo filme, de raiva por Scott e de pena por Travolta.


"-A catholic, a good catholic would know that he is got a train loaded with innoccent people. I mean, you don't want to kill innocent people, do you?
-A good catholic knows that nobody is innocent!"

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Inimigos Públicos/Nova Iorque 1997

Uma enorme desilusão.

Apesar de uma realização, pelo menos a nível visual, cuidada de Michael Mann, e da excelente interpretação de Johnny Depp (o seu John Dillinger é qualquer coisa de fantástico), "Inimigos Públicos" é uma inevitável desilusão.

O argumento é pouco dinâmico, pouco vivo, pouco...interessante.
"Inimigos Públicos" é um filme extremamente aborrecido durante grande parte da sua duração, Christian Bale tem uma das piores interpretações da sua carreira e as cenas de Marion Cotillard contam-se pelos dedos das mãos, naquele que é um desperdício imperdoável do talento da francesa.

Um final mais do que digno, cenas de acção de alto gabarito, mas no seu cômputo geral, um filme que fica a anos-luz da melhor obra do seu (grande) realizador.




Não posso dizer que tenha corrido bem esta primeira incursão pela filmografia de John Carpenter. Não. Não, de todo.
"Nova Iorque 1997" é mau, demasiado mau para ser verdade. Talvez o segredo esteja no fenómeno que o filme foi e que, obviamente, 30 anos depois, não me atingiu. Talvez se trate de um filme com grande valor histórico. Para mim foi, como é já evidente, constituiu também uma desilusão de proporções épicas.

Com uma premissa e um personagem principal absolutamente deliciosos, riquíssimos a nível argumentativo e visual, creio que o que Carpenter (ou seja lá quem for) fez aqui, foi um desperdício abismal destes dois factores.

A premissa, rapidamente se esfuma numa odisseia que, apesar de visua
lmente atractiva o quanto baste (pela sua surrealidade, entenda-se...), é escassa em momentos de acção, com o filme a assumir um ritmo sofrível e a tornar-se profundamente aborrecido.

O protagonista, "Snake" Plissken, é também ele um desperdício personificado por Kurt Russell. Tanto prometia, tanto carisma tinha para mostrar...mas o seu real protagonismo acaba por ser bastante, bastante inferior ao esperado e sobretudo ao desejado.
Pouco falador, bastante ausente e com pouca presença em cena. Inexplicável.

Fica uma banda-sonora...diferente, e um final (os últimos segundos mesmo, não a recta final do filme, bastante penosa...) intrigante a suscitar bastante curiosidade em relação à sequela.



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Machete


Robert Rodriguez há já muito tempo que deixou de ser sinónimo de originalidade e frescura, em Hollywood. Quanto a mim, nos dias que correm, não passa de um mero esbanjador que se tem tentado manter na tona à custa do seu amigo, o genial Quentin Tarantino.
Rodriguez, esse, limitou-se a ter uma ou duas boas ideias nos últimos quinze anos e a explorá-as até à exaustão.

A mais recente data de 2007 e consiste numa homenagem/recuperação dos velhos clássicos de série B (ou será Z?) e que viu a luz do dia sob a forma de "Planeta Terror", um filme que me escapou.
Mas, a acompanhar o díptico de "Planeta Terror", "À Prova de Morte" de Tarantino, vinha uma pequena pérola: um trailer falso, de nome "Machete". O pobre Rodriguez, aproveitando mais uma das suas ideias, decide então alterar a ordem natural e tornar este trailer... num filme, com tudo o que isso acarreta.

O problema começa já aqui. "Machete" funcionava na perfeição como trailer. Simples e directo, básico e delicioso. Como filme, já não podemos dizer o mesmo, isto porque Rodriguez sentiu a necessidade de construir um prédio no terreno que já tinha comprado. Mas, mais uma vez, não o soube fazer e a construção excedeu os limites.

Enquanto que "Machete", o trailer era sinónimo de pouco, "Machete", o filme, é sinónimo de muito. Muita história, muita intriga política. Queríamos ver Machete a cortar cabeças, não precisávamos de explicações para tal, intrigas políticas desinteressantes e ridículas e mensagens de solidariedade relacionadas os emigrantes ilegais.

Robert Rodriguez não teve mão nem para controlar a sua própria criação. Derivado de um argumento demasiado maçudo e escusado, "Machete" não se contenta em ter apenas uma história e um protagonista.
Sobrepõem-se diversas histórias, diversos personagens e assiste-se a um surreal e pezaroso desperdício de elenco, fruto de uma ambição desmedida e infantil de Rodriguez.

Não bastou a modesta reunião de amigos (Danny Trejo, Cheech Marin e até Daryl Sabara), Robert Rodriguez ainda teve de recuperar alguns old-timers (Steven Seagal e Don Johnsson), sem descurar algumas adições comerciais para conferir estatuto ao filme (Jessica Alba, Michelle Rodriguez e, claro, Robert De Niro).

Destes, apenas Trejo (carismático e repleto de presença), Marin e... Steven Seagal estão realmente bem aproveitados. Os restantes são totalmente desperdiçados e passam despercebidos.
Poderia referir Lindsay Lohan... mas para quê?

"Machete" vale então pelos momentos em que é aquilo a que se propôs: um "Desperado" elevado a dez, uma grande dose de testosterona repleta de one-liners espirituosas e muita acção delirante e imaginativa.
O resto? Pura palha...


"Machete don't text."

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Predadores


Mas afinal, o que é este "Predadores"?

Por um lado, parece ser um remake do filme original, pela forma quase descarada como recalca (copia ?) grande parte das suas cenas. E se em algumas existe inovação e algo de diferente a apresentar ao espectador, já outras são cópias realmente quase idênticas. Já para não falar da banda-sonora, que é igualmente quase igual à de "Predador" e, pior ainda, apresentada exactamente nos mesmos segmentos.

Por outro, este "Predadores" admite e refere os eventos ocorridos no primeiro filme, já para não falar das constantes comparações com "Alien- O Recontro Final" (crítica aqui), que sempre me pareceram ridículas mas que sustentam a designação de sequela.

Assim, "Predadores" é um exercício artístico totalmente liberto de amarras, e que tinha potencial para fazer desta saga o que quisesse. Obviamente que "Predadores" ficou aquém do esperado para as possibilidades que tinha.

Mas aquela facção que não assistiu ao filme original encontrará facilmente em "Predadores" os ingredientes para um belo filme de entretenimento.
A acção é rápida e fluída, os efeitos especiais estão à altura e Adrien Brody encontra-se em grande forma (não só física).

É certo que se trata de um filme para ver com o cérebro desligado, de forma a ignorarmos todas as incoerências e questões deixadas por responder do argumento.

Mas não deixa de ser um filme interessante, com grande capacidade de entretenimento e com um delicioso final em aberto para uma possível continuação que, a existir, não ficaria mal vista se se mantivesse na mesma linha de qualidade deste "Predadores".


"Well, let's find a way off this fucking planet."

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A Ilha/ O Namorado Atómico


Michael Bay, o eterno miserável a fazer-se passar por realizador, comete aqui o maior atentado da sua carreira ao sacrificar uma magnífica premissa sobre a sociedade, o homem e questões tão importantes como a clonagem ou a preservação da vida, humana ou não, a favor de um espectáculo pirotécnico profundamente irritante, escusado e francamente idiotico.

Depois de uma recta inicial fantástica, "A Ilha" perde-se em sequências de acção que duram até ao final do filme. É revoltante a forma como Bay desperdiça todos os seus recursos a nível argumentativo, desde a personagem de Michael Clarke Duncan (responsável pela mais poderosa cena do filme), passando pela essência do personagem de Sean Bean (belíssima interpretação do actor, já agora) até ao confronto entre o agnado e o seu sponsor.

Bay retalha um argumento repleto de potencial e destrói de forma excêntrica aquele que poderia ser um filme com um impacto igual ao de "Blade Runner", por exemplo.

No final? Palavras. Desilusão, insuficiência, incompetência, imaturidade. Desperdício.





Um filme giro.

Elenco competente, história original e um desenvolvimento bem aceitável.

Entretém sem dificuldades e pretensiosismo.

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Aposta de Risco/Outra Questão de Nervos


Fraquíssimo.

História banal, realização totalmente amadora e inconsequente e... um argumento de nos deixar sem palavras. Mas que diálogos são estes? Que personagens são estes?
Um filme tão limitado e mesmo assim tão arrastado.

E o elenco, que horror.
Al Pacino tem das piores interpretações da sua carreira, o seu personagem é uma caricatura pateta que apenas nos momentos pseudo-cómicos se sai menos mal.
Rene Russo nunca foi actriz e Matthew McConaughey... que desastre! Parece saído dos meus piores pesadelos, que péssima interpretação. Assim de repente, esta é a pior interpretação que já vi num filme. Desastrosa, catastrófica.





Longe do primeiro, é um filme agradável com um ou dois (literalmente) momentos de ir às lágrimas.
Mérito de Billy Cristal.

Robert De Niro arrasta-se, umas vezes melhor outras pior.
Entretém.

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Os Imortais


Embora o meu contacto com o nosso Cinema seja muitíssimo reduzido, "Os Imortais" sempre foi um dos poucos filmes portugueses que me despertaram curiosidade. E o filme de António-Pedro Vasconcelos parecia efectivamente o ponto de viragem do nosso Cinema, pelo menos aquele mais comercial.
Um filme de qualidade, com uma base tradicional portuguesa (o culto ao fado), mas com uma essência americana inegável (algumas cenas transpiram "Tudo Bons Rapazes" (crítica aqui)).

E de facto, "Os Imortais" é um filme muito bem conduzido durante grande parte da sua duração. Nem tanto pela investigação em si, muito frouxa e fácil, mas pelos elementos à sua volta, determinadas cenas-chave que, realmente, valem mesmo pelo filme.

O melhor de "Os Imortais" é, ainda assim, o elenco. Nicolau Breyner tem uma belíssima interpretação, muito completa, e Rui Unas é uma enorme surpresa.
Joaquim de Almeida faz o típico papel de durão, sempre com a sua "voz de bagaço" que dificulta a compreensão do que diz.

A realização é algo previsível e o argumento oscila entre o muito bom e o simplesmente estúpido.

Mas o pior de "Os Imortais" fica reservado para o fim. Para começar, o argumentista lembra-se de tentar trocar as voltas ao espectador, inserindo uma série de pseudo-twists e revelações inúteis, ainda por cima em vários tempos diferentes. Toda a confissão de Roberto Alua é tão mal orquestrada, tão incoerente e tão repleta de falhas que chega a ser risível.

O segundo problema que aqui se apresenta é a produção. Determinadas cenas associadas ao climáx do filme, exigiam um certo nível de produção que o orçamento de "Os Imortais" claramente não cobre. E como tal, a credibilidade deste climáx é arruinada sem sombra para dúvidas.

Muito bem idealizado mas muito mal executado na parte mais necessitada.
Ficam as intenções.


"Ai, os Imortais, os Imortais..."

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Identidade Desconhecida/Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo


O maior problema de "Identidade Desconhecida". é ser tão indistinto e vulgar. Falta-lhe aquele toque especial, aquele toque de especial competência que foi atribuído aos posteriores filmes da série
Esta fita de Doug Liman é pouco ambiciosa e de concretização fácil, precisamente porque o próprio Liman é assim.


A realização, o argumento, a montagem, o próprio Matt Damon. Nenhum deles passa de mediania, nenhum deles arrisca verdadeiramente e nenhum deles é e consegue fazer de "Identidade Desconhecida" um filme memorável.

E com toda esta banalidade, quem tem tempo para se lembrar da banda-sonora ou de Chris Cooper?

Apenas um bom entretenimento.





O que dirão deste "Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo" aqueles que acusaram (sem razão, a meu ver) "O Cofre do Homem Morto" de ser demasiado complexo?

Que confusão ridícula e escusada é este filme.
Conspirações, planos, histórias paralelas, dez personagens principais e quase três horas de duração que se revelam insuficientes, embora claramente muito cansativas.

Gore Verbinsky quis pôr os ingredientes todos neste terceiro filme, e a panela acabou mesmo por transbordar e de que maneira.
Não tinha de o fazer, não tinha de dar o protagonismo a todos os personagens. Acaba por nenhum deles ter o protagonismo que realmente merece, e sobretudo da melhor forma.


O elenco também se deixa aniquilar sem dó nem piedade.
Johhny Depp desaparece totalmente, e quem o pode censurar? Geoffrey Rush e Keira Knightley excedem-se. Orlando Bloom e Bill Nighy não existem.


Apesar de tudo, e esquecendo a debilidade argumentativa, "Nos Confins do Mundo" entretém muitíssimo bem. Repleto de efeitos especiais ao mais alto nível, e principalmente dispostos ao espectador da forma correcta (e não da irritante "forma Michael Bay"), são responsáveis por várias cenas de cortar a respiração. O climáx final, por exemplo, é verdadeiramente épico.

Também o humor escapou ileso à debilidade generalizada de "Nos Confins do Mundo", mas tal deve-se ao facto de quase todas as personagens serem transformadas em sidekick's, num ou outro momento.

Vale o que vale, como filme isolado. Como conclusão (agora já nem isso) à trilogia, é uma desilusão catastrófica.

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Assassinos/Blade II


Belo entretenimento, típico dos anos noventa, para ver de cérebro bem desligado.

Stallone a fazer de si próprio (o que não é mau) e Banderas num delicioso overacting.

Enfim, um guilty pleasure.





Na sequela (demasiado) directa daquele que será o maior dos meus guilty pleasures, o que falta realmente a este "Blade II" é argumento e realização.

O argumento é fraco, muito fraco. Torna o filme aborrecido e tenta quebrar esta tendência, inserindo uma série de twists e reviravoltas no mínimo... questionáveis. A repescagem do personagem Whistler, por exemplo, é ridícula.

Já a realização de Del Toro falha mesmo na essência terrorífica e incomodativa, ou até mesmo no suspense, que tão bem caracterizavam o original "Blade".
Este "Blade II" é mais leviano, mais comercial, mais indistinto. Perde aquela aura... adulta e é de facto uma pena. Passamos de um filme de terror e suspense para um filme de acção. E nem o gore ou os (fracos) efeitos especiais servem para atenuar este efeito.

Vale-nos o sempre bem (sobretudo enquanto Blade, aquele que para mim é o papel da sua vida) Wesley Snipes e outros dois colaboradores habituais do realizador: Luke Goss e Ron Perlman.
O segundo é portador de uma coolness capaz de rivalizar com a de Snipes, e por falar em rivalidades, a de Blade e Reinhardt é deliciosa e infelizmente subaproveitada.

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Shoot Me/Van Helsing


Boa interpretação de Maria João Bastos e realização cuidada de André Badalo.

Ainda assim, um filme muito atípico para tão curta duração.
Faz falta um pouco mais de informação, e a simples sugestão nem sempre é suficiente.

Um trabalho curioso e com algum potencial, mas fica-se por aí.




Algo subvalorizado, já que se trata de entretenimento competente.

Hugh Jackman tem carisma, Kate Beckinsale tem (muita...) beleza e o overacting de Richard Roxburgh assenta como uma luva no personagem.

Os primeiros vinte minutos de "Van Helsing" são qualquer coisa.

O problema é mesmo o argumento.

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O Mentiro Compulsivo / Velocidade Furiosa: Ligação Tóquio


É uma pena que o argumento seja construído à base de uma incoerência que afecta todo o filme.

Não mentir não é o mesmo que dizer sempre a verdade.

É este o problema de "O Mentiroso Compulsivo". Confunde a sua premissa, para fomentar de forma mais fácil a tolice.

De resto, o overacting de Jim Carrey é delicioso. Um dos melhores papéis cómicos de que me lembro, a valer todo o filme e a fazer esquecer grande parte do restante elenco amador.
Carrey, que dá ainda uma pontinha no campo mais sério, faz de "O Mentiroso Compulsivo" um dos meus grandes guilty pleasures.






Sem dificuldade, o melhor filme da saga e o único com substância.

Lucas Black pode não ter o charme, mas tem o talento. O personagem Han é muito bem conseguido.

Dois excelentes momentos a recordar: o diálogo entre Sean e Han, sobre o valor de um homem e o valor de um carro, e o excelente final que nos brinda com um cameo de Vin Diesel.


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Os Mercenários/Resident Evil: Ressureição


É certo que não se esperava muito, mas esperava-se mais. A nível argumentativo, "Os Mercenários" vale zero. É mesmo uma mera desculpa para "tiros, bombas e murros nas trombas".
E quando tenta inventar, mete o pé na argola. O repescar do personagem de Dolph Lundgren, por exemplo, é ridículo.
Mas enfim, também não é esse o verdadeiro objectivo de "Os Mercenários", mas sim o de entreter.

Sylvester Stallone tem vindo a demonstrar cada vez mais maturidade atrás das câmaras, e apesar de 90% de "Os Mercenários" ser só acção desmiolada, é acção mais do que satisfatória.

Além disso, Stallone ainda consegue dois grandes momentos: o surpreendentemente dramático monólogo de Mickey Rourke e claro, a tão badalada cena entre o próprio e Arnold Schwarzenegger (Bruce Willis está claramente a mais) muito, muito bem conseguida.

O elenco faz aquilo que já se esperava., uns melhores do que outros.
Mickey Rourke, Jake Roberts e mesmo Stallone estão bastante bem. Jason Statham e Jet Li não.

Vale pelo entretenimento, pela honestidade e até mesmo pela alma de Stallone, que soube envelhecer o seu cinema.





Mau, mau, mau. Paul W.S. Anderson é um mero coordenador de efeitos especiais, nunca um realizador.

Clichés, irrealismo, buracos no argumento, elenco péssimo. Não consegue entreter, não se consegue ligar aos outros filmes.

Dos piores filmes do ano.

For the record, este foi a minha primeira experiência em 3D numa sala de Cinema. Não me espicaçou particularmente, bem pelo contrário...

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