Mostrar mensagens com a etiqueta Fraco. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Fraco. Mostrar todas as mensagens

Sahara/007- Morre Noutro Dia


Não fosse o sidekick Steve Zahn, e "Sahara" seria uma fita bem (mais) fraca.

Não se conseguindo insurgir no género cómico nem muito menos no aventureiro, "Sahara" é aquele filme que entretém mas nem de perto deslumbra.

Um grão de areia no deserto...






Não deixa de ser curioso como "Casino Royale" prima pelo realismo e qualidade, enquanto que "007-Morre Noutro Dia" carece de forma tão extrema de ambos.

Efeitos especiais rascas, irrealismo ao máximo, argumento repleto de incoerências e clichés, e vilões estereotipados


Pierce Brosnan espalha estilo e a confirmação de que está demasiado envelhecido para o papel.

Mas, "007- Morre Noutro Dia" é um incrível guilty pleasure, repleto de one-liners fantásticas e momentos cinematograficamente deliciosos. Mesmo os mal conseguidos.

Read more

Matrix Reloaded/Matrix Revolutions


Passado o choque inicial, quando é chegado o momento de começarem a fundamentar as suas ideias, os irmãos Wachowski cometem uma calinada de proporções épicas, tornando o principal defeito do primeiro filme (crítica aqui) na única qualidade deste "Matrix Reloaded": os duelos, que apesar de absurdos do ponto de vista do realismo, asseguram algum entretenimento.

O resto é uma mistela pseudo-filosófica, que tem tanta falta de qualidade como excesso de pujança visual.






Um filme inútil, aborrecido e tremendamente pretensioso. E para aqueles que pensavam que "Matrix Reloaded" tinha sido apenas um erro de percurso, "Matrix Revolutions" confirma que afinal "Matrix" é que foi um golpe de sorte.

"Matrix Revolutions" é chato, confuso e até idiota, sem ponta por onde se lhe pegue, de difícil análise mas também de substância nula.
Para além disto, revela-nos ainda as tendências fetichistas e doentias dos "manos" Wachowski, que emergem o filme num ambiente absolutamente deplorável e enjoativo, uma característica já vista no tomo anterior.

Salva-se, ainda e sempre, Hugo Weaving.
Que, tal como no filme anterior e ainda com menos protagonismo, não chega para atenuar o desastre que é este "Matrix Revolutions".

Read more

Harry Potter e o Cálice de Fogo/Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte Um


Aclamado por muitos como o melhor filme da saga,"Harry Potter e o Cálice de Fogo" é um modesto desastre a nível de argumento,e uma curva descendente na saga do feiticeiro.

Chegando a atingir o ridículo em variados momentos (o início precipitado), o desequilibrado argumento não consegue ser compensado pelo elenco: Gary Oldman é afastado, Ralph Fiennes mal se vê e os restantes elementos são bastante secundarizados, sendo o caso de Alan Rickman o ma
is gritante.

Salva-se a realização de Mike Newell, a conseguir, vá-se lá saber como, tornar
bastante agradáveis e até épicas, cenas estruturalmente absurdas e, evidentemente, a marcante prestação de um sempre muito competente Brendan Gleeson, compondo um dos mais memoráveis personagens de toda a saga, e que tantas saudades deixa nos capítulos seguintes.



Eis, aqui sim, a verdadeira definição de filme-ponte. "Os Talismãs da Morte: Parte Um" é um empecilho de duas horas e meia, que arrasta aquilo que podia ter sido apresentado talvez numa única hora.

Uma belíssima, e simultâneamente miserável, manobra de marketing, da qual apenas se recorda o segmento animado d'Os Três Irmãos.

Read more

Inimigos Públicos/Nova Iorque 1997

Uma enorme desilusão.

Apesar de uma realização, pelo menos a nível visual, cuidada de Michael Mann, e da excelente interpretação de Johnny Depp (o seu John Dillinger é qualquer coisa de fantástico), "Inimigos Públicos" é uma inevitável desilusão.

O argumento é pouco dinâmico, pouco vivo, pouco...interessante.
"Inimigos Públicos" é um filme extremamente aborrecido durante grande parte da sua duração, Christian Bale tem uma das piores interpretações da sua carreira e as cenas de Marion Cotillard contam-se pelos dedos das mãos, naquele que é um desperdício imperdoável do talento da francesa.

Um final mais do que digno, cenas de acção de alto gabarito, mas no seu cômputo geral, um filme que fica a anos-luz da melhor obra do seu (grande) realizador.




Não posso dizer que tenha corrido bem esta primeira incursão pela filmografia de John Carpenter. Não. Não, de todo.
"Nova Iorque 1997" é mau, demasiado mau para ser verdade. Talvez o segredo esteja no fenómeno que o filme foi e que, obviamente, 30 anos depois, não me atingiu. Talvez se trate de um filme com grande valor histórico. Para mim foi, como é já evidente, constituiu também uma desilusão de proporções épicas.

Com uma premissa e um personagem principal absolutamente deliciosos, riquíssimos a nível argumentativo e visual, creio que o que Carpenter (ou seja lá quem for) fez aqui, foi um desperdício abismal destes dois factores.

A premissa, rapidamente se esfuma numa odisseia que, apesar de visua
lmente atractiva o quanto baste (pela sua surrealidade, entenda-se...), é escassa em momentos de acção, com o filme a assumir um ritmo sofrível e a tornar-se profundamente aborrecido.

O protagonista, "Snake" Plissken, é também ele um desperdício personificado por Kurt Russell. Tanto prometia, tanto carisma tinha para mostrar...mas o seu real protagonismo acaba por ser bastante, bastante inferior ao esperado e sobretudo ao desejado.
Pouco falador, bastante ausente e com pouca presença em cena. Inexplicável.

Fica uma banda-sonora...diferente, e um final (os últimos segundos mesmo, não a recta final do filme, bastante penosa...) intrigante a suscitar bastante curiosidade em relação à sequela.



Read more

O Corpo da Mentira/Parque Jurássico III


Mark Strong deslumbra e abafa o esforçado DiCaprio e o irritante Crowe, num thriller de acção bastante bem realizado, mas que peca por uma narrativa (episódica) limitada e algo...comum.

Satisfaz, e de que maneira. Mas um pouco mais seria sempre bem vindo.





Inútil, desapropriado, amador. Um série B miserável, que tenta aproveitar-se do enorme sucesso dos seus predecessores.

Argumento perfeitamente estapafúrdio, elenco fraco, eis pouco mais de uma hora de entretenimento que, embora eficaz graças a uma realização interessante que nos proporciona uma ou duas cenas para mais tarde recordar (a da ponte ou a do telefone), é de cariz bastante duvidoso...

Não tendo também praticamente qualquer ponto de contacto com os filmes anteriores, eis uma proposta claramente recusável...


Read more

A Ressaca/Alien vs Predador


"A Ressaca" não tem, literalmente, muita piada. Tem situações muito propícias a tal, uma série de personagens que mereciam um filme só para elas, e um elenco invulgarmente capaz.

O problema é que Todd Phillips desperdiça este material todo, fazendo de "A Ressaca" um filme muito simpático e agradável, de fácil visualização e capaz de entreter muito bem, mas com pouquíssimas tiradas de real humor.





Desperdício surreal de potencial, o aguardado confronto entre as duas raças de alienígenas é uma autêntica desilusão para todos os fãs.
Argumento horrível, realização adolescente e um elenco quase totalmente amador.
São tantos os momentos ridículos e as incoerências de "Alien vs Predador", que até dói.

No entanto, o maior problema está na protagonista que está a cargo da péssima actriz Sanaa Lathan, tentando fazer de Alexa Woods uma imitação de Ellen Ripley, mas o mais que consegue é ser apenas uma empertigada irritante e que merecia ter sido "despachada" antes do filme completar meia hora.

No entanto, reconheço em "Alien vs Predador" um semi-guilty pleasure. Existem de facto um ou dois confrontos directos entre o Alien e o Predador, e que são um regalo para os olhos. O problema é tudo o resto...

Read more

Loucuras em Las Vegas/A Tempo e Horas


Rob Corddry, sidekick brilhante, protagoniza as poucas cenas do filme genuínamente divertidas. O resto, já foi visto e revisto muitas vezes, mas também não se pretendia outra coisa.




Um falhanço tremendo e um custoso desperdício de dois excelentes protagonistas, que embarcam neste road-movie de sanidade duvidosa e coerência argumentativa nula.

Aposta total em humor físico e escatológico, muito desagradável e forçado.

Modesto desastre que vem pouco a tempo e horas...

Read more

Alta Pedrada/Tempestade Tropical


A típica barreira que separa a comicidade da estupidez, é quebrada. Por vezes hilariante, noutras simplesmente ridículo.

Seth Rogen é péssimo, péssimo actor e cada vez esgota mais a única personagem que sabe fazer: a de drogado despreocupado.

Valha-nos o fantástico James Franco, a roubar todas as cenas em que entra e sempre protagonista das melhores. Nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Actor Comédia mais do que justificada.





Curiosamente, uma análise bastante semelhante será feita a "Tempestade Tropical".

Dois pontos são inegáveis: Robert Downey Jr. e Tom Cruise estão geniais nos seus papéis. Portadores das melhores e mais hilariantes cenas do filme, fazem de "Tempestade Tropical" aquilo que ele é: o melhor filme da carreira de Ben Stiller.
Mas "Tempestade Tropical" é também um filme que oscilante entre a genialidade e a mediocridade.

A genialidade está bem vincada na concepção dos personanges Kirk Lazarus e Les Grossman: nos diálogos, nos trejeitos, na caracterização e, claro, nos respectivos intérpretes.

A mediocridade está em tudo o resto, a começar pelo cunho parvalhão que Stiller insistiu (ou deverei dizer, não resistiu?) em dar a "Tempestade Tropical", sacrificando uma potencial crítica satírica a Hollywood e infestando-a de piadas fáceis e previsíveis, tipicamente suas.

Enfim, que pena.

Read more

Assassinos/Blade II


Belo entretenimento, típico dos anos noventa, para ver de cérebro bem desligado.

Stallone a fazer de si próprio (o que não é mau) e Banderas num delicioso overacting.

Enfim, um guilty pleasure.





Na sequela (demasiado) directa daquele que será o maior dos meus guilty pleasures, o que falta realmente a este "Blade II" é argumento e realização.

O argumento é fraco, muito fraco. Torna o filme aborrecido e tenta quebrar esta tendência, inserindo uma série de twists e reviravoltas no mínimo... questionáveis. A repescagem do personagem Whistler, por exemplo, é ridícula.

Já a realização de Del Toro falha mesmo na essência terrorífica e incomodativa, ou até mesmo no suspense, que tão bem caracterizavam o original "Blade".
Este "Blade II" é mais leviano, mais comercial, mais indistinto. Perde aquela aura... adulta e é de facto uma pena. Passamos de um filme de terror e suspense para um filme de acção. E nem o gore ou os (fracos) efeitos especiais servem para atenuar este efeito.

Vale-nos o sempre bem (sobretudo enquanto Blade, aquele que para mim é o papel da sua vida) Wesley Snipes e outros dois colaboradores habituais do realizador: Luke Goss e Ron Perlman.
O segundo é portador de uma coolness capaz de rivalizar com a de Snipes, e por falar em rivalidades, a de Blade e Reinhardt é deliciosa e infelizmente subaproveitada.

Read more

A Cidade


A primeira e aclamada experiência atrás das câmaras de Ben Affleck, "Vista Pela Última Vez...", escapou-me. Ainda assim, trazia deste "A Cidade" as melhores referências, que apenas se equiparam à correspondente desilusão.
Afinal de contas, o que parece ver (nem) toda a gente de tão bom em "A Cidade"?

Qualidades, apenas vejo duas. As cenas de acção, que para além de bem filmadas, são sobretudo portadoras de uma sonoplastia arrepiante, e a grande e desconcertante interpretação de Jeremy Renner, que rouba todas as cenas em que entra e parece gritar por uma nomeação para o Óscar de Melhor Actor Secundário.

E é isto, "A Cidade".
O argumento, repleto de clichés e incoerências, apresenta-nos diálogos verdadeiramente primitivos e situações pouco credíveis.
A realização de Affleck é anedótica. Flashbacks inseridos "porque sim" e que nada ajudam à compreensão da história (que, por falar nisso, se enrola e complica tanto na última meia hora...), momentos de humor despropositados e uma ou outra cena simples e inexplivavelmente mal construída (a morte d'O Florista é grotesca e provoca gargalhadas involuntárias).
Affleck nunca foi grande actor, Rebecca Hall é esquecida a meio do filme e o restante elenco mantém-se na sombra.

Mas afinal, o que tem de tão bom este "A Cidade"?


"-I need your help. I can't tell you what it is, you can never ask me about it later, and we're gonna hurt some people.
-Whose car we takin'?"

Read more

Shoot Me/Van Helsing


Boa interpretação de Maria João Bastos e realização cuidada de André Badalo.

Ainda assim, um filme muito atípico para tão curta duração.
Faz falta um pouco mais de informação, e a simples sugestão nem sempre é suficiente.

Um trabalho curioso e com algum potencial, mas fica-se por aí.




Algo subvalorizado, já que se trata de entretenimento competente.

Hugh Jackman tem carisma, Kate Beckinsale tem (muita...) beleza e o overacting de Richard Roxburgh assenta como uma luva no personagem.

Os primeiros vinte minutos de "Van Helsing" são qualquer coisa.

O problema é mesmo o argumento.

Read more

Ocean's Twelve/Con Air- Fortaleza Voadora


As fantásticas personagens do primeiro filme, não passam aqui de meras caricaturas.

O argumento é chato e sustêm-se com base no humor. E o tipo de humor aqui apresentado deveria ser utilizado, apenas e só, como complemento. Nunca como base na história.

O desperdício do elenco é claro. "Ocean's Twelve" tem George Clooney, Brad Pitt, Matt Damon, Catherine Zeta-Jones e Vincent Cassel.
E uma dúzia de secundários que vão aparecendo pelo meio.





O elenco é a grande mais valia. Nicolas Cage está seguríssimo e John Malkovich é um excelente vilão.

De resto, é o típico filme de acção dos anos 90, para ver com o cérebro desligado. Claro que, às vezes, "Con Air- Fortaleza Voadora" ultrapassa os limites do ridículo...

Read more

O Matador


Estranho filme, este "O Matador". Por entre o drama e a comédia, o suspense e a fantasia, os assassinatos e as (excessivas e escusadas) cenas de cariz sexual, a mensagem acaba por não passar.

Com um argumento que, para além de pouco credível, possui claras influências em fitas como "Uma Questão de Nervos" ou "O Grande Lebowski", um elenco onde Pierce Brosnan efectua um spin-off cómico bem-sucedido do seu James Bond e Greg Kinnear está em piloto automático, para o futuro fica apenas uma sensação tão clara como a água: incolor, inodora e insípida...

Ah sim, a tagline do póster.

"-You said he was a nice guy.

-He is. For an assassin, he's very nice."

Read more

O Rochedo/Romance Arriscado


Tem o mesmo erro de "A Fúria do Último Escuteiro" (crítica aqui): excesso de pirotecnia.

O que joga a favor de "O Rochedo" é o elenco. Sean Connery proporciona o carisma, Ed Harris a seriedade e Nicolas Cage é o meio termo entre ambos.

Pedia-se mais protagonismo (em termos de diálogos) para Connery, já que o seu personagem e a respectiva interpretação são muito boas.






A típica comédia parvalhona do maior parvalhão de Hollywood: Ben Stiller.

Vale, indubitavelmente, pelas hilariantes interpretações de Philip Seymour Hoffman e Alec Baldwin.

Read more
Related Posts with Thumbnails