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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



A caminhar seguramente para o fim, e meses após o candidato anterior ter exposto as suas escolhas, eis que o brasileiro Hugo, autor do blogue Cinema- Filmes e Seriados, nos deixa os seus cinco maiores guilty pleasures.


1 - Afinado no Amor (The Wedding Singer,1998)


Direção - Frank Coraci
Elenco - Adam Sandler e Drew Barrymore
Considero Adam Sandler um ótimo comediante, porém a maioria de seus filmes são ruins. Eu gosto deste em virtude da história se passar nos anos oitenta e pela deliciosa trilha sonora de músicas da época, que tocam durante os diversos casamento apresentados no filme.



2 - Comando para Matar (Commando, 1985)

Direção - Mark L. Lester
Elenco - Arnold Schwarzenegger
Um dos roteiros mais absurdas da história do cinema, porém ao mesmo tempo sensacional como filme de ação. Schwarzenegger levanta um elevador panôramica de shopping, pula de um avião e mata um exército completo. Um exagero que diverte os fãs de ação.


3 - Mortal Kombat (Mortal Kombat, 1995)


Direção - Paul W. S. Anderson
Elenco - Christopher Lambert, Robin Shou, Cary Hiroyuki Tagawa
Os críticos odeiam os trabalhos de Paul W. S. Anderson, que em sua maioria são longas caros, cheios de efeitos especiais, mas com cara de filme B. Este é o caso de "Mortal Kombat", que mesmo com defeitos, agrada e muito. As lutas são legais, as composições dos personagens são bem parecidas com o jogo e a atuação do canastrão Christopher Lambert como Lord Rayden é cínica e memorável.


4 - Reino de Fogo (Reign of Fire, 2002)


Direção - Rob Bowman
Elenco - Christian Bale, Matthew McConaughey, Izabella Scorupco, Gerard Butler
O filme mistura a temática de "Mad Max" com filmes medievais, ao mostrar a Terra devastada por dragões e um grupo de pessoas tentando lutar para matar os animais. As cenas de ação são muitas boas, assim como os efeitos especiais e os assustadores ataques de dragões. O elenco também é ótimo e destaco principalmente Matthew McConaughey como um caçador de dragões totalmente maluco e com a cabeça raspada.


5 - Superbad (Superbad, 2007)


Direção - Greg Mottola
Elenco - Jonah Hill, Michael Cera e Christopher Mintz Plasse
Mesmo com o roteiro reciclando situações de diversas comédias adolescentes, fica difícil não rir da aventura dos três jovens neste filme politicamente incorreto ao extremo, recheado de palavrões e piadas sobre sexo. O carisma do falador Jonah Hill, do tímido Michael Cera e do inacreditável Christopher Mintz Plasse como McLovin, valem a sessão.
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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



Não tem um blogue, mas tem certamente o conhecimento necessário para ver aqui expostos os seus cinco maiores guilty pleasures. Estes, são os de Jorge Teixeira.


5 - Asterix et Obelix contre Cesar (1999)


É talvez a maior surpresa desta selecção, este filme da tão carismática aldeia gaulesa que fez a vida negra às legiões romanas. Essencialmente é um amor de infância, daqueles que tropecei, sem querer, muitas e muitas vezes em diversos canais, e que me era impossível não acompanhar. As peripécias, os golpes, as investidas e as traições são absolutamente irresistíveis. Depois a dupla de protagonistas, bem como o magnífico Roberto Benigni, asseguram o carisma e alguma qualidade ao filme, muito embora não seja claramente o suficiente de forma a se poder falar de uma obra excepcional. Ainda assim, a aventura e a fantasia misturadas com doses de pura comédia, constituem por si só e para mim, os ingredientes certos para uma receita deliciosa. Ainda hoje, confesso, se esta fita falada em francês (um factor de acréscimo ao meu fascínio particular que tenho pelo filme), me surgir à frente, vê-lo-ei de novo com bastante prazer e nostalgia.


4 - The Mask (1994)


Jim Carrey é provavelmente dos actores que mais me fez, e faz rir em cinema. A sua personalidade e gestualidade são hilariantes, poderosas e muito contagiantes. Destaca-se facilmente em qualquer projecto, dentro do seu registo mais comum - a comédia. Este “The Mask” é outro filme que vi e revi inúmeras vezes, e nunca me cansou. Acima de tudo assegurou-me sempre o entretenimento, o riso e o contágio do início ao fim da película. Tem imensos defeitos, eu sei, a começar pela realização nada ambiciosa e pouca competente, e a acabar nas várias incongruências do argumento. Enfim, nada mais há a dizer, guilty pleasure por excelência e um produto ao qual não resisto.


3 - Speed (1994)


Este é talvez o filme que mais revi em toda a minha vida. Posso dizer mesmo que sei passagens de cor. Perfeitamente normal para quem já assistiu tantas e tantas vezes de forma terrivelmente veloz. E é isso mesmo, velocidade, explosões, reviravoltas, um mau da fita que todos odiamos e um parzinho romântico que preenche o ecrã, fazem deste produto um filme típico, de acção pura e dura. Não é detentor de muito mais qualidades, ainda assim a acção desenfreada entretém-me como poucos o fazem. Ajuda a duração do filme, que não é muita, assim como um vilão eternamente talhado para esse registo - o grande Dennis Hopper. Um clássico do cinema de acção dos anos 90 que, volta e meia, preenche a programação de fim-de-semana de um canal televisivo, assim como a minha invariavelmente.


2 - Underworld - Trilogia (2003-2009)


Uma trilogia recente que assisti recentemente. E foi instantâneo, amor á primeira vista. Identifiquei-me prontamente com a história, com a mitologia subjacente, com o ambiente, com as personagens, e claro com a acção, de tal forma que constitui uma delícia à qual já recorri, e que irei certamente recorrer muito mais vezes. Fascina-me especialmente a densidade mitológica, referencial ou histórica que os filmes sugerem. Essa carga simbólica faz com que a credibilidade aumente, ainda que existam algumas falhas. No entanto, também possuem qualidades, nomeadamente a fotografia, o ambiente gótico criado e as bases do argumento. Estas, infelizmente, diminuem nas sequelas. Apesar de tudo, os três filmes asseguram-me um entretenimento avassalador, com uma Kate Beckinsale (nos dois primeiros capítulos) sensual que só acrescenta motivos para a visualização.


1 - Pirates of the Caribbean - Trilogia (2003-2007)

Prazer desmesurado, delícia ultra-viciante e um autêntico tesouro irresistível. Assume-se como uma das minhas trilogias favoritas, detentora de tanta substância onde ir buscar doses de entretenimento, que é simplesmente surpreendente. Vai desde a acção mirabolante à comédia personalizada, da aventura imprevisível até à fantasia hilariante. Uma mistura de registos tão bem encaixados e sincronizados, em todos os três filmes na minha opinião. O primeiro da saga - A Maldição do Pérola Negra - foi um produto refrescante, inovador e até de boa qualidade que surgiu à época. O segundo mantém praticamente o estatuto e a qualidade. No terceiro e, por enquanto, último da saga, a coisa é que descambou um pouco, algum exagero e situações um tanto ou quanto inverosímeis. Mas enfim, no que me diz respeito o entretenimento manteve-se, assombroso, único e memorável. Não tenho como resistir aos encantos das Caraíbas, das amizades e constantes traições e claro, ao Captain Jack Sparrow. E assim, o testemunho chega às Caraíbas, e por lá tem ficado, vitorioso, tal qual uma pérola no cofre, a dar um dia, lugar a outra, para que no fim se perca e se eternize no Oceano das memórias.
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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



A inagurar o fim do descanso desta iniciativa, estão as escolhas do mais que conhecido Roberto Simões, autor do blogue CINEROAD.


AUGUST RUSH - O SOM DO CORAÇÃO (2007)


Porventura, o mais recente dos meus guilty pleasures. Um filme adorável, muito bem fotografado, interpretado (Freddie Highmore, o menino prodígio, Rhys Meyers ou Keri Russell), realizado e musicado! Hans Zimmer faz milagres numa autêntica pérola inspirada no clássico Oliver Twist de Dickens.



A PRAIA (2000)


Uma viagem a um paraíso perdido, com praias de sonho, sol e águas cristalinas, numa ilha perfeita, sempre foi o ideal cenário para mim. Tem tudo a ver comigo.
Fora esse facto exterior, deveras fascinante, temos DiCaprio, a fotografia, alguns planos e sequências brilhantes de Boyle e as músicas e canções! Moby... ufff que canção.



ARMAGEDDON (1998)


Sempre fui fã do cinema de acção de Michael Bay. As explosões, a adrenalina, as emoções à flor-da-pele, o humor e as músicas sensacionais e poderosas aliadas à filmagem empolgante. ARMAGEDDON tem tudo isso, para além de um elenco notável e efeitos especiais alucinantes.



DOCE NOVEMBRO (2001)


Charlize Theron, num dos melhores papéis da sua carreira. Um argumento simples, mas cheio de sentimento, «delicioso»... A crítica pode dizer o que quiser deste filme, mas tem um lugar merecido no meu Jardim das «Delícias».



CONHECES JOE BLACK? (1998)



Com Brad Pitt, Anthony Hopkins e Claires Forlani, todos subtilmente inspirados, e com uma excelente banda sonora de Thomas Newman, Conhece Joe Black? é outra das minhas delícias irresistíveis. Comovente, belo e um não-sei-quê de poético na abordagem da morte
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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


É João Paulo Costa, autor do blogue CinePt, o próximo convidado desta rubrica do Cinemajb. Aqui ficam os seus cinco maiores guilty pleasures.

Femme Fatale

Brian de Palma é o rei do guilty pleasure. Não porque seja um mau cineasta (é, até, dos meus favoritos de sempre), mas porque não resiste a deixar as suas obsessões voyeurísticas bem vincadas nos seus filmes. O que por sua vez faz com que um mero mortal seja incapaz de resistir aos primeiros minutos de Femme Fatale nos quais Rebecca Romijn e Rie Rasmussen se comem numa casa de banho em pleno Festival de Cannes (faz tudo parte do plano do assalto, estúpido!). Ou quando, mais tarde, a mesma Rebeccazinha se “stripa” ao som de techo manhoso. Na verdade, até há duas Rebbecas, à boa maneira de Hitchcock, uma para os que preferem loiras, outra para os que preferem morenas, e ambas para criaturas como eu, que dão bom uso à tecla de pausa no telecomando. Tudo isto aliado ao sempre irrepreensível estilo de Palma e... um homem não é de ferro.


Masters of the Universe

Quando era puto (há 5 minutos atrás...) adorava esta épica xungaria que adaptava a já de sí epicamente xunga série animada He-Man and the Masters of the Universe. Revi-o aí há um ano e... bem, por pouco não me caíam lágrimas dos olhos. Não consigo resistir a um filme de super heróis que basicamente recupera grande parte das ideias de George Lucas em Star Wars e as copia sem dó nem piedade. O realizador tem quase nome de artista (Gary Goddard), mas a diferença que um “d” a mais pode fazer é aqui bem visível. E Dolph Lundgren é o poço de expressividade do costume, calculando-se que até tenha intimidado Frank Langella. Mas agora a sério, adoro Langella como Skeletor, uma personagem operática que o actor transforma em algo nunca visto. Até hoje, ainda sei de cor o seu monólogo na parte final em que se transforma num deus. E o arrepio na espinha é inevitável.


Jay & Silent Bob Strike Back


Quinto título de uma suposta trilogia de filmes de Kevin Smith dedicadas a estas personagens. Repleto de gags e inside jokes, referências cinéfilas, humor escatológico e estupidez da grande, este pode não ser o melhor de Smith, mas é sem dúvida aquele que mais vezes revi e nunca perdeu a capacidade para me fazer rir. Will Ferrell é qualquer coisa de surreal na personagem de um Ranger Florestal e possível homossexual reprimido (não o são todas as personagens de Smith?), e os cameos de actores em modo de auto-paródia são hilariantes. De Matt Damon, Ben Affleck e Gus Van Sant na rodagem de O Bom Rebelde Parte II: Época da Caça, ao fornicador de tartes Jason Biggs, tudo funciona na perfeição.


Flash Gordon

Ficção científica de série B produzida em 1980, mais famosa pela banda sonora dos Queen do que propriamente pelos seus méritos cinematográficos. Desde uma primeira cena em que o terrível Imperador Ming (Max von Sydow, sim, o próprio) se diverte a provocar desastres naturais na Terra pressionando botões de uma máquina, até à espectacular (errr...) batalha final inter-espécies, tudo tem um aspecto verdadeiramente foleiro (já o tinha quando eu me fartava de o ver na infância), mas completamente viciante, especialmente os diálogos e os efeitos especiais. Adoro! Ponto extremamente positivo e sem discussão possível: Ornella Muti era das mulheres mais bonitas do planeta.


Kingpin


Para quem ainda não teve o prazer de ver isto, dizer que Woody Harrelson dá corpo a um jogador de bowling maneta e Bill Murray a um arrogante vilão com um penteado indomável deve ser suficiente para que corram imediatamente para o vosso videoclube antes que este feche as portas de vez. Kingpin tem a assinatura idiota dos irmãos Farrelly, as mentes por detrás de Dumb and Dumber ou There's Something About Mary, também dignos de ponderar para uma lista como esta. O humor políticamente incorrecto marca o ritmo, restando ao espectador nenhuma solução para além da gargalhada constante. Um must.

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Gentileza


O Roberto Simões persiste em demonstrá-la, estendendo um novo convite a este escriba, desta vez para um breve comentário a propósito do filme "Tróia", no âmbito da iniciativa do CINEROAD, "A Maratona dos Épicos".

O comentário, do qual me gabo, modéstia à parte, de ser um dos mais espirituosos que produzi nestes últimos tempos, pode ser encontrado aqui.

Os agradecimentos ao Roberto são obrigatórios.

Fica igualmente a nota de que este não será o fim das colaborações entre o Cinemajb e o CINEROAD, nesta iniciativa...
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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


Desta vez, é Flávio Gonçalves, autor do blogue O Sétimo Continente, quem nos revela os seus cinco maiores guilty pleasures.


1. A ILHA, Michael Bay


A ambiciosa incursão do explosivo e imponderado Michael Bay na ficção científica deu frutos ao aliar-se a Ewan McGregor e Scarlett Johansson. “A Ilha” é a prova de um projecto repleto de falhas (particularmente a nível narrativo) mas que sempre cativou em mim um fascínio supranormal mal o vi numa sala de cinema. Não fosse o argumento, cuja premissa interessantíssima e suscitadora de uma proveitosa reflexão filosófica sobre a identidade e os avanços da Ciência são incompatíveis com escusadas cenas de acção brutais, penso que Michael Bay teria encontrado o “ouro” (qualitativamente) da sua carreira. Não obstante, este é um dos meus mais amados “guilty pleasures”.


2. O AMOR NÃO TIRA FÉRIAS, Nancy Meyers


Nancy Meyers é uma escritora e uma realizadora que sempre gostou de comédias românticas e não foi, certamente, este “The Holiday” que impediu que esse gosto avançasse para novas e mais produções. Sinceramente, este é dos filmes que, afundando-se, como já seria previsível, em inúmeros clichés, mais adoro – pela simplicidade, pela terna ligação que se gera numa neurótica Kate Winslet e num despreocupado Jack Black e numa angustiada Cameron Diaz e num charmoso Jude Law, pela música-“tequila” de Hans Zimmer, e um pouco mais.


3. THE RING, Gore Verbinski


É difícil não esquecer o primeiro filme de terror que vi e “The Ring” (sim, shame on me) foi visto por um Flávio muito assustado e de onze anos. Em si, a película tem alguns defeitos no que respeita a composição do guião – já a realização, essa, considero-a estilizada e impecável, no verdadeiro sentido do termo, com a fotografia esverdeada. O cenário chuvoso, revisitado na terrível sequela ou em “Águas Passadas”, é o que mais bem recordo do filme. Sim, sem dúvida um “guilty pleasure” bem recordado que ficará em mim como um marco na minha relação com o cinema.


4. CASADOS DE FRESCO, Shawn Levy


Não me recordo bem quando vi, pela primeira vez, a aventura de Ashton Kutcher (que entretanto deixei de gostar) com a falecida Brittany Murphy pela Europa, mas sei, pelo menos, que várias foram as vezes que o filme mereceu os meus olhos atentos e deliciados. É uma comédia vulgar e típica, mas há algo nele, ainda não sei bem o quê, que me faz adorá-lo. “Guilty”, sem dúvida.


5. JOHNNY ENGLISH, Peter Howitt


Johnny English, que inventa uma nova personagem ao eternizado Mr. Bean, sempre foi, desde o meu sétimo ano, alguém cuja entrada (e até saída) neste filme se me cravou na memória até os dias de hoje. É um trabalho defeituoso e qualidades são poucas, mas este cómico thriller fez-me ainda mais gostar o Reino Unido, as relações com os franceses e o próprio actor.
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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


Desta vez, é Nuno Pereira, autor do blogue Cria o teu avatar! que nos deixa a lista dos seus cinco maiores guilty pleasures, com uma primeira posição bastante curiosa...



5 – Tom Yum Goong (2005)


Gosto do cinema de acção e com este filme acabei por descobrir o cinema Tailandês e o imenso artista que é o Tony Jaa num filme absolutamente incrível com cenas longas de pancadaria que hoje passados estes 4 a 5 anos já vi dezenas de vezes. A cena do restaurante com as escadas em caracol é absolutamente fantástica e viciante de ver.


4 - Banana Joe (1982)


Bud Spencer e todos os seus filmes eram sempre alvo da minha procura especialmente nos videoclubes, sendo que este Banana Joe foi dos poucos filmes de Spencer que vi em cinema e que na altura foi por um fio que eu e o meu primo não saímos mais cedo da sala..., pois as gargalhadas eram enormes e o divertimento tornava-se incomum para mais quando víamos o barrigudo do Spencer a dormir rodeado dos seus.... 30 ou 40 filhos.



3 – Commando (1985)

Este é o único filme após Terminator interpretado pelo Arnold que nunca vi em cinema... E não pela participação da Alyssa Milano que ainda era pequenina, mas sim pela sensação de força transmitida pelo monte de músculos que era Schwarzenegger este filme foi sempre visto e revisto varias vezes, muitas delas com os vizinhos e amigos de infância aqui da rua.



2 – Dumb and Dumber (1994)


Eu sou da era do VHS e embora tenha visto este filme em estreia no cinema, foi na fita de VHS vista em inúmeros serões e jantares familiares que este filme se tornou numa relíquia aqui em casa . Quando vinha o vizinho ou os tios e primos jantarem cá a casa.. que filme vamos ver ? A resposta era sempre Dumb and Dumber e todo se tornava ainda mais engraçado quando todos criamos contar as cenas momentos antes de elas acontecerem.... Jim Carrey és o maior :)



Ok é batota.... mas que posso dizer de um trailer que via sempre que chegava a casa varias vezes seguidas, que posso dizer destes dois minutos e meio que me mostravam mais alguma coisa do universo Matrix que tanto me fazia pensar, repensar e mesmo reinventar a própria imaginação do que era a Matrix. Certamente que foi um entre milhões que viveram esses longos anos de espera entre o original e as sequelas... Este trailer foi e é qualquer coisa de espectacular que vejo e revejo inúmeras vezes, só com este trailer as sequelas de Matrix afinal já valeram a pena, e por isso tenho que dizer este é o meu verdadeiro Guity Pleasure.
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6 coisas que não se sabem sobre mim...

Ora, seguindo o desafio imposto de forma muito simpática pela Dora, autora do blogue Six Degrees of Separation, aqui ficam então 6 pequenos apartes que vocês ainda não sabem sobre mim.


-Não sou, ao contrário de muito boa gente, especialmente fã de séries. Consumo uma ou outra esporadicamente, no entanto, aquela que vejo com mais afinco e gosto já não se pode considerar actual.
Por tudo o que representou para mim, sobretudo na minha infância, sou hoje em dia e sem qualquer vergonha de o dizer (até porque é um produto repleto de qualidade) absolutamente viciado em Dragon Ball Z.
É certo que alguns provavelmente já o saberiam, graças a um ou dois artigos disponíveis no meu segundo blogue (No Mundo d'O Jackie), mas para a maioria este era um facto desconhecido.
Não obstante, sou profunda e verdadeiramente viciado nesta série e estou sempre aberto a acesas discussões sobre qualquer que seja a vertente de DBZ.

-Sou igualmente profundamente dependente... de doces. Sim, sou extremamente guloso e, enquanto cá em casa restar um qualquer alimento cuja composição seja doce (chocolate, de preferência), eu não descanso até o comer. É como uma necessidade que não consigo controlar.
E, honestamente, adoro ser guloso!

-A minha personalidade pode ser descrita de forma comum, como sendo a de um... paranóico ou complexado! Sou uma espécie de mistura entre o Jack Nicholson de "Melhor É Impossível" com o Jesse Eisenberg de "Bem-vindo a Zombieland".
Gosto muito de me agarrar a determinadas rotinas para me sentir melhor, e apesar de não ser um caso tão extremo quanto o primeiro exemplo referido, tenho vários complexos (desde a TVI, passando por carecas, até labregos).
Mas atenção minha gente, eu não sou doido! Não muito, pelo menos... Acho eu...

-Ao contrário da maior parte dos homens, especialmente da minha idade, não tenho interesse em ver futebol. Adoro jogar futebol e já gostei de o ver em tempos. Hoje em dia, não me diz rigorosamente nada.

-Criei este blog derivado da excitação após a primeira visualização de "O Cavaleiro das Trevas". Era demasiada euforia e vontade de dizer o que pensava, para não o fazer. A ideia já tinha surgido anteriormente, depois de um ou outro debate mais acesso no Cinema PtGate.
Vi o filme em Julho de 2008, e ainda estive algumas semanas a pensar, até porque tive oportunidade de o rever. No dia 20 de Setembro de 2008, não aguentei mais.

-O meu item cinematográfico mais precioso é a edição comemorativa do 25.º Aniversário da saga Alien. Sim, refiro-me à badalada cabeça do Alien, com os quatro filmes, duas versões de cada uma, cinco discos de extras, nove discos no total e que perfazem um total de quase cinquenta horas de extras. Foi-me oferecida pelo meu pai, no natal de 2006 e foi uma total surpresa.

E aqui estão eles! O meu obrigado à Dora pela simpatia do convite!

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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



Com a iniciativa a aproximar-se, a passos cada vez mais largos, do final, é chegado o momento de exibir os cinco maiores guilty pleasures do Fernando Ribeiro, autor do site Ante-Cinema.

5 – SPACE JAM (1996), de Joe Pytka


Durante anos joguei basquetebol. Venerei, e ainda venero, o melhor jogador de todos os tempos: Michael Jordan. Palavras para quê? O que dizer quando se juntam o nosso ídolo do basquetebol e os nossos heróis preferidos dos Looney Tunes? Uma junção que espalha encanto e prefeita sincronia entre imagem real e o universo animado.


4 – HOOK (1991), de Steven Spielberg


Robin Williams de collants? Que clássico! Um filme divertidíssimo sobre uma das minhas personagens preferidas de infância, que nos transporta para um universo mágico. Uma realização sublime de Steven Spielberg e uma banda sonora simplesmente fantástica de John Williams.



3 – O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (1993) , de John McTiernan


Quantas vezes já desejamos entrar pelo ecrã adentro para estarmos com o nosso herói? E ainda para mais quando falamos de um senhor chamado Arnold Schwarzenegger? Principalmente em criança isto acontecia-me diversas vezes, por isso este é um daqueles filmes imperdíveis para quem gosta de cinema. Nunca mais me vai sair da memória.



2 – TARTARUGAS NINJAS (1990), de Steve Barron


Se há filme que marcou a minha infância foi este Tartarugas Ninjas. Engraçado e natural é como o defino. Porque não era preciso grandes efeitos especiais para demonstrar todo o carisma das personagens. Para além do mais era um grande fã de Tartarugas Ninjas.



1 – PIRATAS DAS CARAÍBAS - A MALDIÇÃO DO PÉROLA NEGRA (2003), de Gore Verbinski


Sem dúvida o “grande” filme da trilogia e o único dos três do qual provavelmente devo ter visto umas 5 vezes. Se isto é mau? Não sei. O que é certo é que Piratas das Caraíbas foi um dos melhores filmes de 2003 e dos mais marcantes a nível de acção/aventura dos últimos 10 anos.

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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



Depois desta pequena pausa, eis o regresso desta badalada rubrica do Cinemajb, desta vez com a apresentaçãodos cinco maiores guilty pleasures do João Bizarro, autor do blogue Cantinho das Artes.

1 - Mamma Mia, de Phyllida Lloyd


Nem os Abba estão entre as minhas preferências musicais (apesar de concordar que deixaram a sua marca durante um certo período), nem este é o género que mais me agrada. Mas quando fui ver isto ao cinema com a esposa e um grupo de amigos deu-me enorme gozo.


2- The Big Town (1987), de Ben Bolt


Tinha isto gravado em VHS e de tempos a tempos via-o com enorme prazer. É um filme chunga com um bom elenco e com um argumento mais que visto. Mas pronto, dava-me prazer e lá estava eu...


3 - Red Dawn (1984), de John Milius



John Milius também fez um filme a malhar nos "reds" (cinema muito em voga nos anos 80). Aqui previu uma invasão dos sovieticos aos EUA e uma jovem resistencia para lhes fazer frente. Outro dos filmes que eu curtia à brava e que pelos vistos vai ter um remake...


4 - First Blood (1982), de Ted Kotcheff



uma certa vez numa noitada de cervejolas um amigo meu estava a contar a história de um filme espectacular sobre um ex-combatente do Vietname que tinha a policia à perna e se tinha refugiado na selva e sozinho lutara contra um exercito. Na altura sabia lá eu quem era o Stallone e muito menos o Rambo e naquilo em que se iriam transformar.


5 - The Rock (1996), de Michael Bay



Antes de fazer essas "coisas" inenarráveis chamadas Armaggedon e Pearl Harbour, Michael Bay realizou um filme situado em Alcatraz onde um ex-James Bond ia ajudar Nicholas Cage a salvar S. Francisco de um atentado terrorista. Um filme de acção que na altura me agradou mas que se foi banalizando à medida que o ia revendo...
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Obrigado Roberto, uma vez mais


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Prémios Dardos

E tive, pela primeira vez, a insólita honra de ser premiado com um selo de outro blogue. Neste caso, o prémio, Prémios Dardos, foi-me atribuído pelo Bruno Cunha, autor do blogue Cinema as my World.

Obviamente que o valor é apenas simbólico, no entanto, a verdadeira recompensa é o cimentar das relações de cordialidade e respeito entre os diversos bloggers, pelo que tenho de agradecer ao Bruno pela simpatia.

Mandam as regras que este prémio seja atribuído a outros cinco blogues. A escolha não é facil, nesta blogosfera tão repleta de qualidade, mas os "premiados" são:

-CINEROAD- A Estrada do Cinema

-Cinema as my World
(sem implicações exteriores, apenas pela qualidade do espaço)

-CINE 31

-Cinema is my Life

-Cinematograficamente Falando...

Cumprimentos a todos!


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