
A caminhar seguramente para o fim, e meses após o candidato anterior ter exposto as suas escolhas, eis que o brasileiro Hugo, autor do blogue Cinema- Filmes e Seriados, nos deixa os seus cinco maiores guilty pleasures.
Direção - Frank Coraci
Elenco - Adam Sandler e Drew Barrymore
Considero Adam Sandler um ótimo comediante, porém a maioria de seus filmes são ruins. Eu gosto deste em virtude da história se passar nos anos oitenta e pela deliciosa trilha sonora de músicas da época, que tocam durante os diversos casamento apresentados no filme.
2 - Comando para Matar (Commando, 1985)
Direção - Mark L. Lester
Elenco - Arnold Schwarzenegger
Um dos roteiros mais absurdas da história do cinema, porém ao mesmo tempo sensacional como filme de ação. Schwarzenegger levanta um elevador panôramica de shopping, pula de um avião e mata um exército completo. Um exagero que diverte os fãs de ação.
Direção - Paul W. S. Anderson
Elenco - Christopher Lambert, Robin Shou, Cary Hiroyuki Tagawa
Os críticos odeiam os trabalhos de Paul W. S. Anderson, que em sua maioria são longas caros, cheios de efeitos especiais, mas com cara de filme B. Este é o caso de "Mortal Kombat", que mesmo com defeitos, agrada e muito. As lutas são legais, as composições dos personagens são bem parecidas com o jogo e a atuação do canastrão Christopher Lambert como Lord Rayden é cínica e memorável.
Direção - Rob Bowman
Elenco - Christian Bale, Matthew McConaughey, Izabella Scorupco, Gerard Butler
O filme mistura a temática de "Mad Max" com filmes medievais, ao mostrar a Terra devastada por dragões e um grupo de pessoas tentando lutar para matar os animais. As cenas de ação são muitas boas, assim como os efeitos especiais e os assustadores ataques de dragões. O elenco também é ótimo e destaco principalmente Matthew McConaughey como um caçador de dragões totalmente maluco e com a cabeça raspada.
Direção - Greg Mottola
Elenco - Jonah Hill, Michael Cera e Christopher Mintz Plasse
Mesmo com o roteiro reciclando situações de diversas comédias adolescentes, fica difícil não rir da aventura dos três jovens neste filme politicamente incorreto ao extremo, recheado de palavrões e piadas sobre sexo. O carisma do falador Jonah Hill, do tímido Michael Cera e do inacreditável Christopher Mintz Plasse como McLovin, valem a sessão.










Quando era puto (há 5 minutos atrás...) adorava esta épica xungaria que adaptava a já de sí epicamente xunga série animada He-Man and the Masters of the Universe. Revi-o aí há um ano e... bem, por pouco não me caíam lágrimas dos olhos. Não consigo resistir a um filme de super heróis que basicamente recupera grande parte das ideias de George Lucas em Star Wars e as copia sem dó nem piedade. O realizador tem quase nome de artista (Gary Goddard), mas a diferença que um “d” a mais pode fazer é aqui bem visível. E Dolph Lundgren é o poço de expressividade do costume, calculando-se que até tenha intimidado Frank Langella. Mas agora a sério, adoro Langella como Skeletor, uma personagem operática que o actor transforma em algo nunca visto. Até hoje, ainda sei de cor o seu monólogo na parte final em que se transforma num deus. E o arrepio na espinha é inevitável.
Ficção científica de série B produzida em 1980, mais famosa pela banda sonora dos Queen do que propriamente pelos seus méritos cinematográficos. Desde uma primeira cena em que o terrível Imperador Ming (Max von Sydow, sim, o próprio) se diverte a provocar desastres naturais na Terra pressionando botões de uma máquina, até à espectacular (errr...) batalha final inter-espécies, tudo tem um aspecto verdadeiramente foleiro (já o tinha quando eu me fartava de o ver na infância), mas completamente viciante, especialmente os diálogos e os efeitos especiais. Adoro! Ponto extremamente positivo e sem discussão possível: Ornella Muti era das mulheres mais bonitas do planeta.



















