Firewall


Jack Stanfield(Ford)é um informático que trabalha num banco.Numa noite, um amigo seu apresenta-o a Bill Cox(Bettany), um homem de negócios que quer fazer um investimento no banco onde Jack trabalha.Mas Cox acaba por revelar ser o chefe de um bando que tem a família de Jack prisioneira, e que exige que Jack roube o seu próprio banco.
Que Harrison Ford foi um dos maiores e mais carismáticos heróis cinematográficos das últimas duas décadas, ninguém duvida. Agora, tenho a certeza que até o público e os seus maiores fãs já se terão conformado com o facto de que Ford está demasiado envelhecido para determinados papéis. Pois, aparentemente, o realizador Richard Loncarine ainda não se terá conformado com este facto.
É que ver o personagem de Harrison Ford, casado com uma mulher que tinha idade para ser sua filha, pai de duas crianças que tinham idade para ser seus netos, e a espancar criminosos trinta anos mais novos, era cliché à dez anos atrás Agora, é simplesmente ridículo.
É também chato ver um argumento com algum potencial e inovação, ser desperdiçado em mais um filme de pancadaria e, finalmente, é triste ver o enorme talento de Harrison Ford, bem como o de Paul Bettany(que se revelou um excelente vilão) serem também desperdiçados numa fita tão medíocre.
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Tesouro Encalhado



Ben Finnegan(McCounaghey) é um caçador de tesouros, obcecado com o "dote da rainha", um tesouro composto por 40 arcas de ouro e que se afundou nos anos 1700.Ao descobrir uma nova pista, Ben convence a sua ex-mulher(Hudson) a ajudá-lo e um milionário(Sutherland) a financiá-lo.

Mais uma "comédia" igual a tantas outras, com Matthew "McMamas" a provar e a comprovar que é o pior actor de Hollywood.Para além de representar pessimamente mal, McCounaghey sofre também neste filme, de um visual extremamente mal trabalhado(mais um defeito para juntar aos vários de "Tesouro Encalhado"). Kate Hudson lá anda, como o costume, a cimentar a sua imagem de palhaça e a fazer-nos e a fazer-nos esquecer a sua nomeação para os oscares.

"Tesouro Encalhado" vale apenas pelas fotografia, com belíssimas paisagens porque, se já como comédia simplesmente não tem piada, como filme de aventuras falta-lhe credibilidade...
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Quando os pósters dão para o torto...(I)

Keanu Reeves utiliza os seus poderes sobrenaturais para disparar a arma sem premir o gatilho


Pacino e De Niro:dois gémeos siameses e com ar de quem vão espancar o fotógrafo



O que estará Nicolas Cage a fazer???
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Edições em DVD-O Estranho Caso de Benjamin Button


A obra-prima de David Fincher foi o melhor e o mais marcante filme de 2008. Como tal, eu simplesmente tinha de possuir este filme de qualquer forma.

Antes da análise, propriamente dita, fica só uma pequena nota de aborrecimento em relação às distribuidoras portuguesas(mais uma vez), ao confessar a minha desilusão por apenas existirem três edições de "O Estranho Caso de Benjamin Button", não sendo nenhuma delas particularmente fabulosa.Pelo menos em termos de formato, mesmo a melhor edição (que é a que possuo) não se destaca em nada por fora como o fez, por exemplo, o Batpod de "O Cavaleiro das Trevas".
Começando pela capa, está bem conseguida mas não passa do poster oficial do filme, tal como a contracapa. Em relação aos menus de ambos os discos, nota negativa por apenas apresentarem uma imagem parada.Já não se admite nas edições de hoje...


Em relação aos extras, propriamente ditos, existem maioritariamente três deles:
O primeiro é um conjunto de catorze mini-documentários, com cerca de quinze minutos cada um. Quando vistos como um só, a sua duração acaba por ser quase a mesma do filme, o que nos faz concluir que não há pormenor absolutamente nenhum que não seja explorado e explicado ao expectador de forma excepcionalmente eficaz.Estas featurettes acabam por pecar por não terem uma ordem especifica, sendo que tão depressa se está a falar dos efeitos especiais, como se passa para os actores e também por atribuírem mais ênfase aos assuntos técnicos, deixando temas como o recrutar do elenco ignorados.
Quanto ao segundo extra, este é um conjunto de Trailers e Spots de TV.Este género de extras sempre foi o meu favorito, contudo e para minha infelicidade, tive o desprazer de constatar que apenas existem dois trailers e nada de spots de TV! Publicidade enganosa ou simplesmente um grande azar que eu tive de a minha edição estar incompleta?
Finalmente, esta edição está ainda repleta de galerias de imagens que, apesar de interessantes ao início, se podem tornar maçadoras.
Há tempo ainda para um extra escondido, sobre a criação de Benjamin Button enquanto bebé e ainda um comentário áudio de David Fincher durante o filme, no primeiro disco, mas que ainda ainda não tive oportunidade de ver.
Para concluir, a edição especial em dois discos de "O Estranho Caso de Benjamin Button" não é má de todo, mas esperava-se algo mais grandioso para um filme tão grandioso.

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Um novo Membro no Cinemajb

Olá a todos, estou a escrever esta pequena mensagem só para me apresentar como novo colaborador do Jackie Brown.

Esta será a minha primeira experiência a escrever num blog por isso gostava que me comentassem para me ajudar a ser melhor já que estou ainda só no inicio.

O primeiro filme que vou argumentar será um musical do famoso Tim Burton "Sweeny Todd: O Terrível Barbeiro de Baker Street"

Agradeço
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O Projecto Blair Witch

Três estudantes partem para a floresta, no intuito de produzirem um documentário amador, mas acabam por desaparecer. Anos depois, as suas filmagens são encontradas.

"O Projecto Blair Witch" foi um dos mais revolucionários filmes de sempre. Não porque é uma grande produção, com um grande orçamento, mas precisamente pelas razões opostas ao provar que um grande orçamento não é essencial(nem necessário, aliás) para produzir um filme de qualidade. Claro que é de referir o inovador formato cinemaográfico apresentado.

Começando pelos pontos mais negativos, há que referir o argumento. Se é original? Totalmente. Inovador? Com certeza. Apresenta os factos à pressão devido à curta duração do filme? Sim. É desequilibrado, onde obtemos uma meia hora algo aborrecida e um climáx nos últimos cinco minutos do filme? Também.

Depois, há que referir ainda que o facto de não ser visível qualquer tipo de monstro é uma faca de dois gumes. Se, por um lado, a imaginação do espectador fica em aberto, também é facto que o choque é menor. Resulta como filme de suspense, acabando por enfraqueçer o lado do terror.

Quanto ao elenco, o trio de protagonistas é um verdadeiro achado. Especialmente Heather Donahue, que nos oferece uma interpretação fabulosa.

No geral, "O Projecto Blair Witch" é um filme bastante interessante e diferente, mas que podia ter sido ainda mais se todo ele(ou grande parte) fosse igual aos últimos cinco minutos.
"I'm so scared. I'm scared to open my eyes. I'm scared to close them."
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Afinal ainda demora três anos..


Gary Oldman, o intérprete do Tenente James Gordon, confessou que a próxima aventura de Batman apenas começará a ser feita em 2010, e demorará mais dois anos.

Chirs Nolan está novamente na realização e Chris Bale novamente como Batman.
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Efeito Borboleta


Evan Treborn(Kutcher) tem,desde a infância, bloqueios de memória em acontecimentos marcantes da sua vida.Numa tentativa de o ajudar,o psicólogo que o acompanhava em criança,aconselhou-o a manter pequenos diários sobre a sua vida. Agora adulto,Evan apercebe-se que,ao ler estes diários, pode voltar ao passado, vivendo e mudando certos acontecimentos. Mas, ao fazê-lo, Evan vai constatar as terríveis consequências destas mudanças.

"Efeito Borboleta" é um filme de 2004 que dividiu muitas opiniões.Se uns o consideram fraco, outros o acham fabuloso.É, portanto, daquelas fitas que ou se adora ou se odeia. Pouco antes de o ver,confesso alguma minha relutância na altura, devido a esta divisão tão grande de opiniões, e também outros factores como o facto de ser protagonizado pelo palhaço de serviço, Ashton Kutcher, alguém por quem eu não morro de amores. Assim, presumi logo que "Efeito Borboleta" não seria do meu agrado, certo? Errado!
Pois podem crer que adorei profundamente o filme. Achei-o fantástico, encantou-me, absorveu-me e convenceu-me por completo.Mas podemos começar por dividir "Efeito Borboleta" em duas partes.
A primeira, é uma visão sobre a infância do personagem principal. Muito bem feita, esta opção dos realizadores que é obviamente preferível a meia dúzia de flashbacks(até porque,devido à sua natureza, o filme já tem tantos), e que fazem com que o protagonista Kutcher apareça apenas com uma hora de filme. Mais do que uma mera introdução, esta é uma profunda análise sobre os acontecimentos mais marcantes da vida de Evan(que curiosamente se dão todos na infância,um dos poucos erros do filme), e as razões que o levam a ter o dom que tem e, sobretudo, as razões que o levam a utilizá-lo. Fecho esta parte referindo o excelente elenco juvenil que protagoniza a infância de Evan,com especial destaque para Jesse James, como o perturbado Tommy.
A partir daqui, vemos a idade adulta de Evan, ainda melhor construída. Aqui, podemos ver a intriga e a descoberta, numa primeira fase, e o desespero e angústia numa segunda. Um filme aparentemente de ficção consegue evoluir para um drama extremamente intenso, sem nunca deixar de captar com grande eficácia a atenção e interesse do espectador, muito em parte devido às constantes mudanças que o filme sofre. O argumento prima também por conseguir(ao contrário de muitos) tapar todos os seus buracos quando o filme acaba.
Há que referir ainda o único ponto comum nestas duas histórias, que é nada menos do que uma lindíssima história de amor entre Evan e Kayleigh(Smart).
No entanto,há que referir que o título do filme se encontra completamente inadequado,visto a fita representar precisamente o contrário:"efeito borboleta" é uma teoria que defende que, indepentemente do que façamos, o resultado final acaba por ser o mesmo.Já o filme "Efeito Borboleta" retrata que basta mudarmos um pequeno pormenor, para toda a nossa vida se alterar. Curioso, não?
O filme protagonizado por Kutcher tem ainda a particularidade de possuir quatro(possivelmente cinco) finais diferentes.O da versão que eu vi,é também o meu favorito, é aquele em que (SPOILER) os protagonistas se olham e seguem o seu caminho, separados(FIM DE SPOILER). Por isso, destaque para o excelente final, extremamente bem acompanhado pela canção "Stop Crying Your Heart Out", dos Oasis.Vejam-na aqui,é fantástica:

É tempo agora de falar do elenco, e dar a mão à palmatória, afirmando com toda a certeza que Ashton Kutcher tem uma interpretação muito boa. Agarra o papel na perfeição, e prova a todos(eu incluído) que, afinal, tem muito talento. Só tenho pena que não se envolva mais neste tipo de projectos, sendo "O Guardião" a única excepção.Também no mesmo patamar qualitativo está uma excelente Amy Smart. Destaque ainda para presenças muito boas, mas discretas, de Eric Stoltz e Melora Walters.

Para concluir, tenho apenas a dizer que "Efeito Borboleta" um filme fabuloso. É o primeiro(e o mais improvável), em algum tempo, a conseguir de mim uma nota tão elevada.
E não, não é um Guilty Pleasure. Este não...

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Borat

Borat(Sacha Baron Cohen) é um repórter do Cazaquistão que vai seguir o seu sonho de viajar para a América,para fazer uma reportagem sobre os costumes americanos.Mas Borat depressa vai esquecer tudo isto,ao ficar maravilhado com Pamela Anderson.

"Borat" é um dos filmes mais polémicos da última década e Cohen um dos mais polémicos comediantes do seu tempo.Aliás,é errado classificar "Borat" como filme."Borat" é sim,um complexo estudo social não sobre o Cazaquistão,mas sobre a aparentemente perfeita américa e sobre a sua podridão.Apesar da cobertura humorística de que "Borat" se veste,de forma a causar menos impacto, é um documentário com intenção de dar um estalo de luva branca em toda a América.
Agora,há que ver as coisas do prisma americano.Se fossemos nós a andar na rua,gostaríamos de ser usados como objecto de gozo,por parte deste britânico cheio de lata?É certo que tem piada,mas não deixa de ser chato para as pessoas usadas.

Falando agora um pouco de Baron Cohen,será justo afirmar que este mereceu o Globo de Ouro,conquistado a estrelas como Johnny Depp?Eu penso que sim.A forma como Cohen concebeu o personagem,o seu visual,forma de andar e,claro,o maravilhoso sotaque.E se formos a pensar que Cohen é britânico,ainda mais aplauso têm de ser atribuídos.

Há que referir ainda o fabuloso argumento do filme,a transpirar inovação e humor,desde pormenores como Borat a lavar a cara na sanita até frases como "What gun would you recommend to shoot jews?".
Para concluir,"Borat" é uma obra interessante,hilariante e polémica.Os seus momentos de humor oscilam entre o genial(aula de condução) e o exagerado(luta pelo hotel).
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Voltando(mais ou menos) à normalidade

Certamente repararam que o blogue sofreu,não uma,mas várias mudanças,a nível visual e estético.Não está muito bom,mas ao menos agora está minimamente apresentável.
Contudo,faltam ainda limar algumas arestas,nomeadamente a nível do cabeçalho,mas já não se justificava,após quatro dias,que a interrupção continuasse.
Assim,o blogue vai sofrer ainda alguma ligeiras mudanças,mas o essencial(e necessário) já foi devidamente tratado,e o blogue está agora de volta às notícias e críticas.

Como não podia deixar de ser,conto com a vossa opinião sobre o renovado Cinemajb,e possíveis sugestões ou críticas,neste ou outro aspecto.

Finalmente,gostaria apenas de reforçar o agradecimento ao Filipe Assis,do CINEROAD,peça fulcral(e paciente...) na renovação do blogue.
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