Tenho pena de não ter descoberto isto mais cedo...


In one of his final TV interviews, viewable online, Heath Ledger can be found refuting any posthumous speculation that the Joker role somehow got inside his head, contributing to the circumstances surrounding his death. “That was the most fun I’ve ever had—probably ever will have—playing a character,” he says, his future-tense prediction all too heartbreakingly accurate. He found a worthy fun-mate in Christopher Nolan, a mind-warp specialist who broke through in 2000 with Memento and successfully rebooted the Batman franchise in 2005 with Batman Begins. “My thoughts [for the Joker] were identical to his,” Ledger said of his director, and the result—a barmy, creepy hybrid of Beetlejuice and Ratso Rizzo—is compellingly odd and worlds apart from Jack Nicholson’s hammy 1989 version. “I believe whatever doesn’t kill you,” Ledger’s Joker says, in a killer entrance line, “simply makes you … stranger.” Hunched and stringy-haired, slathered in Robert Smith–like makeup gone horribly wrong, Ledger is unrecognizable as the man who played Ennis Del Mar in Brokeback Mountain or as the handsome, deep-voiced, Australian-accented 28-year-old he was in real life. As the Joker slouches across the screen, Ledger’s commitment to Nolan’s conception of the role comes off not as some black journey into the depths of the soul but as a hoot.
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O Exterminador Implacável:A Salvação


Esta análise contém SPOILERS.
Depois do Dia do Julgamento, corre a guerra aberta dos homens contra as máquinas. O ano é 2018, e o líder da Revolta Humana, John Connor(Bale) tenta desesperadamente encontrar o jovem Kyle Reese(Yelchin), o seu futuro pai. Mas antes de John o encontrar, Kyle cruza-se com Marcus Wright(Worthington), um misterioso homem.

Seis anos depois do relativamente mal-sucedido "O Exterminador Implacável 3-Ascenção das Máquinas", Hollywood decidiu dar o tudo por tudo e deitar a cartada final(?) nesta saga já algo massacrada.E o "tiro" saiu muito ao lado.

Para começar temos um argumento adolescente e que apenas visa o estatuto de "muita parra, pouca uva". Alguém atirou para a história um novo e misterioso elemento, que todos pensam ser capaz(com este mesmo misticismo) de cativar as audiências.Contudo, esqueceram-se de algo importante:respostas.
Tudo o que sabemos sobre este personagem é que é uma máquina que pensa ser um homem, mas e o resto? Porquê que é assim? Por que lhe fizeram isto?E porquê a ele especificamente?E porque pensa ser humano? E porque luta por eles?
Tudo perguntas a que Helena Bonham Carter (num papel puramente comercial e muito desaparoveitado), tenta responder, já no final da fita. E a única coisa que dali se conclui é que, também ela, não andou lá a fazer nada.

Ora com buracos como estes, nem os excelentes efeitos especiais, nem o elenco podiam salvar o filme. E não o fazem.

Em primeiro plano temos um Christian Bale que tinha tudo para brilhar, porém não o faz. Bale perde-se entre o razoável e o overacting e o resultado é uma mistela mal trabalhada.
O mesmo se aplica ao restante elenco, no geral.

Resta agora um espacinho nesta análise para analisarmos as referências e homenagens aos outros filmes.
A primeira que quero referir é a aparição de "Arnold Scharzenegger". Eu, enquanto via o filme, não tinha a certeza se esta aparição se ia mesmo concretizar. Mas tinha a certeza do que esperar: um cameo todo estiloso do velho "T-800".E o que temos nós?! Um "Scharzenegger" todo nu da cabeça aos pés, a dar porrada no Bale. E, provavelmente, pergunta-se-ão o porquê das aspas no nome de Scharzeneger. Estão lá, pois eu realmente não consegui perceber se era mesmo Scharzenegger(o que eu duvido), ou apenas uma recriação digital do seu rosto(o que eu acho ridículo). Se alguém me pudesse esclarecer esclarecer esta dúvida, agradecia.
Temos também a mítica frase "I'll be back.", usada na fita de McG. E, devo dizer, nota negativa também para esta "homenagem", completamente descontextualizada e afirmada por um arrogante Christian Bale.
Finalmente, temos ainda uma breve passagem da canção "You Should Be Mine". Nota igualmente negativa, pois para além de ser utilizada de forma idiótica, se pensarmos um pouco, constatamos a quase impossibilidade desta referência.

Enfim, esta nova fita da série "Exterminador Implacável" não é, de todo, a salvação que se esperava...

"This is war, Connor. Lidership has its cost. You, above all, should know that."

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Uma Sogra de Fugir


Charlotte(Lopez) é uma jovem passeadora de cães, com o desejo de se tornar estilista, que parece ter finalmente encontrado o homem certo(Vartan). Ambos decidem casar, contudo Charlotte terá de conquistar a sogra(Fonda).

Mas que triste regresso para Jane Fonda. Tristíssimo aliás. O seu talento e beleza não compensam a falta de ambos, por parte de Jennifer Lopez.

Este produto nem a típica comédia romântica é, mas sim a típica comédia parva.Só que em vez de termos uma divertida luta entre dois jovens, ou duas jovens, temos um "texugo" na casa dos 30 a esbofetear uma senhora na casa dos 70, e vice-versa. É que nem gags existem!

Só não leva a nota mínima devido a "Miss Fonda" e à sua improvável companheira, a sempre bem Wanda Sykes.Porque se dependesse de Jennifer Lopez, acho que era 0 estrelas...
"He gave her a ring.His mom gave her a finger."
(Sim, as frases do filme eram demasiado fracas, pelo que tive de usar a tagline...)


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O Sexto Sentido


Esta análise faz parte do "Especial M. Night Shyamalan".

Esta análise contém SPOILERS.

Malcolm Crowe(Willis) é um brilhante psicólogo que se especializou em tratar crianças com problemas mentais. Numa noite como tantas outras, a sua casa é invadida por um ex-paciente, agora adulto, que, ainda mentalmente transtornado acaba por balear Crowe, suicidando-se de seguida.
A acção avança até "o Outono seguinte" onde acompanhamos Crowe, já recomposto do incidente, e agora com um novo caso em mãos: Cole Sear(Osment), uma criança que diz ver pessoas mortas.

Existe um espírito em "O Sexto Sentido" que se destaca de todos aqueles que Cole Sear encontra. Esse é a câmara de M. Night Shyamalan, que acompanha toda a trama com um misto de discrição e nervosismo constantes. Eu sei, dois antónimos, mas que Shyamalan concilia na perfeição.
A forma como Shyamalan filma é de uma intensidade incrível, que agarra qualquer um à cadeira, ao mesmo tempo fascina até o espectador com a mais tenra idade.
E enquanto escrevia esta última afirmação, lembrava-me de um dos primeiros encontros entre Malcolm e Cole, onde Malcolm propõe que joguem um jogo, onde este tem de adivinhar o que Cole está a pensar, sob pena de Cole abandonar a sala se Malcolm falhar. Não sei se se recordam, mas a câmara espiritual de Shyamalan "toma de assalto" o corpo de Cole e começa a afastar-se e a aproximar-se como este fazia.
Noutros aspectos técnicos, torna-se empírico referir a banda sonora de James Newton Howard, bem como a direcção artística e a fotografia.

Passemos agora a um ponto fulcral em todo o filme:o argumento. Para muitos, este é genial e apresenta um dos melhores twists finais de sempre. Para outros, é previsível acima de tudo.
Eu cá fico-me pelo meio termo. Quando assisti a "O Sexto Sentido" já sabia que o personagem de Bruce Willis estava morto o tempo todo, pelo que me concentrei em tentar perceber se tudo "encaixava" bem durante o filme, o que de facto acontece.
Sendo assim e apesar de tudo, penso que é um excelente argumento e um fantástico twist. Em relação à previsibilidade do argumento, penso que isso depende dos níveis de perspicácia de cada um. É certo que existem cenas, como o jantar entre Malcolm e a sua mulher ou o facto de esta estar sempre sozinha e com lenços de papel à volta que podem estragar o final.
No entanto, penso que não são estes aspectos que comprometem o twist, mas outros como o facto de Malcolm andar sempre sozinho e aparecer miraculosamente em casa de Cole e etc...
Claro que isto pode ser fundamentado com "os mortos apenas vêm o querem", mas eu mantenho-me(e mantive aquando da minha visualização da fita) sempre algo apreensivo.

Finalmente, tenho que referir o elenco, e penso que existem três palavras que o resumem muitíssimo bem:HALEY JOEL OSMENT.
Não me entendam mal. O resto do elenco está muito bem.
Bruce Willis está excelente, embora muito afastado do género de papéis que costuma interpretar(o que apenas comprova a versatilidade do actor), e Toni Collete está igualmente irrepreensível.
No entanto, certamente concordarão que ambos estão longe do jovem prodígio Haley Joel Osment. A forma como fala, anda, as suas expressões faciais. O jovem Osment consegue atormentar qualquer um.Quanto a mim, o oscar estava entregue ali, naquele momento.
E não, não me esqueci da curta, marcante e irreconhecível presença de Donnie Whalberg, que em poucos minutos consegue superar o seu irmão em todo o tempo de "O Acontecimento".(Eh eh eh...).

Para concluir, "O Sexto Sentido" é um filme maravilhoso, uma obra-prima do Cinema moderno. É tudo aquilo que diziam sobre ele e um pouco mais.

"I see dead people."

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