As mudanças estão a chegar

O blog que conhecem como Dragon Ball Z jb irá a partir de agora sofrer várias mudanças, passando a retratar os meus interesses pessoais no geral.

Dêem uma passada!
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Posters: Altos e Baixos (2)



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O Amanhã Nunca Morre


Bond (Brosnan) tem de impedir a 3.ª Guerra Mundial, que poderá ser causada pelas mãos de Elliot Carver (Pryce), um barão dos media que pretende adquirir direitos vitalícios de transmissão na China.

À partida e após alguns minutos, é possível afirmar com toda a certeza que "O Amanhã Nunca Morre" era o mais promissor de todos os filmes da série James Bond que já vi.
Assim, é com muita pena que o vemos, de forma gradual mas clara, a tornar-se num verdadeiro "O Mundo Não Chega". Não fosse a primeira meia hora/45 minutos, e o resultado final não se afastava muito da fita referida.

Mas é precisamente na primeira etapa que "O Amanhã Nunca Morre" é tão bem-sucedido, servindo-se de uma premissa assaz inteligente, uma das melhores introduções que a série já viu e uma relação muito bem conseguida entre Bond e Paris Carver (Hatcher), que claramente serviu de base para a de Bond e Vesper em "Casino Royale".
Tudo isto acompanhado das, como não podia (devia, porque alguns nem isto fazem bem) deixar de ser, deliciosas one-liners.

Quanto ao elenco, Brosnan mostra mais carisma do que garra mas acaba por não estar mal. Jonathan Pryce não é um mau vilão de todo mas também já se viu melhor. O melhor elemento é então a veterana Judi Dench.

Enfim, não fossem as garras da banalidade terem-no apanhado, e "O Amanhã Nunca Morre" poderia ser um dos melhores filmes da saga Bond.


"-With all due respect,M, sometimes I don't think you have the balls for this job.
-Perhaps. The advantage is I don't have to think with them all the time."

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Space Jam


Michael Jordan tem de enfrentar o mais duro jogo da sua carreira de basquetebolista, ao unir-se aos Looney Tunes para juntos tentarem derrotar os Monstars, uma equipa de Aliens que pretende escravizar Bugs Bunny e companhia.

Um dos filmes mais marcantes e influentes de toda a minha infância, "Space Jam" é uma fita bastante bem conseguida, surpreendente a vários níveis e extremamente inovadora (para não dizer revolucionária).

Para além de cumprir os requisitos à partida já esperados, como a capacidade de entretenimento, os momentos humorísticos ou as técnicas utilizadas, "Space Jam" ganha ainda mais pontos ao se revelar um filme rico em outros aspectos que não chamam tanto a atenção da pequenada, mas mais de nós cinéfilos.
Neste campo, não há como não referir a capacidade de cativação e o amor claramente visível que "Space Jam" nutre pelo basquetebol. Qualquer indivíduo que assista a "Space Jam" fica imediatamente vulnerável à beleza deste desporto.

E se isto acontece, é em grande parte "culpa" de Michael Jordan que para além de ser prodigioso no basquetebol, prova ser também bem sucedido no campo da representação mesmo com um papel nada fácil, ainda para mais tratando-se de um estreante. Jordan é suportado pelas presenças cómicas de Wayne Knight e Bill Murray, este último numa genial representação dele próprio. Destaque ainda para um excelente desempenho vocal de Danny DeVito.

Arrisco-me a dizer, no entanto, que o melhor aspecto de "Space Jam" é a banda-sonora, onde para além de termos um James Newton Howard em boa forma, somos ainda presenteados com excelentes temas musicais, como "Fly Like an Eagle", "I believe I can fly" ou "Space Jam".

Enfim, uma pequena pérola este "Space Jam", subvalorizada e surpreendente.


"-What are you doing here?
-I got to take you back. You've got baseball practise.
-I can't. I'm helping my friends in a basketball game.
-Michael, you know that your friends are cartoon characters?
-Yeah, so?
-Nothing! It doesn't bother you, doesn't bother me."

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O Mundo Não Chega


James Bond (Brosnan) tem agora de proteger uma jovem milionária (Marceau) de um terrorista internacional (Carlyle).

"O Mundo Não Chega" é um num milhão, não só no vasto universo dos filmes de acção mas até mesmo na série de filmes de 007.

A premissa é desgastada e aborrecida, o argumento é recheado de clichés previsíveis (ao contrário de "Morre Noutro Dia", em que cada one-liner é uma pérola), a realização é frouxa e as interpretações pouco aplicadas, com excepção parcial para Pierce Brosnan, Robbie Coltrane e Judi Dench.

Nunca se espera muito de um filme de James Bond, mas esperava-se mais de "O Mundo Não Chega".


"I have never had Christmas (nome da mulher com quem estava/época natalícia) in Turkey."

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O Filme da Noite (XXXVI- De Domingo para Segunda)









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Tudo vai mudar

Nome, conteúdo, visual e até link! Tudo vai mudar no Dragon Ball Z jb.

Fiquem atentos.
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E é hoje que me atiro de cabeça... à Versão de Realizador



Ridley, tu não me desiludas!
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Posters: Altos e Baixos (1) |Série 2|



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Serpentes a Bordo


Neville Flynn (L. Jackson) é um agente do FBI que tem de escoltar John Saunders (Houghton), testemunha chave contra um mafioso. No entanto, o voo que ambos tomam é repleto de cobras venenosas.

"Serpentes a Bordo" é claramente um filme de série B. Este é um facto visível na abordagem rasca que o filme assume desde o início bem como uns efeitos especiais fracos e um recurso excessivo a cenas de violência extrema.

No entanto, o entretenimento acaba por estar sem dúvida garantido.
Quer dizer, qual é o cinéfilo que se preze que não quer ver o nosso "Bad Motherfucker" a lutar contra cobras num avião?!


"Enough is enough! I am tired of these motherfucking snakes on this motherfucking plane!"

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