Guilty Pleasures: Os Jardins Proibídos de um Cinéfilo





Irá chegar brevemente uma rubrica com este nome, cujo propósito é que um convidado especial enuncie os seus cinco maiores Guilty Pleasures, para mim, um dos fenómenos cinematográficos mais interessantes.

O primeiro convidado verá as suas análises expostas em breve.

Espero os vossos comentários.
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A Filha do Patrão


Tom Stansfield (Ashton Kutcher) tem um emprego pouco importante numa das maiores editoras livreiras de Chicago. Para além de não simpatizar nada com o seu patrão, Jack Taylor (Terrence Stamp), Tom está perdidamente apaixonado pela sua filha, Lisa (Tara Reid).

Eis, definitivamente, um dos piores filmes que já vi em toda a minha vida.
"A Filha do Patrão" é um filme que, aparentemente, espelha a incompetência (e estupidez, sejamos francos) de toda a sua equipa técnica, sendo mesmo capaz de desperdiçar os seus escassos recursos (Terrence Stamp, que podia ter interpretado um dos melhores personagens cómicos dos últimos anos, ou uma carismática presença de Michael Madsen são alguns deles) em favor de um punhado de cenas completamente ridículas, sem nenhum elo condutor e muito, muito nojentas.

Um filme de desperdícios, um filme enganador. Uma nulidade total.


Nenhuma frase a merecer destaque.

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Os Substitutos


Num futuro próximo, 98% da população humana fica trancada em casa todos os dias, enquanto envia no seu lugar robôs com uma aparência mais ou menos semelhante à sua. Quando um homicídio ocorre, o primeiro em anos, o detective Tom Greer (Bruce Willis) vê-se forçado a investigar pessoalmente o caso, quando o seu substituto é destruído.

Esta sinopse que aqui indiquei deveria acontecer na primeira meia hora de filme e não na última. Mas infelizmente é a segunda hipótese a verídica, e "Os Substitutos" passa uma hora a arrastar a inevitável aparição"McClainica" de Bruce Willis.
E esta, quando finalmente se dá, é completamente decepcionante. A acção é quase escassa e o actor americano aparenta estar sem garra e carisma, qualidades estas que evidenciou de forma clara na sua curta prestação em "Pânico em Hollywood".
Já o resto do filme, neste caso a primeira hora, é pautada pela presença do "Bruce Willis substituto" que é, diga-se, completamente ridículo a todos os níveis, especialmente no visual.

Portanto, na vertente do entretenimento, "Os Substitutos" falha redondamente. A nível de potencial argumentativo, a fita de Jonathan Mostow tinha também algum, mas que é totalmente desperdiçado em semelhanças escusadas mas óbvias com "Eu, Robot" (o papel de James Cromwell é o cúmulo), que lhe abatem toda a credibilidade.

Mais uma desilusão. Já começam a ser demais, este ano...


Nenhuma frase a merecer destaque.

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2012


Segundo o calendário Maia, o nosso mundo chegará ao fim no ano de 2012. Mentira? Parece que não, pois no dito ano a crosta terrestre começa a fragmentar-se, originando uma série de eventos cataclismicos.

Nada como utilizar o bom português para melhor expressar o sentimento chave presente em "2012" do princípio ao fim: Roland Emmerich passou-se. Mas passou-se mesmo.

Pois diante de tanta destruição e calamidade, Emmerich perdeu completamente o fio à miada, tornando "2012" numa fita onde a verdadeira intenção é mostrar a debilidade dos seres humanos perante os efeitos especiais.

E sim, os efeitos especiais (prodigiosos, o filme deverá vencer tudo nas categorias técnicas) são o único ponto realmente trabalhado em "2012".

Argumento? Esqueçam. Carregado de clichés e cenas absurdas.
Realização? Nem pensar. Do mais básica possível e tão inconsequente que acaba por se aniquilar a si própria, visto que tanta destruição se torna visualmente esgotante ainda com o filme a meio.

O elenco é surpreendente e oscilante. Se os nomes mais famosos como John Cusack, Amanda Peet ou Thandie Newton se arrastam no limiar da superficialidade, é a dupla Chiwetel Ejiofor e Oliver Platt que garante os melhores momentos da fita. Destaque ainda para o veterano Danny Glover e o sempre carismático Woody Harelson.

"2012": Uma das maiores desilusões do ano, que deixa ficar mal até "O Dia Depois de Amanhã"...


"-Now you wish you had shower.
-Sr.?
-You're about to meet the president, son."

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10 Breves Perguntas


E eis que numa nova iniciativa do dinâmico Roberto Simões, autor do blogue CINEROAD- A Estrada do Cinema, fui convidado para a rubrica 10 Breves Perguntas, cujo objectivo é precisamente responder a 10 breves perguntas sobre cinema com 10 breves respostas.

Fica então o agradecimento ao Roberto pelo convite, e para aqueles que quiserem saber as minhas respostas, vejam-nas aqui.
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Posters: Altos e Baixos (3)



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Agora Sim!


Não sou muito de publicar vídeos mas... que Trailer magnífico.

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As mudanças estão a chegar

O blog que conhecem como Dragon Ball Z jb irá a partir de agora sofrer várias mudanças, passando a retratar os meus interesses pessoais no geral.

Dêem uma passada!
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Posters: Altos e Baixos (2)



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O Amanhã Nunca Morre


Bond (Brosnan) tem de impedir a 3.ª Guerra Mundial, que poderá ser causada pelas mãos de Elliot Carver (Pryce), um barão dos media que pretende adquirir direitos vitalícios de transmissão na China.

À partida e após alguns minutos, é possível afirmar com toda a certeza que "O Amanhã Nunca Morre" era o mais promissor de todos os filmes da série James Bond que já vi.
Assim, é com muita pena que o vemos, de forma gradual mas clara, a tornar-se num verdadeiro "O Mundo Não Chega". Não fosse a primeira meia hora/45 minutos, e o resultado final não se afastava muito da fita referida.

Mas é precisamente na primeira etapa que "O Amanhã Nunca Morre" é tão bem-sucedido, servindo-se de uma premissa assaz inteligente, uma das melhores introduções que a série já viu e uma relação muito bem conseguida entre Bond e Paris Carver (Hatcher), que claramente serviu de base para a de Bond e Vesper em "Casino Royale".
Tudo isto acompanhado das, como não podia (devia, porque alguns nem isto fazem bem) deixar de ser, deliciosas one-liners.

Quanto ao elenco, Brosnan mostra mais carisma do que garra mas acaba por não estar mal. Jonathan Pryce não é um mau vilão de todo mas também já se viu melhor. O melhor elemento é então a veterana Judi Dench.

Enfim, não fossem as garras da banalidade terem-no apanhado, e "O Amanhã Nunca Morre" poderia ser um dos melhores filmes da saga Bond.


"-With all due respect,M, sometimes I don't think you have the balls for this job.
-Perhaps. The advantage is I don't have to think with them all the time."

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