Brevemente

Read more

Grandes Prémios Cinemajb: Os 10 Melhores Posters

Depois do pior, é altura de revelar o melhor do marketing cinematográfico do ano que passou.
Aqui ficam os 10 Melhores Posters de 2009.


10.º Lugar- "Sexta-Feira 13"

A simplicidade cria o medo.


9.º Lugar- "Sherlock Holmes"

Ainda hoje me custa a perceber porque razão não é este o poster final do filme de Guy Ritchie. Robert Downey Jr. transmite estilo e muita segurança.


8.º Lugar- "Up-Altamente"

A forma como a própria atracção do filme parece ter sido menosprezada, faz deste um poster maior.


Só a cara de Kevin James é suficiente para um efeito cómico de grande eficácia. Muito bem conseguido.


6.º Lugar-"O Exterminador Implacável: A Salvação"

Perturbador e apocalíptico.


5.º Lugar- "A Origem"

Um poster tão intrigante quanto cativante.


5.º Lugar- "Um Conto de Natal"

Um efeito magnífico, a seguir a beleza visual que o filme certamente possuirá.




De uma beleza surpreendente. Numa imagem, define um filme.
E claro que a tagline ajuda.


2.º Lugar- "2012"

Provocador, corajoso e determinado.


1.º Lugar- "O Sítio das Coisas Selvagens"

Confesso, senti-me completamente tocado por este poster.
Maravilhoso, um hino à inocência.
Read more

Ultimato

Jason Bourne (Matt Damon) está mais determinado do que nunca em descobrir todas as ramificações da conspiração em que está envolvido, ao mesmo tempo em que persegue incessantemente a sua identidade.

A fasquia foi claramente elevada com "Supremacia", a segunda fita desta trilogia de acção, e também realizada por Paul Greengrass. A meu ver, o realizador tinha como meta a elaboração de algo que superasse o seu anterior produto, e que simultâneamente oferecesse uma conclusão à altura do hype criado à volta da trilogia.
Infelizmente, este "Ultimato" nada mais é do que um exercício vazio de inovação, e cujo interesse para o fim de Jason Bourne é tão pequeno, que o próprio filme chega a ser escusado.
Mas já lá iremos.

Independentemente de não ter atingido a sua meta, "Ultimato" é, antes de mais e sobretudo, um excelente filme de acção. Sequências brilhantemente orquestradas, originais e de grande fôlego, aliadas a um Matt Damon tão seguro e credível quanto apelativo, graças ao crescente misticismo que imprime a Bourne. Aqui, o mérito vai também para Paul Greengrass.

Infelizmente, Greengrass acaba por perder o controlo sob o seu próprio e peculiar estilo de realização, insistindo constantemente numa câmara tremida que provoca um misto nada simpático de irritação e frustração no espectador (excepção feita às cenas de acção, onde este estilo cai como uma luva).

É no entanto a sensação de déja-vu que perdura, uma vez que "Ultimato" acaba por ser muito semelhante a "Supremacia" em vários aspectos, senão quase todos.
E no factor que o podia distinguir da fita de 2004, a conclusão exigida, é onde
"Ultimato" mais falha com um final pouco coerente, inacabado e muito decepcionante. Não existe um twist, não existe uma pose final, e praticamente não existe Albert Finney (tanto tempo à sua espera, para uma aparição de 10 minutos.)

"Ultimato" é, sem dúvida, uma boa fita de acção. Mas já tinhamos uma.


"Listen people, do you have any idea who you're dealing with? This is Jason Bourne! You are nine hours behind the toughest target you have ever tracked."

Read more

Escola de Rock


Dewey Finn (Jack Black) era o líder abusador de uma banda de rock. A sua vida era miserável, mas Finn achava-se o maior. Subitamente, a sua vida fica ainda mais miserável ao ser expulso da sua banda. Agora desempregado, Finn faz-se passar por professor, numa conceituada escola primária. Ao princípio desmoralizado, Finn depressa se entusiasma com a sua turma, constituída por crianças muito dotadas ao nível musical. Finn decide então formar uma autêntica escola de rock.

Admitamos, musicalmente falando, "Escola de Rock" é verdadeiramente surpreendente. Graças ao seu elenco extremamente empenhado (excepção feita a Joan Cusack, que deixa a desejar, física e interpretativamente), com um esforçadíssimo e muito divertido Jack Black a encabeçar (papel pelo qual recebeu a nomeação para o Globo de Ouro de Melhor Actor Comédia/Musical), "Escola de Rock" garante grandes momentos de entretenimento.

E nem precisou de uma história muito convincente para o fazer.
Um guilty pleasure.


-"Here's the deal: I have a hangover. Does anyone knows what that means?
-It means that you're drunk?
-No! It means that I was drunk yesterday.

Read more

A Semana da Redenção!

E eis que finalmente chegou a semana pela qual tenho esperado, a semana em que presentearei os meus leitores (faço anos, mas os presentes vão para vocês) com o ritmo rápido de 4 a 5 posts diários a que vos habituei no Verão, aquando do "renascimento" do Cinemajb.

Por isso, já sabem: de 13 a 20 de Fevereiro, toca a passar por aqui. Muitos posts se avizinham.
E não se esqueçam de comentar!
Read more

Zombies Party: Uma Noite... de Morte


Shaun (Simon Pegg) é um um falhado: tem um fraco emprego numa loja de conveniencia, o seu melhor amigo, Ed (Nick Frost), vive às suas custas, e a relação com a namorada Liz (Kate Ashfield), está por um fio.
Shaun precisa de mudar a sua vida, e parece estar à espera que algo aconteça. Algo aconteceu... uma súbita epidemia de Zombies, assola subitamente a Inglaterra.

Tivesse uma produção à altura da sua ambição, e este "Zombies Party: Uma Noite... de Morte" (título completamente aberrante, ainda mais quando comparado com o original) tinha sido revolucionário.

Infelizmente, a produção é de baixo orçamento, e apesar das várias tentativas por parte do realizador Edgar Wright em disfarçar este facto, a temática do filme exige algum gore. Quando este não consegue ser bem feito, é a credibilidade do filme que é posta em causa. O que é uma pena.

E se é certo que um pouco de britcom nunca fez mal a ninguém, apoiar todo um argumento (ou deverei dizer, falta dele) no humor britânico, provoca cansaço e aborrecimento, algo que à partida seria impensável numa comédia sobre zombies.

O clímax final valeu a meia estrela a mais que atribuo a "Zombies Party: Uma Noite... de Morte" (já tinha dito que é um título ridículo?), e deixa-nos ainda mais desgostosos por o restante filme não possuir a mesma qualidade.

Para o futuro? A brilhante premissa (embora mal concretizada), o elenco extremamente capaz (Simon Pegg é, para a comédia ou para o drama, um achado, e Bill Nighy (sim, ele aparece) nunca está mal) e um grande, grande poster.

E não, não é superior a "Bem-vindo a Zombieland".


"Who died and made you fucking king of the zombies?"

Read more

Supremacia


Anos depois dos incidentes relacionados com a Treadstone, Jason Bourne (Matt Damon) tenta agora viver uma vida normal, na Índia com Marie (Franka Potente), conservando o anonimato.
Bourne fugiu dos seus problemas, mas estes parecem tê-lo encontrado, quando um hitman assassina Marie, motivando assim o seu regresso e vingança.

"Supremacia" tem clara e mais do que merecida supremacia sobre o seu antecessor, "Identidade Desconhecida", em todos os aspectos.
Na realização de Paul Greengrass, repleta de adrenalina e realismo (embora o conceito de câmara em cima do ombro, seja alvo de abuso)e que contrasta com o monótono trabalho de Doug Liman;
No argumento de Tony Gilroy, que nos oferece uma trama bem mais intensa, dramática e interessante, do que a anterior conspiração frouxa;
No elenco, onde um surpreendente Matt Damon supera largamente o registo catatónico do filme anterior, conseguindo uma interpretação fria e bem mais credível, e a inserção de Joan Allen apenas beneficiou o mesmo.

Uma aposta claramente ganha, esta de Paul Greengrass.


"It's what you are, Jason, a killer. You allways will be."

Read more

The Incredibles-Os Super-Heróis


Em tempos, o nosso planeta era dominado por super-heróis e súper-vilões, adorados pelo população e incentivados pelos media. Mas isso era dantes, pois uma autêntica revolta da população contra os super-heróis, em grande parte causada pelo protagonista do filme, o Sr. Incrível, fez com que estes tivessem de se afastar.
10 anos passaram, e o Sr. Incrível, agora com a identidade de Robert Peach, tenta viver uma vida normal, "fazendo um seguro de cada vez". Robert é casado Helen Peach, em tempos a Mulher-Elástica, e pai de três crianças que herdaram as caracteristicas especiais dos pais.
Robert é infeliz na sua vida, e tenta constantemente reviver os seus tempos de herói, fazendo acções de salvamento que, frequentemente, acabam mal. Robert terá esta oportunidade, quando é contactado por uma misteriosa mulher, que lhe irá propor uma tarefa digna de um herói.

Se hoje em dia, ir ao Cinema é uma actividade que raramente pratico, o mesmo não acontecia há um punhado de anos atrás. "The Incredibles-Os Super-Heróis", foi um filme ao qual assisti, pela primeira vez, no cinema. As expectativas eram enormes... e igualaram certamente a decepção posterior. Deparei-me com uma obra aborrecida e fiquei impressionado (quase chocado) com a violência que o filme de Brad Bird continha (destaco a cena do assalto a que Robert assiste, ou a tortura que lhe é feita).
Ao longo dos anos, fui adquirindo alguma maturidade, e a minha opinião sobre "The Incredibles-Os Super-Heróis" foi-se alterando gradualmente.

Foi neste fim-de-semana, que tive oportunidade de fazer a derradeira análise a esta fita.
"The Incredibles-Os Super-Heróis" continua a ser, na minha opinião, o filme mais controverso já produzido pela Pixar. É aquele que tem um carácter mais adulto, personificado através da violência já referida (mantenho a minha opinião, embora já não me "choque") ou das (fantásticas) cenas de acção. Este carácter mais adulto acaba por ser uma faca de dois gumes, uma vez que "The Incredibles-Os Super-Heróis" incute no expectador (sobretudo o menos infantil) uma dose elevadíssima de entretenimento e adrenalina, mas também uma igual dose de aborrecimento, resultante de uma trama pouco ao alcance dos mais novos, bem como uma excessiva duração.

No entanto, aquilo a que a Pixar já nos habitou, está lá: grandes doses de humor, efeitos fabulosos, personagens magníficos (Edna Mode é deliciosa) e uma banda-sonora fantástica.

Acredito que, a continuar assim, a minha consideração relativamente a "The Incredibles-Os Super-Heróis" venha a aumentar. O que só corrobora a minha teoria de que este é o filme mais adulto da Pixar.


"It's showtime!"

Read more

Nota de Redação 2

Ora, em jeito de conclusão a esta situação, aqui fica a opinião do meu colega David Martins, sobre todo o assunto.
Read more

Grandes Prémios Cinemajb: Cena com mais acção


Só um génio como Quentin Tarantino conseguiria criar uma cena com mais de meia hora, que não só é das melhores da sua obra-prima, como também sofre de um crescendo de suspense e interesse, culminando numa troca de tiros que é tão memorável, quanto inesperada.

O materializar da genialidade.

Read more
Related Posts with Thumbnails