Próximo motivo de excitação desenfreada [Actualização]



Subitamente, apercebi-me de que isto existia. E agora não quero outra coisa


[Actualização]- A "encomenda" chegou, e em boa hora. "Watchmen- Os Guardiões" pela noite de Sexta-Feira dentro!
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A Salivar...



Ah, a beleza de um guilty pleasure...
E vocês, caros leitores, também anseiam incontroladamente por este filme de acção dos anos 90 com estreia em 2010?
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Grandes Prémios Cinemajb: Melhores Efeitos Especiais

3.º Lugar- "2012"


É o único aspecto positivo de um dos piores filmes do ano. Roland Emmerich pode fazer cada vez produtos menos bons, mas tem vindo a aperfeiçoar o CGI como poucos.


2.º Lugar- "Avatar"


Aqui, nem eu posso negar o óbvio. "Avatar" é um prodígio visual.


1.º Lugar- "Watchmen- Os Guardiões"


No entanto, a fita de Zack Snyder constituiu uma experiência ímpar para mim. Foi um verdadeiro espéctaculo assistir a "Watchmen- Os Guardiões" e devo dizer que fiquei extremamente arrependido de não o ter feito num Cinema. Numa palavra: imperdível.
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O Silêncio dos Inocentes


É, para muitos, o policial por excelência. É, para outros tantos, um filme de terror superado por poucos outros. Para mim, é um bom filme que podia ter sido um grande filme. "O Silêncio dos Inocentes" apresenta, entre outras, a particularidade de ter sido apenas o 3.º filme da história do Cinema a conquistar os cinco principais Óscares da Academia: Melhor Filme, Realizador (Jonathan Demme), Actor (Anthony Hopkins), Actriz (Jodie Foster) e Argumento Original ( Ted Tally, segundo o livro de Thomas Harris).
Cinco categorias diferentes, cinco categorias importantes, cinco Óscares atribuídos, dois deles de forma injusta.

É o argumento de "O Silêncio dos Inocentes" que mais o prejudica. Não foi bem sucedida a tarefa de acompanhar, em simultâneo, a investigação policial e os planos de Hannibal Lecter. Uma opção pouco corajosa e que se revelou claramente perdida, já que ambas as vertentes da acção são, em um ou outro momento, preteridas uma a favor da outra. Era difícil conciliar as duas linhas narrativas de forma satisfatória, mas o insucesso é óbvio. Por exemplo, Anthony Hopkins, sendo o (suposto) protagonista, desaparece completamente de cena nos últimos 40 minutos de filme.

Esta falha escrita é, no entanto, compensada pela fabulosa realização de Jonathan Demme, que filma "O Silêncio dos Inocentes" com uma intensidade e uma tensão incríveis. Desde os close-ups feitos a Hopkins até à fantástica cena final a visão nocturna. Rasgos de total inspiração, aliados a um talento óbvio e que resultam num trabalho fora do comum e justamente premiado com o Óscar da Academia.

Quem não o mereceu foi Anthony Hopkins. Não, eu não achei que o veterano actor tivesse uma má interpretação, muito pelo contrário, acho que o seu Hannibal Lecter é um dos maiores vilões que a 7.ª Arte já viu. Obviamente que, se assim o é, deve-o à grande interpretação de Anthony Hopkins, que obtém uma performance verdadeiramente brilhante. Só é pena que não lhe seja atribuído o protagonismo que, à partida, esperávamos que fosse. Por isso mesmo, e a meu ver, o Óscar que lhe devia ter sido entregue era o de Melhor Actor Secundário e nunca o de Melhor Actor.

Jodie Foster, tirando raras excepções em que é "puxada", não atinge o patamar de Anthony Hopkins em momento algum. Ora com tal termo de comparação, custa ver o Óscar de Melhor Actriz como justo.
Scott Glenn não é um grande actor e o seu papel era fácil eTed Levine não possui o talento de Javier Bardem para, tal como este fez em "Este País Não É Para Velhos" (crítica aqui), brilhar com tão poucas falas.

Um destaque final para a estrondosa e desconcertante banda-sonora de, surpresa das surpresas, Howard Shore. O estatuto como um dos melhores no seu ramo reafirma-se.

Faltou um bocadinho a "O Silêncio dos Inocentes" para ser um grande filme. Mas não deixa de ser uma proposta extremamente interessante.


"A census taker once tried to test me. I ate his liver with some fava beans and a nice chianti. "

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Jogos Mais Perigosos/Bruce, o Todo-Poderoso


O filme não consegue alcançar o seu primeiro e principal objectivo: superar ou pelo menos fazer esquecer o original. Mesmo com mais 10 anos em cima, durante e depois da visualização de "Jogos Mais Perigosos", é o seu antecessor que fica na memória.

Isto porque a equipa técnica não só não iguala como prejudica o elenco, já que o argumento é demasiado confuso e a realização de F. Gary Gray é demasiado monótona, imprimindo um ritmo extremamente lento, fazendo o impossível e tornar um filme com este elenco e este nível de coolness aborrecido.

"Jogos Mais Perigosos" torna-se assim um desfile de estrelas, não só do mundo do cinema mas também do mundo da música que, mal dirigidas, obtém prestações sem alma.
John Travolta anda a espalhar o habitual estilo. Não é o mesmo Chilli Palmer que vimos em 1995, mas uma sombra deste. No entanto, é mais forte do que eu: não consigo desgostar do actor.
Do restante elenco, destaque para The Rock pela positiva, que é o melhor elemento com uma interpretação capaz e dedicada, e para Vince Vaughn pela negativa, que tenta ser engraçado mas só consegue ser irritante.

Eu fiquei com vontade de ver "Jogos Quase Perigosos", e é isso que vou fazer.


"I hate sequels."






Podemos encarar este filme de duas formas: o que ele é e o que ele podia ter sido.

Podia ter sido uma comédia revolucionária, nas mãos do realizador certo e do argumentista certo. O elenco, excepção feita à irritante Jennifer Aniston, certamente dava para isso. A premissa é deliciosa e seria ouro puro com verdadeiros profissionais.

Mas o que "Bruce, o Todo-Poderoso" é apenas mais um one-man show de Jim Carrey, uma comédia que raramente tem piada genuína (fá-lo de forma brilhante, por exemplo, nas cenas em que Carrey contracena com Steve Carell) e que vive e morre da performance de um grande actor e comediante.

É claro que a presença de Morgan Freeman, num papel mais do que apropriado ao seu estatuto no mundo do Cinema, sobe muitos pontos. Um espasmo de lucidez, a sua inclusão no elenco.


"-Oh, God.
-You can call me Bruce."

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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


Se esta rubrica servir, entre outras coisas, para dar a conhecer novos blogues aos leitores, melhor ainda. É também nesse intuito que aqui vos deixo os cinco maiores guilty pleasures do JM, autor do blog Fast But Not Food (JM, excelente título!).


Começar por agradecer ao "Jackie Brown" pelo convite. O meu "espaço" é relativamente recente e um convite destes deixou-me todo babado. Quanto à tarefa que me foi pedida, não é coisa fácil de fazer. É sempre díficil fazer uma lista, quanto mais ordenada. Os meus guilty pleasures são aqueles filmes que adoro ver, mas não são os meus preferidos, nem são filmes de enorme qualidade (feita excepção ao primeiro). Não são bem filmes-pipoca, mas são os filmes que vejo quando me quero divertir, entreter, ou mesmo sem diversão, deliciar-me. São, vendo bem, segredos obscuros que poucos confessam. Talvez os guilty pleasures de alguém digam mais da pessoa do que os seus filmes favoritos. Descubram muito de mim ou não, aqui me revelo. Assim no momento, a lista é a seguinte, mas daqui a um mês talvez me lembrasse de outros:


5)Charlie's Angels

McG faz aqui um filmaço... É um filme muito chunga, mas um guilty pleasure enorme. Ver as três beldades a dançar, lutar, sorrir,... Cada cena deste filme é um guilty pleasure, e pronto!


4)Home Alone

O filme do Natal, como é apelidado por terras lusas, é o filme que conheço de ver todas as férias de Natal quando era pequeno. Não deixo de gostar. Aliás, agora ainda gosto mais de ver Joe Pesci a resmungar. É pena não apanharem o garoto, talvez já não se metesse na droga...


3)Heartburn

O que é que eu poderia querer mais do que ver Jack Nicholson casado com Meryl Streep? Seja por derreter-me todo com os maneirismos de Streep ou com Nicholson a cantar, quando descobri Heartburn fiquei todo contente. Sem ser nada de especial, o filme consegue ser um prazer dos diabos.



2)Saga James Bond

Mesmo aqueles muito mauzinhos... Desde pequeno que vejo o agente 007 e foi provavelmente dos primeiros filmes que descobri. Eram aqueles filmes que via sempre que davam a quadragésima repetição na SIC. Agora com a colecção toda em DVD dou-me ao luxo de ver quando apetece. Sem vergonha de ver o Roger Moore a disparar lasers no espaço.



1)The Incredibles

O que considero como o melhor filme de super-heróis, este é, sem dúvida, o meu grande guilty pleasure. Eu sei que devia falar de maus filmes, mas um guilt pleasure não tem que ser mau. Vi pela primeira vez no cinema, ainda um rapazito que não olhava para os filmes como agora, pouco tempo depois comprei o DVD, e agora cada vez que o vejo gosto mais. Por muitas vezes que o veja nunca me canso. É o filme que já vi mais vezes na minha curta vida (19 anos). The Incredibles delicia-me do princípio ao fim e mês sim, mês não, vai ao leitor de DVD's. Desde os diálogos, à história, aos personagens, às cenas de acção, à música, ADORO este filme. Curioso, que como me habituei desde mais novo à versão dobrada, nunca vejo a original, por muito boa que seja. Não é, de todo, desconhecido e muito menos mau. É um filme que está no meu TOP 10 de favoritos e que por acaso está no #1 dos meus guilty pleasures.
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Punisher- O Vingador


Ninguém, no seu perfeito juízo, pode gostar de "Punisher- O Vingador". Trata-se de um filme verdadeiramente mau, nulo em todo e qualquer aspecto e a pior adaptação do universo Marvel que já vi (sim, quem diria que "Quarteto Fantástico" podia ser ultrapassado).

E o mais revoltante é ver que o filme tinha pernas para andar (sendo uma delas o grande John Travolta), e deitar tudo a perder num tiro totalmente ao lado.
Ninguém esperava uma grande trama (apesar de existirem, também, possibilidades para isso), mas o requisito mínimo era a capacidade de entreter nas cenas de acção
E é aqui, estranhamente, que "Punisher- O Vingador" mais falha.

Desde o início que são visíveis verdadeiros traços de estupidez, cenas grotescas e tão ridículas que se tornam risíveis para qualquer mente minimamente sádica. Ora quando nos estamos a rir de algo tão dramático como o massacre da família do protagonista, algo de muito mau se passa.
Depressa percebemos que o ridículo é acompanhado por inexplicáveis apontamentos de série B que se enquadram terrivelmente mal na credibilidade do filme, abatendo-a por completo ao fim de meia hora.

Quando tenta ser sério, vertente à partida pouco necessária em filmes do género, "Punisher- O Vingador" é o verdadeiro cúmulo do aborrecimento, com uma linha narrativa extremamente maçadora e personagens desinteressantes e incoerentes (Thomas Jane, para "super-polícia", está constantemente a levar tareias, e John Travolta é reduzido a um mero concorrente do "Fiel ou Infiel").

O elenco é vergonhoso. Thomas Jane não tem o estofo nem o talento para interpretar o personagem. John Travolta é muito mal tratado pelo argumentista e nada mais faz do que uma série de figurinhas tristes (a sua cena final, por exemplo, é tão ridícula) que me doeram profundamente, já que sou um grande fã seu.
Outros nomes promissores, como Roy Scheider ou Laura Harring, não chegam sequer a adições comerciais, tal é o desperdício.

A realização do inconsciente creditado como realizador é pessima, deixando sempre transparecer as falhas de produção que devia evitar ou mascarar, e fazendo cortes abruptos totalmente escusados.

Assim, a única actividade interessante que "Punisher-O Vingador" permite é a descoberta de alguns (não todos, porque são demais) dos seus momentos mais idiotas. É pena a crítica já ir longa, muito mais longa do que o filme merecia, ou eu enunciava alguns deles. Mas enfim.

Que John Travolta seja perdoado por um "filme" tão mau que até parece mentira.
E quem me dera que fosse.


"-I have work to do. Read your newspaper everyday and you'll understand.
-Which section?
-Obituaries."

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Russel Crowe trombudo e uma sensação de déja-vu


Eis o que me ficou do trailer de "Robin Hood" que, de tão decepcionante, nem mereceu exposição no Cinemajb (podem encontrá-lo aqui).

In Ridley Scott we trust?


N.d.R.- Este é o 600.º post do Cinemajb. Obrigado a todos vós.
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Winner of 6 (unfair) Academy Awards


Não perderam tempo a fazer um novo poster...

Crítica ao filme aqui.
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O Mensageiro


Com toda a euforia em volta de "Estado de Guerra" (crítica aqui) e a sua abordagem realista ao lado violento (leia-se bélico) da guerra, é bom ver a abordagem que este discreto "O Mensageiro" faz a um lado, possivelmente, ainda mais violento: as consequências da guerra.

O estreante realizador Oren Moverman elabora um trabalho muito interessante, artisticamente bem conseguido, e cinematograficamente estimulante. Faz-se acompanhar de um argumento que oscila entre momentos bem conseguidos e alguns clichés desnecessários. É um escrito promissor mas algo incompetente e que não merecia, de todo, a nomeação para o Óscar de Melhor Argumento Original.

"O Mensageiro" é portador de um elenco igualmente discreto, com o protagonismo a ser entregue a um desaparecido Ben Foster que, depois de papéis menores em filmes como "O Comboio das 3 e 10", mostra finalmente o seu real talento e obtém uma interpretação muito capaz, não deixando de surpreender mesmo assim.

Woody Harrelson desiludiu-me um pouco, confesso. Eu admiro muito o actor, gostei imenso de o ver em filmes como "Golpe no Paraíso" (crítica aqui), mas o facto é que não tem, em "O Mensageiro", o protagonismo que merecia e de que necessitava para brilhar como eu esperava. Acaba por brotar (e de que maneira) na última meia hora, mostrando o carisma que já lhe conhecíamos e o dramatismo que nele raramente vimos. O resultado final é regular e não estou certo de que justifique a nomeação para o Óscar e Globo de Ouro de Melhor Actor Secundário, a não ser pelo histórico de Harrelson. Embora os critérios da Academia não sejam muito definidos, já que Judi Dench conquistou um Óscar por um papel de seis minutos...
Quanto ao restante elenco, e apesar de Samantha Morton não me ter espicaçado particularmente, gostei bastante de ver Steve Buscemi num papel à sua altura.

Começa bem, banaliza-se com a vertente romântica, e culmina numa tour-de-force de Woody Harelson.
Assim se resume "O Mensageiro".


"Avoid fisical contact. In case you feel like offering a hug or something... don't."

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