Grandes Prémios Cinemajb: Melhor Argumento

3.º Lugar- "Amar... É Complicado"


"Portador de uma premissa interessante e de um desenvolvimento assaz credível e bem estruturado (...) somos presenteados com momentos hilariantes, como, por exemplo, a visão de uma Meryl Streep totalmente drogada!".

Crítica completa aqui.


2.º Lugar- "Moon- O Outro Lado da Lua"


"Uma fita com um carácter humano verdadeiramente impressionante, uma humildade louvável, e que instiga a uma reflexão do foro antropológico, social e filosófico, com uma profundidade e uma eficácia fenomenais."

Crítica completa aqui.


1.º Lugar "Sacanas Sem Lei"


"o argumento de "Sacanas Sem Lei" prima pela coragem necessária para satirizar um dos piores períodos da história(...) Tarantino joga com as nossas emoções de uma forma sobre-humana (...) a riqueza linguística de "Sacanas Sem Lei" (...), símbolo de uma determinação tão forte que apenas estabelecerá um limite para Quentin Tarantino: o Céu"

Crítica completa aqui, aqui e aqui.
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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


Tempo agora de conhecermos os cinco maiores guilty pleasures do Alex Supertramp, autor do ainda recente e promissor O Homem das Pipocas.


5º - Bone Collector


Um thriller/policial que conta com as prestações de Denzel Washington e de Angelina Jolie. nos principais papéis. Este filme marcou os meus tempos de pré-adolescência, na altura achava-o um filme quase perfeito, agora que cresci sei que não é bem assim, de todo mas ainda o consigo apreciar bastante embora as suas imensas falhas.


4º - EuroTrip


Esta comédia para adolescentes é um pouco parva. Mas como as vezes uma pessoa gosta de desligar o cérebro e apreciar todos os clichés que existem resolvi colocá-lo aqui no 4º posto.


3º - Hollow Man


O que dizer acerca de um filme que fala sobre um cientista que descobre uma maneira de ficar invisível mas não conseguindo voltar ao normal começa a ficar tolo e a matar os seus colegas de pesquisa. Depois deste pequeno sumário já dá para perceber que o filme não é lá muito bom, mas é impressionante que sempre que está a dar na tv eu tenho de ver é impressionante.


2º - Mr. Deeds


Este filme é engraçado mas depois de me lembrar de uma determinada cena tive de o posionar aqui. Um filme em que Adam Sandler tem um pé preto no qual não tem sensibilidade e John Turturo tem de lhe bater várias vezes com todo o tipo de instrumentos para o comprovar só pode ser um pouco estúpido. Mas mesmo assim não deixo de gostar no filme.


1º - Scream 2 & 3




Este é sem dúvida o meu maior guilty pleasure. Os filmes estão bastante abaixo do primeiro da saga e com aqueles todos twists finais ainda pior fica, mas já os vi vezes sem conta e embora saiba que são maus vou com certeza vê-los de novo.





E cá estão os meus maiores Guilty Pleasures, agradeço desde já ao Jackie Brown pelo convite e por se ter lembrado de mim um recém-chegado ao mundo dos blogues.
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Estão Todos Bem


Esta análise que seguidamente vos apresentarei tem um objectivo muito particular: tentar evitar, a todo o custo, a previsível subvalorização que "Estão Todos Bem" virá a sofrer no futuro, realçando assim as suas qualidades.

Que são muitas. "Estão Todos Bem" é, embora tardiamente, um dos melhores filmes do ano. Um drama poderoso, discreto e com alguns momentos extremamente bem conseguidos.
Não se trata, de todo, da comédia que aparenta ser, mas de uma dissertação interessantíssima sobre os valores familiares e a solidão na terceira idade.

O argumento não é genial, desperdiça o elenco secundário de grande calibre (destaque-se Sam Rockwell que, de papel em papel, sobe cada vez mais na minha consideração) e transforma "Estão Todos Bem" num filme de actor. Além disso, notam-se alguns facilitismos no desenrolar da trama, de modo a que as questões mais secundárias sejam de resolução bem mais fácil do que deveriam. No entanto, existem alguns momentos realmente comoventes e que acabam por compensar o resto
Já a realização é bastante mais apelativa, mantendo a qualidade ao mesmo tempo que transmite ao espectador os simbolismos presentes no filme como, por exemplo, a importância dos cabos eléctricos.

Mas "Estão Todos Bem" é mesmo um filme de actor, uma oportunidade para ver Robert De Niro a comprovar, finalmente e agora totalmente (já o tínhamos visto numa boa mas pouco marcante prestação, em "Pânico em Hollywood" (crítica aqui)), que não perdeu o seu enorme talento para a arte da representação e que basta o papel certo para uma grande interpretação. E é o caso. Robert De Niro, que é o meu actor de eleição, tem a sua melhor interpretação em décadas, uma performance dedicada e tocante, merecedora dos mais altos elogios.

E só este grande actor é suficiente para transportar o filme às costas, filme este que não é nada mau. Nada mau mesmo. Recomendação total.


"If you would ask me I would have to say in all honesty, Everybody's fine. Everybody's fine."

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Parabéns, Mestre


Quentin Tarantino, o meu realizador de eleição, completa hoje 47 anos de idade.

Esperemos que continue a oferecer-nos mais obras-primas com a mesma jovialidade de sempre pelos próximos, pelo menos, 47 anos!

Parabéns, Mestre!
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2 Semanas de Férias

Que implica o quê? É isso mesmo, o regresso ao ritmo do verão, com 3 e 4 posts diários.

Nomeadamente, está desde já prometida a conclusão do Especial Hayao Miyazaki!

Se estão à espera da altura ideal para visitarem e comentarem o Cinemajb, é nas próximas duas semanas que o devem fazer!
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Missão Impossível II/Operação Flecha Quebrada


Numa tentativa de conseguir um exercício de estilo, John Woo ultrapassa largamente os limites do ridículo e elabora um filme totalmente oco e despido de qualquer credibilidade.

Não existe argumento, nem sequer existe premissa. O que existe é uma desculpa banal (nos filmes de Woo é sempre assim) para uma série de cenas de acção tresloucadas e irrealistas.
O nosso Ethan Hunt (um Tom Cruise afectado pela superficialidade inerente ao trabalho de Woo, e senhor de um corte de cabelo totalmente ridículo-alguém falou no de Nicolas Cage, em "A Outra Face" (crítica aqui) ?) passou de super-agente a super-homem, efectuando uma série de proezas físicas tão irrealistas que chegam a ser ridículas, e cuja única função é substituir o argumento inexistente.

Enfim, John Woo tem aqui o seu pior trabalho, não porque este seja muito diferente dos anteriores, mas porque está um ano atrás do seu tempo: as palhaçadas vistas em "Missão: Impossível II" eram admissíveis nos anos 90, mas nunca nos anos 00...


"-She's got no training for this.
-What? To go to bed with a man and lie to him? She's a woman. She's got all the training she needs."





A única coisa que "Operação Flecha Quebrada" tem de positivo é o protagonismo que atribui a John Travolta para que este faça o que sabe fazer melhor: vilões. A interpretação de Travolta é, não só uma lufada de ar fresco no ar pestilento que o filme carrega, mas também o melhor aspecto da fita de John Woo.

O resto é dispensável e repetitivo. Os mesmos erros apontados a "Missão: Impossível II": sequências de acção irrealistas e cansativas, personagens superficiais e a habitual desculpa para as duas primeiras características (neste caso, algo que termine com a palavra "nuclear").

Christian Slater não tem estofo para ser herói, nem muito menos para rivalizar com Travolta.
Vale mesmo só por John Travolta que, apesar de ser um vilão oco, não deixa de ser um vilão.


"I just realized something. I never actually killed anyone before. I mean, I dropped bombs on Baghdad, but... never face to face. I don't know what the big deal is. I really don't."

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Avatar 2 já tem trailer e garante a nomeação para o Óscar de Melhor Argumento... Original

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Eternal Sunshine of the Speechless Mouth


Só decidi uma coisa: Vou rever o filme.

Senti demasiado e o que senti foi demasiado contraditório.

Mas, para o bem ou para o mal, foi uma experiência (permitam-me o trocadilho) inesquecível.
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"Novo" póster de "Homem de Ferro 2"= Deja-vu


Mas quero lá saber, mal posso esperar por ver Downey Jr. a brilhar outra vez!

Fonte
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Desafio: Qual o melhor Batman de Christopher Nolan


"O Cavaleiro das Trevas" tem, para mim, um simbolismo muito especial. Para além de ter constituído a maior excitação e ansiedade que já senti por um filme, foi também uma das principais causas para a criação deste meu Cinemajb.
A crítica ao filme, a primeira do blogue, pode ser encontrada aqui.

No entanto, e totalmente convicto da minha opinião, prefiro claramente "Batman- O Início". Apesar da estrondosa interpretação de Heath Ledger, não consigo deixar de nutrir uma preferência pelo primeiro capítulo, que considero até mais interessante.
A crítica a "Batman- O Início" pode ser consultada aqui.

Fica, ainda assim, a questão que já me suscitou sérias dúvidas por diversas vezes.
Na opinião do leitor, qual é o melhor Batman realizado por Christopher Nolan? Mas com direito a uma justificação, para tornar o desafio mais interessante!
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