Falta um dia!

Estou em pulgas!
O "show Robert Downey Jr." chega aos nossos cinemas já amanhã
E as minhas expectativas estão ao rubro, já que este é o segundo filme que mais aguardo este ano.
A questão é: e as vossas expectativas? Como estão?
"Homem de Ferro 2" será um sucesso? Um fracasso? Melhor do que o primeiro filme? Pior?
Digam de vossa justiça, já têm pouco tempo para o fazer!
O ABC da Sedução/X-Men II
Juntamente com "Um Cidadão Exemplar" (crítica aqui), eis mais uma prova do grande talento de Gerard Butler, que carrega novamente um filme às costas.
"O ABC da Sedução" é banal em todas as suas vertentes, excepto em toda a criação e peronificação do personagem de Butler, verdadeiramente hilariante e que vale por todo o filme.
É ver para crer.
E muita atenção a Gerard Butler, que se está a afirmar cada vez mais.
"O ABC da Sedução" é banal em todas as suas vertentes, excepto em toda a criação e peronificação do personagem de Butler, verdadeiramente hilariante e que vale por todo o filme.
É ver para crer.
E muita atenção a Gerard Butler, que se está a afirmar cada vez mais.

Não é tão interessante como o primeiro. A realização inventiva de Bryan Singer continua lá e Hugh Jackman está ainda melhor. A presença de Brian Cox traz sempre mais classe ao elenco, sobretudo pela diminuição do protagonismo de Patrick Stewart.
Agora, o argumento fraco dá lugar à falta de um escrito, convenientemente substituído por fantásticas cenas de acção.
"X-Men II" é um filme-ponte, mas que assegura o entretenimento de qualidade.

Agora, o argumento fraco dá lugar à falta de um escrito, convenientemente substituído por fantásticas cenas de acção.
"X-Men II" é um filme-ponte, mas que assegura o entretenimento de qualidade.
Grandes Prémios Cinemajb: Melhor Actriz Secundária
3.º Lugar- Marion Cotillard, em "Inimigos Públicos"


Marion Cotillard traz o verdadeiro toque feminino pelo qual a obra de Michael Mann chama, logo de início. Este toque feminino traduz-se num classicismo apaixonante e com aroma a feeme-fatale. Era impossível não encaixar na perfeição em Depp.
Crítica aqui.
2.º Lugar- Diane Kruger, em "Sacanas Sem Lei"


No meio de um elenco tão talentoso, também Diane Kruger tem o espaço que merece para conseguir brilhar no melhor momento da sua carreira. Tão repulsiva como (in)segura, esta é mais uma prova da brilhante direcção de actores de Quentin Tarantino.
Terceira parte da crítica aqui.
1.º Lugar- Anna Kendrick, em "Nas Nuvens"


Os melhores momentos da fita de Jason Reitman estão a cargo da hilariante Anna Kendrick. Sem sombra de dúvida, uma das revelações do ano. E ainda bem. Excelente performance cómico-dramática protagonista de segmentos verdadeiramente deliciosos.
Crítica aqui.
Quando uma Cena vale por um Filme (III)- Hércules
Memorável cena, verdadeiramente de cortar a respiração.
Uma das melhores da Disney Renaiscence.
Consulta a crítica a "Hércules", aqui.
Master & Commander- O Lado Longínquo do Mundo

"Master & Commander- O Lado Longínquo do Mundo", ou simplesmente "M&C-OLLdM", é um fascinante retrato cinematográfico das obras de Patrick O' Brian, e magistralmente dirigido por um Peter Weir no auge da sua carreira e que, depois do interessantíssimo trabalho em "The Truman Show- A Vida em Directo" (crítica aqui), prova a sua inegável mestria ao contornar o principal busílis desta adaptação: a falta de um argumento.
É um facto: "M&C-OLLdM" é muito sintético naquilo que (não) tem para contar. A sua história resume-se apenas a uma perseguição feita por um navio inglês a um navio francês. Tão simples quanto isto. E pensar-se-ia que, à partida, esta falha estrutural podia matar de imediato o filme, algo que não acontece devido, claro está, à enorme dedicação do realizador australiano.
Peter Weir envolve-se rapidamente, e de uma forma muito pessoal, no produto em que trabalha, criando assim uma fortíssima ligação entre o espectador e as personagens. Weir filma com grande intensidade e paixão, não só obtendo planos e enquadramentos visualmente estonteantes, mas conseguindo filmar de forma igualmente bela as mais variadas cenas. Quer sejam grandes momentos de acção -as poéticas batalhas marítimas- ou momentos à partida banais -os reconfortantes jantares da tripulação-, nada do que Peter Weir filma está a mais.
Todas as sequências têm uma conotação especial e uma tranquilidade parece preencher quem as está a ver, como se cada um de nós fizesse também parte da tripulação do Surprise. Weir esforça-se por captar ao máximo todo o ambiente de companheirismo e fraternidade vivido pelos intervenientes... e de facto consegue-o, criando uma empatia tal que torna impossível ao espectador ficar indiferente a todo aquele maravilhoso mundo marítimo.
Um forte apoio ao trabalho de Peter Weir é dado por outros aspectos técnicos que ajudam a tornar "M&C-OLLdM" um filme ainda mais fascinante. A banda-sonora, a sonoplastia, a cenografia, o soberbo guarda-roupa e especialmente a sensacional fotografia destacam-se claramente e contribuem para o tornar da "experiência Weir" verdadeiramente inesquecível.
Uma vez mais, Peter Weir volta a rodear-se de um elenco discretamente brilhante. Russel Crowe tem uma prestação magnífica, segura e confiante. O exemplo perfeito de um verdadeiro líder, sensível mas forte. É uma excelente interpretação do actor, que já está um pouco habituado a este género de performances bigger than life, depois de filmes como "Gladiador" (crítica aqui).
Igualmente fantástico está Paul Bettany, a contrabalançar a sua tranquilidade com a efusividade de Crowe, num underacting merecedor dos maiores elogios.
Elogios estes que, de uma forma geral, se aplicam a todo restante elenco, a maior parte dele desconhecido, mas todo ele competente.
Uma nota final para o poster que ilustra esta minha análise. É lindíssimo, verdadeiramente épico e, refira-se, ficaria ainda melhor sem a cabeça flutuante de Crowe.
"Master & Commander- O Lado Longínquo do Mundo" é, pois, uma experiência verdadeiramente fascinante, visualmente recompensadora e muito reconfortante. Não há como se apaixonar pelo universo idealizado por Peter Weir, ele que é a alma do filme.
"To wifes and sweethearts! May they never meet!"


Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo

É chegado o momento de sabermos demasiado sobre o Victor Afonso, autor do blogue O Homem Que Sabia Demasiado. Como? Descobrindo os seus cinco maiores guilty pleasures, é claro!
1) "O Micro-Herói" (1987)


Um louca aventura durante uma experiência secreta de miniaturização em que um homem se vê injectado no corpo de outro por engano. Divertidíssima e engenhosa. Um belo filme para Domingo à tarde, sem ter de pensar em mais nada.
2) "Conan, o Bárbaro" (1982)


Memorável estreia de Arnold Schwarzenegger no grande ecrã como o lendário guerreiro e herói, Conan o Bárbaro. Era ainda miúdo quando vi o filme e impressionou-me pelo físico de Arnold e pelas lutas de espada.
3) "Rambo, a Fúria do Herói" (1982)


Curiosamente, saiu no mesmo ano de "Conan", e talvez por isso tenha gostado. Não é um filme de culto nem de grande qualidade cinematográfica. Durante anos gozou-se o feito heróico de Rambo, mas ainda hoje me dá gozo vê-lo "limpar" aquela cidade de podridão e cobardia.
4) "Footloose" (1984)


Um filme repleto de espírito dos eighties, de bons números musicais e de uma electrizante banda sonora (hoje fora de moda, mas quem sabe...) com um jovem Kevin Bacon como protagonista. Na minha juventude, os meus amigos fartavam-se de dançar ao som de "Footloose" na discoteca, na esteira de "Fame".
5) "Sozinho em Casa" (1990)


O cinema também é entretenimento, certo? E este foi um bom e divertido entretenimento há 20 anos atrás. Das sequelas já não gostei, mas deste primeiro é um óptimo "guilty pleasure" que se revê bem em cada Natal à lareira, juntos da família, a ver a coça que o miúdo Culkin dá aos dois ladrões desastrados.
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