Prémios Dardos

E tive, pela primeira vez, a insólita honra de ser premiado com um selo de outro blogue. Neste caso, o prémio, Prémios Dardos, foi-me atribuído pelo Bruno Cunha, autor do blogue Cinema as my World.

Obviamente que o valor é apenas simbólico, no entanto, a verdadeira recompensa é o cimentar das relações de cordialidade e respeito entre os diversos bloggers, pelo que tenho de agradecer ao Bruno pela simpatia.

Mandam as regras que este prémio seja atribuído a outros cinco blogues. A escolha não é facil, nesta blogosfera tão repleta de qualidade, mas os "premiados" são:

-CINEROAD- A Estrada do Cinema

-Cinema as my World
(sem implicações exteriores, apenas pela qualidade do espaço)

-CINE 31

-Cinema is my Life

-Cinematograficamente Falando...

Cumprimentos a todos!


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X-Men


Ficam por compreender as críticas negativas que receberam de forma tão pouco entusiasta este "X-Men". Com os cinemas a serem tomados de assalto por inúmeras adaptações de heróis da Marvel, poucas foram as obras que conseguiram um resultado final tão agradável quanto esta de Bryan Singer.

E é mesmo Bryan Singer, realizador de "Os Suspeitos do Costume" (crítica aqui), que salva "X-Men" da mediania, ao torná-lo um filme visualmente muito esimulante graças a um punhado de cenas memoráveis (a introdução, por exemplo) e uma direcção de actores competente.

Neste campo, destaque para Hugh Jackman, que assume o protagonismo com segurança, e Ian McKellen a trazer o classicismo e elegância de que o elenco necessitava.

De lamentar apenas que o argumento não acompanhe o empenho de Singer, não só pela própria escrita (alguns diálogos algo limitados e one-liners ridículas), mas também pelo desperdício do elenco (Halle Berry, James Marsden, Rebecca Romijn e, em parte, Patrick Stewart são "deitados fora") e de situações que só beneficiariam a obra (rivalidade entre Wolverine e Ciclope).

Mas pensando bem, "X-Men" é das melhores, senão a melhor adaptação do género.


"You, homo sapiens, and your guns..."

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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo


E, pela primeira vez, ocorre uma situação algo insólita nesta rubrica. Seguidamente, apresentar-vos-ei os cinco maiores guilty pleasures do João Bastos, cujo blogue, REVOLTA DA PIPOCA... já não está activo.
Tal não tira valor às escolhas do João, muito pelo contrário.


5º DOA - Death or Alive


Que outro filme tem uma data de mulheres bem jeitosas a lutar com trajes minimos?? O filme é mauzinho, as actrizes também, mas caramba, aquilo é um regalo para os olhos!


4º Battlefield Earth


Este é por muitos considerado o pior filme de todos os tempos. Uma adaptação de um livro de ficção científica com um Travolta como vilão a falar uma língua desconhecida. Não é o melhor filme do mundo, mas acho que foi completamente subvalorizado. Vale mais do que aquilo que as pessoas falam.


3º Punisher - O Vingador


Bem, se o anterior é considerado o pior filme de sempre, este é visto como a pior adaptação da Marvel. Epa, eu confesso que gostei de ver Thomas Jane dar cabo de tudo e de todos. Pancadaria à séria! E mais uma vez Travolta como vilão. Ele deveria ser obrigado a fazer sempre de mau da fita!


2º TMNT - Tartarugas Ninja (trilogia)


Um dos meus amores de infância. Divertido à brava. Os três filmes fazem parte da minha história de vida (apesar de o 3º ser já mais fraquinho).


1º American Pie (os 3 primeiros)


E digo apenas os 3 primeiros, porque a partir daí já não conta. Estes é que contam com o núcleo duro, e tem Stiffler, que é o MAIOR!
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Homem-Aranha 3/Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal


Vem à mente o terceiro capítulo da saga "Piratas das Caraíbas": muita parra, mas pouca uva.
Estão lá os fabulosos efeitos especiais (só a sequência do nascimento de Sandman merecia o Óscar que foi parar a "A Bussola Dourada"), estão lá 10 000 enredos e sub-enredos, está lá a duração excessiva (uma consequência dos 10 000 enredos e sub-enredos) e de regresso estão apenas os problemas no elenco.

Os actores que não são erros crassos de casting (Thomas Haden Church, Bryce Dallas Howard, James Franco e o sempre excelente J.K. Simmons) são desperdiçados até mais não.
Restam "os outros", encabeçados pelo insosso Elijah Wo... quer dizer, Tobey Maguire.

E que momentos foram aqueles em que vimos Maguire a dançar pelas ruas de Nova Iorque, com um penteado ridículo? Mas está tudo doido?!

Funcionará como entretenimento, nada mais.





O defeito não será com certeza a falta de realismo de algumas sequências, muito pelo contrário, já que se trata de feitio da saga Indiana Jones.
O verdadeiro problema é o decréscimo de qualidade ao fim da primeira meia hora.

Como é possível que, com todos os seus recursos, "Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal" seja um filme tão aborrecido quanto simplório? Adivinharíamos que era Steven Spielberg na cadeira de realizador, se não tivéssemos visto o filme desde o início?

Vale pela cumplicidade entre Harrison Ford e Shia LaBeouf.

Funcionará como entretenimento, nada mais.

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Os Meus 10 Realizadores de Eleição


É sempre uma tarefa muito difícil, a de reduzir a apenas 10 nomes a nossa lista de realizadores predilectos.
Bem mais fácil é a constatação do dinamismo e simpatia do Roberto Simões, autor do blogue CINEROAD- A Estrada do Cinema, que me convidou, uma vez mais, para participar em mais uma das suas excelentes iniciativas.

Os Meus 10 Realizadores de Eleição estão .

O agradecimento ao Roberto fica mesmo aqui.
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Desespero... nunca mais chega...

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Brincadeiras Perigosas


"Brincadeiras Perigosas" marca o primeiro encontro entre a minha pessoa e a pouco ortodoxa filmografia de Michael Haneke. E que primeiro encontro este!

"Brincadeiras Perigosas" irá perdurar na minha memória como um dos filmes mais intensos e verdadeiramente estranhos da última década. O estilo de realização de Michael Haneke é diferente de tudo o que já tinha visto até ao momento. Uma realização cruel e crua, em concordância com a natureza de "Brincadeiras Perigosas", e quase insuportável. Cenas enormes, exploração ao máximo da capacidade de sofrimento do fabuloso elenco e ainda uma série de pormenores inesquecíveis, como o facto de Haneke nunca filmar directamente as cenas de violência, deixando assim o espectador imaginar o que terá acontecido, ou a quase ausência de banda-sonora
Michael Haneke rompe com as convenções do género, tendo um dos melhores e mais irreverentes trabalhos de realização de 2007. Trabalho este que peca apenas por falta de contenção, já que uma ou outra cena é bastante cansativa devido à sua excessiva duração.

O elenco é igualmente magistral. Apesar das interpretações muito competentes de Naomi Watts e Tim Roth, ambos são ultrapassados pelos perturbadores Michael Pitt e Brady Corbet. Este último, especialmente, está fabuloso.

Então, o que faltou a "Brincadeiras Perigosas" para ser um grande filme? Faltou um argumento. Apesar da crítica social nele implícita, no final, não deixa de permanecer uma sensação de insuficiência, porque Haneke não tinha assim tanto para contar.
Recapitulando: adolescentes perturbados invadem lar de família perfeita... e pronto. Pelo meio há o habitual: jogos macabros, diálogos incisivos mas em quantidade reduzida, e as típicas reviravoltas do género.
E Michael Haneke ainda faz pior. Tenta compor o cenário com a sua realização desconcertante, mas, como já referi, excede-se e torna "Brincadeiras Perigosas" muito parado.

E que cena foi aquela do comando? Honestamente, não sei bem o que pensar daquilo. Genialidade? Insanidade? Nunca tinha visto uma cena assim, mas é de facto marcante...

E, afinal de contas, essa é a palavra de ordem para definir "Brincadeiras Perigosas": marcante.

"-Why don't you just kill us?
-You shouldn't forget the importance of entertainment."

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One-liner genial, legenda medíocre. O costume, portanto.

É apenas um caso isolado e de pouco interesse, mas apeteceu-me partilhá-lo convosco.

O Filme- "Paranóia"

A Crítica- Aqui

O Contexto- Kyle (Shia LaBeouf) está em prisão domiciliaria, depois de ter agredido um professor. Está em casa, obviamente, sem nada para fazer. É então que a campainha toca. No chão da entrada, está um saco a arder. Kyle tenta apagar o fogo com o pé, percebendo que o saco contém fezes, presumivelmente de cão. Com os pés sujos, Kyle tenta perceber quem é o responsável por tal partida, quando se depara com dois vizinhos seus, adolescentes, que se riem dele nas suas bicicletas.


Kyle- "I bet you think that was real funny?!"
Um dos adolescentes- "What you're gonna do? "Kill" us, like you "killed" your teacher?"
Kyle- "Not before I shove this shit and my foot back up your asses!" (Ri-me bastante com esta frase).
Legenda- "Não antes de me vingar da vossa partida!" (Sem comentários...)
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É algo sobrevalorizado...


Mas beneficia de uma característica muito particular, tal como, por exemplo, "O Silêncio dos Inocentes" (crítica aqui): é extremamente viciante.

O elenco fabuloso (o destaque vai, aqui, para Kevin Pollak), o argumento inteligente e a realização perspicaz.
Este, é "Os Suspeitos do Costume". E a crítica, essa, está aqui.


"Keaton allways said: "I don't believe in God, but I fear him.". Well, I believe in God. And the only thing I fear is Keyser Soze."
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Sim, eu já vi!


É tudo aquilo que dele esperava, um espectáculo pirotécnico de cortar a respiração e com Robert Downey Jr. a grande nível.

A crítica irá ser publicada hoje mesmo.

Mas para já fica uma surpresa: antes do filme, assisti ao mais recente trailer de "A Origem" e, meus amigos... aquilo vai ser fenomenal.
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