Passatempo: A que filme pertence esta tagline? (Seis)

Nível: Médio


"I was 27 years old the first time I died."


Resposta- "Colete de Forças"

Vencedor- Filipe Costa
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Quando uma Cena vale por um Filme (V)- Jerry Maguire


Com quatro palavras se fez história.

Tom Cruise está muito bem, mas é Cuba Gooding Jr. quem contagia toda a gente, é ele a alma do filme.

Crítica disponível aqui.
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Fan-tás-ti-co


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É Nolan quem o diz

Batman regressa em 2012.
Joker nunca mais...
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Sinceramente?


Acho-o ligeiramente sobrevalorizado.

Mas não deixa de ser dos melhores filmes do seu género que já vi.

E com um final magnífico.
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Passatempo: A que filme pertence esta tagline? (Cinco)

Nível: Difícil


"When the world closed its eyes, he opened his arms."


Resposta- "Hotel Ruanda"

Vencedor- Filipe Costa
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Quando uma Cena vale por um Filme (IV)- Gangs de Nova Iorque


Uma de muitas grandes cenas e provas do talento de um enorme actor, numa obra-prima cuja crítica está disponível aqui.

Três palavras: Daniel Day-Lewis.

Digo e repito: provavelmente, a melhor interpretação que já vi.
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The Score- Sem Saída/Hitch- A Cura Para o Homem Comum

Exigia-se tão mais do que isto. Para aquele que é o único encontro de três dos maiores actores das suas gerações, Edward Norton, Robert De Niro e Marlon Brando, "The Score- Sem Saída" deixa demais a desejar.

Mas também, o que se esperaria com um argumento tão ridículo e uma realização tão fraca? Não deixa de ser, aliás, impressionante como Frank Oz consegue dirigir este elenco com tanta categoria de forma tão medíocre.

É certo que todos têm pouco que fazer, mas se já De Niro está indiferente ao que o rodeia, Brando (no seu último papel) pavoneia-se igualmente sem interesse.
É Norton, sobretudo enquanto o autista Brian, que ainda vai trazendo alguma luz a todo o projecto.

No entanto, não deixa de ser escandaloso que um elenco deste calibre resulte num filme tão pouco ambicioso.





Muito pouco a dizer. Enésima versão da comédia romântica, com bons e maus momentos, e rapidamente definível em duas palavras: Kevin James.
Hilariante.

Apenas uma observação, algo que me deixou alguma confusão: Allegra Cole, para súper-celebridade, deixa bastante a desejar em termos visuais, não?

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Máquina Zero


Bem-Vindo à Bodega.

Depois de ter visto a beleza na América, no seu filme de estreia, "Beleza Americana" (crítica aqui), o realizador Sam Mendes decidiu voltar-se para um tema bastante diferente: o da guerra. Neste caso, o da Guerra do Golfo. E, sem surpresa, Sam Mendes voltou a encontrar beleza, muita beleza. É, aliás, esse o seu dom.

Mas a sua maior qualidade, é mostrar esta beleza ao espectador. E em "Máquina Zero", Mendes fá-lo através da estonteante e libertadora fotografia de Roger Deakins que, numa reinvenção magnífica do conceito visual do "filme de guerra", obtém um trabalho verdadeiramente genial.

A "contracenar" com a fotografia de Deakins, está um elenco seguríssimo. Jake Gyllenhaal tem a sua melhor interpretação desde "Donnie Darko". Excelente trabalho do actor, com uma performance intensa e repleta de garra. Bastante bem está também Peter Sarsgaard, que surpreende ao obter, de longe, a melhor interpretação da sua carreira.
Pedia-se, no entanto, muito mais protagonismo para Chris Cooper. Já Jamie Foxx, embora não comprometendo o resultado final, mantém-se no seu habitual registo que me desagrada.

No entanto, "Máquina Zero" acarreta dois problemas. O primeiro, é o facto de "Máquina Zero" ser o filme de guerra com menos guerra de sempre. Percebem-se as intenções de Sam Mendes e a essência do argumento: apelar à reflexão. No entanto, uma ou outra sequência de acção não ficaria nada mal. Mas tal teria como consequência uma duração excessiva, já que o argumento de "Máquina Zero" não tem (entre outras coisas), a "elasticidade" do argumento de "Apocalypse Now".

Ainda assim, o principal busílis de "Máquina Zero" é mesmo o seu argumento, uma questão estrutural que, a dada altura, faz com que o filme de Sam Mendes perca todo o seu fulgor.
Esta reviravolta dá-se, sensivelmente, nos momentos em que os soldados partem para combater, após meses no acampamento. O registo satírico e divertido é substituído por mais uma incursão dramática nos traumas de guerra. Algo que, a meu ver, era escusado.

Com a agravante de "Máquina Zero" ter ainda uma vertente filosófica e simbólica substancialmente desenvolvidas, mas que acabam por contribuir para a dispersão da história, sobretudo na segunda parte do filme. Começam a ser demasiados os momentos-chave que exigem uma interpretação mais distante e, creio, nem todos eles foram feitos para o público entender. Embora sejam, sem dúvida, oportunidades que Sam Mendes não desperdiça para a elaboração de cenas inesqucíveis, como o vomitar de areia.

Mas "Máquina Zero" não deixa de ser uma das mais interessantes incursões sobre a guerra que já vi.


"Welcome to the suck."

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Nunca mais, nunca mais...

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