








Independentemente da sua sobrevalorização, que existe (o título não é, a meu ver, o grande filme que todos parecem reconhecer), "500 Dias com Summer" é uma obra muito agradável e refrescante, que certamente perdurará na memória de quem a vê como um dos melhores exemplares do seu género na última década.
Só é pena que a história de "500 Dias com Summer" se construa à base de uma narrativa episódica que põe a descoberto as falhas do argumento, como alguma falta de coesão e um ou outro buraco.
No entanto, estes serão dos únicos problemas de "500 Dias Com Summer", que beneficia de uma realização inventiva e dinâmica, uma banda-sonora contagiante e um elenco muito competente -com especial destaque, não tanto para Zooey Deschanel, que pouco mais é do que uma cara bonita, mas sobretudo para um excelente Joseph Gordon-Levitt.
E claro, há que mencionar aquele que é um dos melhores e mais irónicos finais de que me lembro.
Mas, de facto, e apesar de lhe reconhecer a óbvia qualidade, "500 Dias com Summer" não me conquistou totalmente.
