Desculpem lá, mas...



... A-DO-RO isto!!! Bom demais!
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E depois daquela coisa a que alguns chamaram de teaser trailer...


temos isto... Infinitamente mais esclarecedor... Ou não...

Mas, ou muito me engano, ou daqui vai sair coisa boa. Muito boa
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As férias chegaram

Ainda não a 100%, mas quase. É a oportunidade ideal para investir noutros tipos de Cinema. Agora com mais tempo livre, eis as minhas próximas apostas na 7.ª Arte.


Requiem for a Dream- A Vida não é um Sonho



Cidade de Deus



O Castelo Andante



Donnie Darko


Cidade Misteriosa


O que acham? Faço bem? Mal?
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Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



Depois desta pequena pausa, eis o regresso desta badalada rubrica do Cinemajb, desta vez com a apresentaçãodos cinco maiores guilty pleasures do João Bizarro, autor do blogue Cantinho das Artes.

1 - Mamma Mia, de Phyllida Lloyd


Nem os Abba estão entre as minhas preferências musicais (apesar de concordar que deixaram a sua marca durante um certo período), nem este é o género que mais me agrada. Mas quando fui ver isto ao cinema com a esposa e um grupo de amigos deu-me enorme gozo.


2- The Big Town (1987), de Ben Bolt


Tinha isto gravado em VHS e de tempos a tempos via-o com enorme prazer. É um filme chunga com um bom elenco e com um argumento mais que visto. Mas pronto, dava-me prazer e lá estava eu...


3 - Red Dawn (1984), de John Milius



John Milius também fez um filme a malhar nos "reds" (cinema muito em voga nos anos 80). Aqui previu uma invasão dos sovieticos aos EUA e uma jovem resistencia para lhes fazer frente. Outro dos filmes que eu curtia à brava e que pelos vistos vai ter um remake...


4 - First Blood (1982), de Ted Kotcheff



uma certa vez numa noitada de cervejolas um amigo meu estava a contar a história de um filme espectacular sobre um ex-combatente do Vietname que tinha a policia à perna e se tinha refugiado na selva e sozinho lutara contra um exercito. Na altura sabia lá eu quem era o Stallone e muito menos o Rambo e naquilo em que se iriam transformar.


5 - The Rock (1996), de Michael Bay



Antes de fazer essas "coisas" inenarráveis chamadas Armaggedon e Pearl Harbour, Michael Bay realizou um filme situado em Alcatraz onde um ex-James Bond ia ajudar Nicholas Cage a salvar S. Francisco de um atentado terrorista. Um filme de acção que na altura me agradou mas que se foi banalizando à medida que o ia revendo...
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Infiltrado/ A Fúria do Último Escuteiro


Mas haverá ainda paciência para o complexado Spike Lee e os seus preconceitos raciais? Especialmente depois do esgotante "Malcolm X" (crítica aqui)? Não da minha parte.

O que há é a irritação óbvia de ver um policial com o potencial deste "Infiltrado" ser embebido em racismos e polémicas que nada acrescentam à história. Algumas das sequências são tão gratuitas que se tornam verdadeiramente insuportáveis.

Quanto a mim, Spike Lee é um homem doente e, independentemente do seu talento atrás das câmaras (que até tem algum, a fotografia, por exemplo, de "Infiltrado" é excelente), falta-lhe conter as suas convicções (leia-se paranóias) e deixar de as infiltrar nos seus filmes.

Spike Lee sacrificou "Infiltrado" e ainda se deu ao luxo de dirigir mal Denzel Washington e Jodie Foster.

O argumento quer ser tão misterioso e tão fechado, que acaba por não se explicar convictamente.

E com tanto defeito, quase que nos esquecemos da excelente interpretação de Clive Owen.





Acabou por me desiludir. Tem um punhado de cenas porreiras, mas torna-se muito pirotécnico muito cedo. Coisas a rebentar aborrecem-me, gosto mais dos primeiros momentos em que Bruce Willis "dá show".

Ainda assim, é um compreensível guilty pleasure. Meu é que não...


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Michael Douglas e as femme fatale

Com a estreia, em breve, da sequela de "Wall Street", o actor Michael Douglas vai, em princípio, libertar-se das garras da mediocridade que têm tomado de assalto a sua carreira na última década.

No entanto, tal não era assim nos tempos áureos do primeiro capítulo de Oliver Stone. Aliás, foi nesse ano de 1987 que Michael Douglas alcançaria o auge da sua carreira. Venceu um Óscar, sim, mas o meu foco será numa outra obra do presente ano e que traria ao mundo a primeira femme fatale de Michael Douglas.

Note-se que este é um artigo meramente didáctico, feito por gosto pessoal e sem razão aparente. Apenas me parecem uma série de concidências interessantes, já que nenhum dos filmes ou actores aqui mencionados (incluindo o próprio Michael Douglas) se encontra na lista dos meus favoritos.


Atracção Fatal


A sinopse- Michael Douglas teria aqui a sua primeira "aventura", a mais familiar e pessoal. Enquanto o advogado Dan Gallagher, Douglas vai fazer uma marotice com Alex Forrest, interpretada de forma brilhante por Glenn Close.
Alex não vai gostar de ser rejeitada (já que Dan era casado e viu tudo como um caso de uma noite) e vai assegurar-se de que, de uma maneira ou de outra, Dan será seu.
Vai, digamos, por coelhos em pratos limpos. "Coelhos"? Eu queria dizer "tudo".

A femme- Esta femme fatale foi fiel ao seu título e acabou por fazer a vida bem negra, não só a Dan, mas à sua restante família. Intimidações, actos de legalidade questionável e atitudes erróneas acabariam por mostrar a verdadeira demência de Alex Forrest.

O Douglas- O filho de Kirk Douglas faz aqui um papel relativamente fácil, sem muito esforço ou carga dramática. A do homem comum. O simples protótipo do homem comum, um papel acessível.

Sobre o filme- O filme em si constituiu um sucesso enorme: Nomeações para os Óscars, criação de novos vocábulos, sessões fotográficas em conta e, para mais tarde recordar e acima de tudo, uma grande, grande interpretação de Glenn Close.


Instinto Fatal



A sinopse- Um polícia mandrião, alcoólico e algo (muito) kinky -Michael Douglas em mais um papel banal- encontra-se a investigar um homicídio violento, quando se vai envolver com a principal suspeita, Catherine Trammell (electrizante Sharon Stone), uma escritora perita em jogos psicológicos e em... quebrar o gelo.

A femme- Uma vez mais, Michael Douglas é completamente engolido pela sua co-protagonista. Desta feita, é Sharon Stone que o faz, ainda com mais classe e pinta do que Glenn Close, cinco anos antes. A sua Catherine é uma das melhores personagens dos anos 90, desconcertante e marcante, responsável por um par de momentos verdadeiramente inesquecíveis. E sim, sempre com um pé à frente de Nick.

O Douglas- Regular, uma vez mais. O seu Nick Curran é um personagem muito fácil e substancialmente esterotipado -quem não se lembra do Nick Conklin de "Chuva Negra" ?- e que, definitivamente, não é a verdadeira estrela do filme.

Sobre o filme- Cativante, viciante, desconcertante, imperdível, de impossível interrupção da visualização, incapaz de desagradar e que vai melhorando a cada visualização. Um exemplo a seguir, no campo do policial de suspense, um sucesso estrondoso e que ainda arrecadou alguns prémios. E claro, com aquele toquezinho hardcore tão bem vindo.



Revelação



A sinopse- Um executivo de uma empresa informática envolve-se com a sua superior (Demi Moore)... e arrepende-se. A menina não gostou de ser rejeitada e vai pôr-lhe um processo em cima.

A femme- Se é certo que não falta sensualidade a Demi Moore, já o seu (pouco) talento surte mais dúvidas. Ainda para mais com um papel bastante limitado (esta femme fatale não passa de uma mulher mimada e arrogante, sem nenhum objectivo definido.

O Douglas- Pobre Michael Douglas... Aqui já está velho de mais. Para além disto, o personagem em si não passa de um banana. Teve a sorte de contracenar com Moore, porque de resto, limita-se a ganhar o dele.

Sobre o filme- Um tiro ao lado. Barry Levinson tentou aproveitar-se dos filmes anteriores, mas esqueceu-se que o seu vale zero. Banal, sem fôlego ou um pingo de inovação, e muito enganador. Não tem nada de thriller, nada de erótico, nada de acção, nada de nada... Não se deixem enganar como eu, ignorem este...
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Passatempo: A que filme pertence esta tagline? (Sete)

Nível: Fácil


"Tonight, we dine in hell!"
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The Final Cut- A Última Memória/ Funcionário do Mês


Decepção. Mais um filme possuidor de uma premissa fantástica, mas que se perde, em primeiro lugar, nos defeitos já típicos, como o argumento muito, muito frouxo e a realização anedótica, que, aliás, não sabe trabalhar nem a intriga pseudo-policial (que de intrigante só tem a premissa), quanto mais o suspense.

Para além disto, existem sempre aquelas falhas logísticas e questionáveis em filmes do género, que projectam o futuro mas de forma muito incongruente e limitada.

Robin Williams tenta o underacting mas a realização em nada ajuda. A relação entre Williams e Mira Sorvino também não convence.

Nota para o final, tão "metido a martelo" que até enjoa.

Vale pela premissa e as questões que coloca, bem como alguma preocupação estética. Note-se que tais qualidades só são visíveis na primeira meia hora de filme...






Pronto... Mais uma comédia banal, que se digere e esquece com muita facilidade. Um ou outro momento mais bem conseguido, mas acaba por corresponder. O que não é bom nem mau...


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W T F ? ! Devem estar a brincar comigo...

Isto, em 3-D?!

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E do nada, vi-o!


Não posso dizer que desgostei mas, tal como previa, acho que lhe falta alguma coisa... Não sei bem o quê...

Talvez alma... uma identidade mais forte... não sei bem, ainda o estou a digerir.

Mas, honestamente e apesar de ter conseguido duas ou três cenas memoráveis (quase todas elas a cargo de Joe Pesci -elenco irrepreensível, já agora), não me agradou muito o que Martin Scorsese aqui fez...

Creio que filmou "Tudo Bons Rapazes" da forma errada, muito fria, distante e atípica... Para depois incutir demasiada adrenalina em momentos em que esta era escusada...

Não soube trabalhar o drama, e o filme acaba por se tornar demasiado rígido...

Sim, talvez seja isso...
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