Quando uma Cena vale por um Filme (XVII)- A Ilha


Fosse o restante filme de igual qualidade a esta introdução, que capta e fascina de imediato qualquer um.

Arrebatadora.
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Aposta de Risco/Outra Questão de Nervos


Fraquíssimo.

História banal, realização totalmente amadora e inconsequente e... um argumento de nos deixar sem palavras. Mas que diálogos são estes? Que personagens são estes?
Um filme tão limitado e mesmo assim tão arrastado.

E o elenco, que horror.
Al Pacino tem das piores interpretações da sua carreira, o seu personagem é uma caricatura pateta que apenas nos momentos pseudo-cómicos se sai menos mal.
Rene Russo nunca foi actriz e Matthew McConaughey... que desastre! Parece saído dos meus piores pesadelos, que péssima interpretação. Assim de repente, esta é a pior interpretação que já vi num filme. Desastrosa, catastrófica.





Longe do primeiro, é um filme agradável com um ou dois (literalmente) momentos de ir às lágrimas.
Mérito de Billy Cristal.

Robert De Niro arrasta-se, umas vezes melhor outras pior.
Entretém.

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Os Imortais


Embora o meu contacto com o nosso Cinema seja muitíssimo reduzido, "Os Imortais" sempre foi um dos poucos filmes portugueses que me despertaram curiosidade. E o filme de António-Pedro Vasconcelos parecia efectivamente o ponto de viragem do nosso Cinema, pelo menos aquele mais comercial.
Um filme de qualidade, com uma base tradicional portuguesa (o culto ao fado), mas com uma essência americana inegável (algumas cenas transpiram "Tudo Bons Rapazes" (crítica aqui)).

E de facto, "Os Imortais" é um filme muito bem conduzido durante grande parte da sua duração. Nem tanto pela investigação em si, muito frouxa e fácil, mas pelos elementos à sua volta, determinadas cenas-chave que, realmente, valem mesmo pelo filme.

O melhor de "Os Imortais" é, ainda assim, o elenco. Nicolau Breyner tem uma belíssima interpretação, muito completa, e Rui Unas é uma enorme surpresa.
Joaquim de Almeida faz o típico papel de durão, sempre com a sua "voz de bagaço" que dificulta a compreensão do que diz.

A realização é algo previsível e o argumento oscila entre o muito bom e o simplesmente estúpido.

Mas o pior de "Os Imortais" fica reservado para o fim. Para começar, o argumentista lembra-se de tentar trocar as voltas ao espectador, inserindo uma série de pseudo-twists e revelações inúteis, ainda por cima em vários tempos diferentes. Toda a confissão de Roberto Alua é tão mal orquestrada, tão incoerente e tão repleta de falhas que chega a ser risível.

O segundo problema que aqui se apresenta é a produção. Determinadas cenas associadas ao climáx do filme, exigiam um certo nível de produção que o orçamento de "Os Imortais" claramente não cobre. E como tal, a credibilidade deste climáx é arruinada sem sombra para dúvidas.

Muito bem idealizado mas muito mal executado na parte mais necessitada.
Ficam as intenções.


"Ai, os Imortais, os Imortais..."

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Quando uma Cena Vale por um Filme (XVI)- Os Imortais



Uma cena característica desta delícia de filme que estou agora a descobrir, com muito agrado e surpresa.

Como é dito nos comentários do vídeo, "Deus no céu, Nico na terra".

Crítica em breve

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Quando uma Cena vale por um Filme (XV)- Blade



É por esta e por muitas outras, que este filme é provavelmente o meu maior guilty pleasure.

No fim, apenas nos fica uma frase:

"Quinn. I'm gettin' a little tired of choppin' you up. Thought I might try fire for a change."
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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



A inagurar o fim do descanso desta iniciativa, estão as escolhas do mais que conhecido Roberto Simões, autor do blogue CINEROAD.


AUGUST RUSH - O SOM DO CORAÇÃO (2007)


Porventura, o mais recente dos meus guilty pleasures. Um filme adorável, muito bem fotografado, interpretado (Freddie Highmore, o menino prodígio, Rhys Meyers ou Keri Russell), realizado e musicado! Hans Zimmer faz milagres numa autêntica pérola inspirada no clássico Oliver Twist de Dickens.



A PRAIA (2000)


Uma viagem a um paraíso perdido, com praias de sonho, sol e águas cristalinas, numa ilha perfeita, sempre foi o ideal cenário para mim. Tem tudo a ver comigo.
Fora esse facto exterior, deveras fascinante, temos DiCaprio, a fotografia, alguns planos e sequências brilhantes de Boyle e as músicas e canções! Moby... ufff que canção.



ARMAGEDDON (1998)


Sempre fui fã do cinema de acção de Michael Bay. As explosões, a adrenalina, as emoções à flor-da-pele, o humor e as músicas sensacionais e poderosas aliadas à filmagem empolgante. ARMAGEDDON tem tudo isso, para além de um elenco notável e efeitos especiais alucinantes.



DOCE NOVEMBRO (2001)


Charlize Theron, num dos melhores papéis da sua carreira. Um argumento simples, mas cheio de sentimento, «delicioso»... A crítica pode dizer o que quiser deste filme, mas tem um lugar merecido no meu Jardim das «Delícias».



CONHECES JOE BLACK? (1998)



Com Brad Pitt, Anthony Hopkins e Claires Forlani, todos subtilmente inspirados, e com uma excelente banda sonora de Thomas Newman, Conhece Joe Black? é outra das minhas delícias irresistíveis. Comovente, belo e um não-sei-quê de poético na abordagem da morte
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Aparentemente para a SIC, este também é do Spielberg

É só estarem atentos à publicitação de "Olhos de Lince", que será exibido amanhã na SIC.

Não terão dificuldades em ler "Um Filme de Steven Spielberg", a dada altura.

E é isto...


Ah, alguém reparou nos cortes feitos a "Quem tem medo do Zohan?", exibido há duas semanas?

Afinal parece que há mesmo uma SIC Cut...


E já agora, parece que para a TVI, é "Optimus Supremo" e não "Prime". Go figure...
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Identidade Desconhecida/Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo


O maior problema de "Identidade Desconhecida". é ser tão indistinto e vulgar. Falta-lhe aquele toque especial, aquele toque de especial competência que foi atribuído aos posteriores filmes da série
Esta fita de Doug Liman é pouco ambiciosa e de concretização fácil, precisamente porque o próprio Liman é assim.


A realização, o argumento, a montagem, o próprio Matt Damon. Nenhum deles passa de mediania, nenhum deles arrisca verdadeiramente e nenhum deles é e consegue fazer de "Identidade Desconhecida" um filme memorável.

E com toda esta banalidade, quem tem tempo para se lembrar da banda-sonora ou de Chris Cooper?

Apenas um bom entretenimento.





O que dirão deste "Piratas das Caraíbas: Nos Confins do Mundo" aqueles que acusaram (sem razão, a meu ver) "O Cofre do Homem Morto" de ser demasiado complexo?

Que confusão ridícula e escusada é este filme.
Conspirações, planos, histórias paralelas, dez personagens principais e quase três horas de duração que se revelam insuficientes, embora claramente muito cansativas.

Gore Verbinsky quis pôr os ingredientes todos neste terceiro filme, e a panela acabou mesmo por transbordar e de que maneira.
Não tinha de o fazer, não tinha de dar o protagonismo a todos os personagens. Acaba por nenhum deles ter o protagonismo que realmente merece, e sobretudo da melhor forma.


O elenco também se deixa aniquilar sem dó nem piedade.
Johhny Depp desaparece totalmente, e quem o pode censurar? Geoffrey Rush e Keira Knightley excedem-se. Orlando Bloom e Bill Nighy não existem.


Apesar de tudo, e esquecendo a debilidade argumentativa, "Nos Confins do Mundo" entretém muitíssimo bem. Repleto de efeitos especiais ao mais alto nível, e principalmente dispostos ao espectador da forma correcta (e não da irritante "forma Michael Bay"), são responsáveis por várias cenas de cortar a respiração. O climáx final, por exemplo, é verdadeiramente épico.

Também o humor escapou ileso à debilidade generalizada de "Nos Confins do Mundo", mas tal deve-se ao facto de quase todas as personagens serem transformadas em sidekick's, num ou outro momento.

Vale o que vale, como filme isolado. Como conclusão (agora já nem isso) à trilogia, é uma desilusão catastrófica.

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Alien- O Regresso


Sou, como é sabido, um fã acérrimo da saga Alien. Sempre teve um papel muito forte na minha vida, algo que explica a minha aparente aceitação por quase todos os produtos relacionados com este franchising (excepção feita apenas ao odioso "Alien vs Predador 2").
"Alien- O Regresso" não é excepção. Apesar de ser uma sequela completamente escusada, acaba por conquistar um lugar nesta grande saga. Mesmo sendo um filme de altos e baixos.

O argumento, o ponto mais forte de todos os outros filmes, é repleto de falhas neste. A história é mesmo só "para encher chouriços" e a acção é oscilante entre uma adrenalina completamente frenética, e um asfixiante ritmo de caracol (embora nada desagradável).

Do ponto de vista artístico e técnico, "Alien- O Regresso" é dos filmes mais bem conseguidos. E, se isto acontece, é devido à eximia realização de Jean-Pierre Jeunet que é capaz de nos proporcionar belíssimos planos mesmo no meio de tanto gore (este é um dos, senão o capítulo mais violento de toda a saga).

Mas o melhor aspecto de "Alien- O Regresso" é mesmo a sua capacidade de entretenimento.
E porquê? Porque está recheado de autênticos bad-boys, protagonizados por alguns actores muito carismáticos (embora nem sempre talentosos), que nos trazem os melhores momentos da fita.
Neste campo, destaque para o sempre bem Ron Perlman.

De referir também, como não podia deixar de ser, Sigourney Weaver que assume aqui um papel muito menos "à donzela em apuros" (e Ripley já pouco o era nos outros filmes) , tornando-se antes numa espécie de anti-heroína, definição esta que parece ir mesmo ao encontro da personalidade da actriz, que nos oferece tão competente interpretação.
Winona Ryder é mesmo uma "donzela em apuros", e nem o facto de estar constantemente a pragejar anula este efeito.

Não é o melhor filme da saga. É provavelmente o pior. Mas desde quando isto é mau?


"-Hey Ripley. I heard you, like, ran into these things before.
-That's right.
-Wow, man. So, like, what did you do?
-I died."

"-What's in-fucking-side me?!
-There's a monster in your chest. These guys hijacked your ship, and they sold your cryoutube to this... human. And he put an alien inside of you. And in a few hours, it will burst its way through your ribcage, and you're gonna die. Any questions?
-Who are you?
-I'm the monster's mother."

"-I thought you were dead.
-I get that a lot."

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Quando uma Cena vale por um Filme (XIV)- Star Wars: A Ameaça Fantasma



Continuando na senda dos duelos, aqui fica um excelente exemplo de tal.

Apenas é de lamentar a falta de protagonismo de Darth Maul, no restante filme, já que era um vilão por demais promissor.
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