Quando uma Cena vale por um Filme (XVIII)- Scary Movie II



Não vi o filme, mas... "suck on this".

Fantástico.
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Tróia


Tanto potencial, tantas esperanças, tantas possibilidades...
Tantos erros, tanto desperdício, tanta incompetência...
Tanto dinheiro...

Que pena. Que lamento tão grande. Aquele que poderia ter sido um épico inesquecível, falha redondamente na realização e no argumento. Falha no seu núcleo, falha na sua génese. E esta falha contamina todo o filme, como se de um vírus se tratasse, arruinando-o por completo.

Se há coisa que Wolfgang Petersen provou com "Tróia", foi que a sua falta de talento, falta de visão e óbvia incompetência não abrangem apenas a área atrás das câmaras.
É certo, mais do que certo, que a mostra sem pudor atrás das câmaras. Uso abusivo e descabido de zoom-in e slow-motion, planos absolutamente banais e incapacidade de aproveitar a belíssima fotografia de Roger Prat, total falta de orientação nas batalhas, perda de noção das distâncias (Aquiles dá palpites sobre uma batalha que observa a 10 km de distância; Helen e Páris trocam sorrisos a 1 km de distância; Aquiles aponta uma espada a Hector a 5 metros de distância, etc...).
Enfim, um trabalho digno de um tarefeiro medíocre que não esteve à altura do desafio.

De seguida, temos o argumento de um inexperiente e quase desconhecido David Benioff, cujo trabalho iguala o nível de miserabilidade de Petersen.
Benioff começa por deturpar e manipular a história original, adaptando-a a um formato mais gratuito, fácil e pseudo-dramático. Entre os exemplos, note-se a total eliminação dos Deuses, restando apenas uma leve sugestão de que Aquiles seria um semi-Deus (algo que, nunca confirmado, é motivo das mais variadas incoerências ao longo do filme).
Elabora também uma série de diálogos totalmente banais, pouco fluídos e desenquadrados para o género em que "Tróia" está inserido. E, para o encerrar em beleza, Benioff obteve ainda uma concepção, no que toca às personagens, no mínimo... duvidosa.

E neste aspecto, tenho de me expressar da forma mais clara possível sobre o ridículo visual de Aquiles. O herói (ou o anti-herói) de o que poderia ter sido um grande épico, interpretado por um grande actor como Brad Pitt (na altura, com 40 anos)... transformado num ídolo das adolescentes. Cabelos oleosos e puxados para trás, pele bronzeada, músculos definidos, peito sem pêlos...
E com isto, "Tróia" perde definitivamente toda a sua credibilidade.

Tal como Brad Pitt que, preso a um estigma lamentável e inaceitável para um actor na sua posição, com a sua idade, e no género em que era, cai no ridículo e nos traz uma das piores interpretações da sua carreira.
Quanto ao restante elenco, é, quase todo, igualmente aniquilado pela dupla Petersen-Benioff.

Salvam-se Eric Bana, Brian Cox e Sean Bean. Os três muito bem.
Orlando Bloom é o típico tijolo amorfo a que estamos habituados e Brendan Gleeson está confinado a um personagem muito mal trabalhado.
Diane Kruger apenas tem de exibir a sua beleza (e outras coisas, tratando-se da Versão de Realizador...), Peter O' Toole passa o filme a falar em slow-motion e Rose Byrne a guinchar (pelos mais diversos motivos...).

O compositor escolhido, à pressão, foi James Horner que, com o mero mês que teve, compôs uma partitura bastante razoável, na qual se incluem temas sonantes, nomeadamente a música "Remember Me", de Josh Groban, mas também um ou outro menos conseguido.

Os restantes valores de produção são, como seria de esperar para o orçamento em questão, de luxo. A já referida fotografia, o guarda-roupa nomeado pela Academia, as magníficas coreografias dos duelos ou os irrepreensíveis efeitos especiais constituem o "embrulho" muito apelativo de "Tróia".

E, como é óbvio e apesar de tudo, fazem deste um filme irresistível para quem procura apenas o entretenimento. Neste aspecto e com as possibilidades que tinha, era quase impossível que "Tróia" não proporcionasse massivas doses de entretenimento.

Petersen pode ser um mau realizador, mas efectivamente não é mau ao ponto de arruinar o factor entertainer de "Tróia". Aliás, foi este o único objectivo real e totalmente bem-sucedido do filme.

Ainda assim, um tratado de desperdícios assinado sem glória nenhuma pelo alemão Wolfgang Petersen...


"I've fought many wars in my time. Some I've fought for land, some for power, some for glory. I suppose fighting for love makes more sense than all the rest."

"Myrmidons! My brothers of the sword! I would rather fight beside you than any army of thousands! Let no man forget how menacing we are, we are lions! Do you know what's waiting beyond that beach? Immortality! Take it! It's yours! "


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Jogos Quase Perigosos


Trata-se de uma espécie spin-off mais light de "Pulp Fiction".É igualmente um relato do submundo do crime a partir de histórias intercruzadas de gangsters, mas feito com maior leviandade e um recurso mais evidente ao humor.
O resultado do trabalho de Barry Sonnenfeld, não sendo tão marcante como o registo de Quentin Tarantino, acaba por ser igualmente agradável.

Apesar do argumento se perder um pouco lá para o meio, desfocando-se da trama que envolve Gene Hackman para incidir em histórias algo secundárias, "Jogos Quase Perigosos" é sobretudo um filme de elenco, uma excelente oportunidade para vermos em acção um conjunto de actores de grande talento.

O maior destaque irá, obviamente, para um John Travolta totalmente revigorado. O seu Chilli Palmer é, também ele, um spin-off mais light de Vincent Vega. É um personagem cativante e que se enquadra na perfeição no estilo interpretativo de Travolta, descontraído, carismático e estiloso.
É uma interpretação que, ao contrário da de "Jogos Mais Perigosos" (crítica aqui), evidencia dedicação e interesse, e que valeu a John Travolta o Globo de Ouro de Melhor Actor Comédia/Musical.
Gene Hackman é também merecedor de grande elogios, obtendo a mais divertida performance do filme, a par é claro, do sempre bem e algo typecasted Dennis Farina. Apenas Danny DeVito perecia um pouco mais de protagonismo.

"Jogos Quase Perigosos" é um filme que, numa época recheada de grandes filmes, soube aproveitar o renascimento de um grande actor, conquistando assim o seu espaço. E isso já é muito.


"Now I've been shot at three times before. Twice on purpose and once by accident. And I'm still here. And I'm gonna be here for as long as I want to be."

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Guilty Pleasures- Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo



Não tem um blogue, mas tem certamente o conhecimento necessário para ver aqui expostos os seus cinco maiores guilty pleasures. Estes, são os de Jorge Teixeira.


5 - Asterix et Obelix contre Cesar (1999)


É talvez a maior surpresa desta selecção, este filme da tão carismática aldeia gaulesa que fez a vida negra às legiões romanas. Essencialmente é um amor de infância, daqueles que tropecei, sem querer, muitas e muitas vezes em diversos canais, e que me era impossível não acompanhar. As peripécias, os golpes, as investidas e as traições são absolutamente irresistíveis. Depois a dupla de protagonistas, bem como o magnífico Roberto Benigni, asseguram o carisma e alguma qualidade ao filme, muito embora não seja claramente o suficiente de forma a se poder falar de uma obra excepcional. Ainda assim, a aventura e a fantasia misturadas com doses de pura comédia, constituem por si só e para mim, os ingredientes certos para uma receita deliciosa. Ainda hoje, confesso, se esta fita falada em francês (um factor de acréscimo ao meu fascínio particular que tenho pelo filme), me surgir à frente, vê-lo-ei de novo com bastante prazer e nostalgia.


4 - The Mask (1994)


Jim Carrey é provavelmente dos actores que mais me fez, e faz rir em cinema. A sua personalidade e gestualidade são hilariantes, poderosas e muito contagiantes. Destaca-se facilmente em qualquer projecto, dentro do seu registo mais comum - a comédia. Este “The Mask” é outro filme que vi e revi inúmeras vezes, e nunca me cansou. Acima de tudo assegurou-me sempre o entretenimento, o riso e o contágio do início ao fim da película. Tem imensos defeitos, eu sei, a começar pela realização nada ambiciosa e pouca competente, e a acabar nas várias incongruências do argumento. Enfim, nada mais há a dizer, guilty pleasure por excelência e um produto ao qual não resisto.


3 - Speed (1994)


Este é talvez o filme que mais revi em toda a minha vida. Posso dizer mesmo que sei passagens de cor. Perfeitamente normal para quem já assistiu tantas e tantas vezes de forma terrivelmente veloz. E é isso mesmo, velocidade, explosões, reviravoltas, um mau da fita que todos odiamos e um parzinho romântico que preenche o ecrã, fazem deste produto um filme típico, de acção pura e dura. Não é detentor de muito mais qualidades, ainda assim a acção desenfreada entretém-me como poucos o fazem. Ajuda a duração do filme, que não é muita, assim como um vilão eternamente talhado para esse registo - o grande Dennis Hopper. Um clássico do cinema de acção dos anos 90 que, volta e meia, preenche a programação de fim-de-semana de um canal televisivo, assim como a minha invariavelmente.


2 - Underworld - Trilogia (2003-2009)


Uma trilogia recente que assisti recentemente. E foi instantâneo, amor á primeira vista. Identifiquei-me prontamente com a história, com a mitologia subjacente, com o ambiente, com as personagens, e claro com a acção, de tal forma que constitui uma delícia à qual já recorri, e que irei certamente recorrer muito mais vezes. Fascina-me especialmente a densidade mitológica, referencial ou histórica que os filmes sugerem. Essa carga simbólica faz com que a credibilidade aumente, ainda que existam algumas falhas. No entanto, também possuem qualidades, nomeadamente a fotografia, o ambiente gótico criado e as bases do argumento. Estas, infelizmente, diminuem nas sequelas. Apesar de tudo, os três filmes asseguram-me um entretenimento avassalador, com uma Kate Beckinsale (nos dois primeiros capítulos) sensual que só acrescenta motivos para a visualização.


1 - Pirates of the Caribbean - Trilogia (2003-2007)

Prazer desmesurado, delícia ultra-viciante e um autêntico tesouro irresistível. Assume-se como uma das minhas trilogias favoritas, detentora de tanta substância onde ir buscar doses de entretenimento, que é simplesmente surpreendente. Vai desde a acção mirabolante à comédia personalizada, da aventura imprevisível até à fantasia hilariante. Uma mistura de registos tão bem encaixados e sincronizados, em todos os três filmes na minha opinião. O primeiro da saga - A Maldição do Pérola Negra - foi um produto refrescante, inovador e até de boa qualidade que surgiu à época. O segundo mantém praticamente o estatuto e a qualidade. No terceiro e, por enquanto, último da saga, a coisa é que descambou um pouco, algum exagero e situações um tanto ou quanto inverosímeis. Mas enfim, no que me diz respeito o entretenimento manteve-se, assombroso, único e memorável. Não tenho como resistir aos encantos das Caraíbas, das amizades e constantes traições e claro, ao Captain Jack Sparrow. E assim, o testemunho chega às Caraíbas, e por lá tem ficado, vitorioso, tal qual uma pérola no cofre, a dar um dia, lugar a outra, para que no fim se perca e se eternize no Oceano das memórias.
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A Ilha/ O Namorado Atómico


Michael Bay, o eterno miserável a fazer-se passar por realizador, comete aqui o maior atentado da sua carreira ao sacrificar uma magnífica premissa sobre a sociedade, o homem e questões tão importantes como a clonagem ou a preservação da vida, humana ou não, a favor de um espectáculo pirotécnico profundamente irritante, escusado e francamente idiotico.

Depois de uma recta inicial fantástica, "A Ilha" perde-se em sequências de acção que duram até ao final do filme. É revoltante a forma como Bay desperdiça todos os seus recursos a nível argumentativo, desde a personagem de Michael Clarke Duncan (responsável pela mais poderosa cena do filme), passando pela essência do personagem de Sean Bean (belíssima interpretação do actor, já agora) até ao confronto entre o agnado e o seu sponsor.

Bay retalha um argumento repleto de potencial e destrói de forma excêntrica aquele que poderia ser um filme com um impacto igual ao de "Blade Runner", por exemplo.

No final? Palavras. Desilusão, insuficiência, incompetência, imaturidade. Desperdício.





Um filme giro.

Elenco competente, história original e um desenvolvimento bem aceitável.

Entretém sem dificuldades e pretensiosismo.

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Blade Trinity:Perseguição Final/O Homem da Máscara de Ferro


Valha-nos o excelente, ambíguo e desconcertante final da Versão Extendida deste que é um autêntico tiro ao lado, em comparação com o segundo filme (crítica aqui) e uma amostra patética do primeiro (crítica aqui).

A acção é escassa, demasiado estilizada para agradar minimamente, muitíssimo mal filmada por David S. Goyer e muito mal feita (golpes de wrestling e efeitos especiais fracos, mas muito pouco combate credível).

A caracterização das personagens é risível: Blade é agora um preguiçoso convencido que fala muito e faz pouco; Hannibal King é um sidekick demasiado forçado para ter piada; o Drácula (ou será Drake?...) é um hino à labreguice e todo o gang dos vampiros parece demasiado mau para ser verdade.

A história é escrita em cima do joelho e os diálogos são os mesmos do primeiro filme, embora com a ordem das palavras trocada.

Wesley Snipes já não tem a essência que tinha nos filmes anteriores, Ryan Reynolds vai tentando fazer o que lhe compete e Jessica Biel nem precisava de abrir a boca.






É de facto uma pena que a realização de Randall Wallace seja tão má. Não acerta uma e deita fora um elenco brilhante e um argumento repleto de subtilezas e potencial.

Belíssima história, grandes diálogos e exaustiva exploração das personagens que, por sua vez, são personificadas por um elenco de alto gabarito.

Grandes interpretações de John Malkovich, Gérard Depardieu e Jeremy Irons.

Banda-sonora magnífica.

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Blade


"Blade" é, para mim, um filme especial, uma massiva injecção de adrenalina e entretenimento, responsável por quase duas horas de entretenimento nonstop e que se afirma, sem sombra de dúvida para mim, como uma das melhores adaptações da Marvel feitas para o Cinema.

Porque "Blade" tem efectivamente, não só uma série de qualidades como também uma série de virtudes facilmente encontradas... nos seus defeitos.
Em termos qualitativos, "Blade" tem por um ambiente fantástico. Pesado, tenso, negro e adulto, aquilo que se esperaria de um filme de vampiros, mas de forma inegavelmente ( e estranhamente) credível.

Ambiente este que se deve a uma fotografia muito boa, que o torna visualmente apelativo e algo noir durante grande parte da sua duração, bem como um guarda-roupa interessante, uma banda-sonora que se adequa como uma luva e um Wesley Snipes que parece ter mesmo nascido para este papel, de tal forma irrepreensível que faz com que não ocorra ao espectador qualquer outro actor para interpretar o temido caçador de vampiros. Stephen Dorff consegue compensar o seu físico... diminuto com uma postura à altura. Muito competente interpretação.

Mas o melhor trunfo de "Blade" é mesmo a forma como nos apresenta as suas sequências de acção, que privilegiam claramente o estilo em detrimento da substância. E ainda bem! São cenas capazes de me provocarem um brilho nos olhos, transmitindo uma excitação sem fim e um apetite voraz por mais.

Quanto ao argumento, vale maioritariamente pelas one-liners de durão de Blade e por uma exploração surpreendente e louvável da relação deste com Whistler. Apenas na sua recta final (os últimos 30 minutos), "Blade" se deixa realmente arrastar sem glória nenhuma, ainda para mais munido de efeitos especiais quase obscenos...

Mas não há que enganar, "Blade" é um pedaço de estranho Cinema que, para os menos exigentes e mais instintivos, se afirma como um óbvio guilty pleasure. Para mim, é muito simplesmente o meu maior guilty pleasure. Que delícia de filme!


"-You used me as bait?!
-Get over it."

"You give Frost a message from me. You tell him it's open season on all suckheads."

"-There are worse things out tonight than vampires.
-Like what?
-Like me."

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Quando uma Cena vale por um Filme (XVII)- A Ilha


Fosse o restante filme de igual qualidade a esta introdução, que capta e fascina de imediato qualquer um.

Arrebatadora.
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Aposta de Risco/Outra Questão de Nervos


Fraquíssimo.

História banal, realização totalmente amadora e inconsequente e... um argumento de nos deixar sem palavras. Mas que diálogos são estes? Que personagens são estes?
Um filme tão limitado e mesmo assim tão arrastado.

E o elenco, que horror.
Al Pacino tem das piores interpretações da sua carreira, o seu personagem é uma caricatura pateta que apenas nos momentos pseudo-cómicos se sai menos mal.
Rene Russo nunca foi actriz e Matthew McConaughey... que desastre! Parece saído dos meus piores pesadelos, que péssima interpretação. Assim de repente, esta é a pior interpretação que já vi num filme. Desastrosa, catastrófica.





Longe do primeiro, é um filme agradável com um ou dois (literalmente) momentos de ir às lágrimas.
Mérito de Billy Cristal.

Robert De Niro arrasta-se, umas vezes melhor outras pior.
Entretém.

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Os Imortais


Embora o meu contacto com o nosso Cinema seja muitíssimo reduzido, "Os Imortais" sempre foi um dos poucos filmes portugueses que me despertaram curiosidade. E o filme de António-Pedro Vasconcelos parecia efectivamente o ponto de viragem do nosso Cinema, pelo menos aquele mais comercial.
Um filme de qualidade, com uma base tradicional portuguesa (o culto ao fado), mas com uma essência americana inegável (algumas cenas transpiram "Tudo Bons Rapazes" (crítica aqui)).

E de facto, "Os Imortais" é um filme muito bem conduzido durante grande parte da sua duração. Nem tanto pela investigação em si, muito frouxa e fácil, mas pelos elementos à sua volta, determinadas cenas-chave que, realmente, valem mesmo pelo filme.

O melhor de "Os Imortais" é, ainda assim, o elenco. Nicolau Breyner tem uma belíssima interpretação, muito completa, e Rui Unas é uma enorme surpresa.
Joaquim de Almeida faz o típico papel de durão, sempre com a sua "voz de bagaço" que dificulta a compreensão do que diz.

A realização é algo previsível e o argumento oscila entre o muito bom e o simplesmente estúpido.

Mas o pior de "Os Imortais" fica reservado para o fim. Para começar, o argumentista lembra-se de tentar trocar as voltas ao espectador, inserindo uma série de pseudo-twists e revelações inúteis, ainda por cima em vários tempos diferentes. Toda a confissão de Roberto Alua é tão mal orquestrada, tão incoerente e tão repleta de falhas que chega a ser risível.

O segundo problema que aqui se apresenta é a produção. Determinadas cenas associadas ao climáx do filme, exigiam um certo nível de produção que o orçamento de "Os Imortais" claramente não cobre. E como tal, a credibilidade deste climáx é arruinada sem sombra para dúvidas.

Muito bem idealizado mas muito mal executado na parte mais necessitada.
Ficam as intenções.


"Ai, os Imortais, os Imortais..."

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