Um Grande, GRANDE 2010!
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Repito: o problema não é tanto o plágio, mas a forma como este foi feito.
"You're not in Kansas anymore. You're in Pandora!"
Bad Lieutenant: Port of Call - New Orleans
Transformers: Retaliação
Infelizmente, desta vez nem o carisma de Shia LaBeouf, nem a beleza de Megan Fox, nem o humor de John Turturro chegam para nos fazer esquecer tudo o resto.
-Don't tempt me."
Grandes Prémios Cinemajb: Os 5 Piores Posters
5.º Lugar- "After Life"


3.º Lugar- "Eden Log"
???
2.º Lugar- "O Delator"

Suponho que o ar de parvo de Matt Damon esteja relacionado com a natureza do filme. Agora, porem simplesmente a cara dele, ainda por cima numa cor de vomitado tão pouco convidativa é que não...
1.º Lugar- "Fired Up"
O cúmulo da preguiça. Um poster feito em 15 segundos.
Os 10 Melhores Filmes da Década de 2000
Assim, é com muito prazer e com muita honra que anuncio oficialmente a minha participação na mega-iniciativa desta blogosfera cinéfila nacional, Os 10 Melhores Filmes da Década de 2000.
Esta é uma iniciativa que consiste em, como o próprio nome indica, revelar aqueles que são, na opinião de cada blogger, os 10 Melhores Filmes compreendidos entre os anos 2000-2009 (inclusive).
Trata-se de um projecto ambicioso, elaborado pelos meus distintos colegas bloggers Flávio Gonçalves e Roberto Simões (autores dos Flávio's World e CINEROAD), e que se apresenta como mais uma oportunidade de vários bloggers colaborarem entre si com o mesmo propósito.
E agora perguntarão vocês: "Mas se é assim uma coisa tão grande, porque é que só hoje é que nos estas a avisar?!"
Bem, a pedido do Flávio e do Roberto, esta foi uma iniciativa elaborada no maior secretismo de forma a que cada blogger possa presentear os seus leitores com uma prenda surpresa (não é por acaso que todos os convidados desta iniciativa publicam a sua lista no dia de Natal).
Dito isto, nada melhor do que avançar e revelar quais são, na minha humilde opinião, os 10 Melhores Filmes da Década de 2000 (até ao momento, como é óbvio...).

Com excepção de "O Sexto Sentido", nenhum dos filmes realizados por M. Night Shyamalan foi capaz de reunir consenso entre os críticos.
O que não invalida que o realizador indiano tenha continuado a elaborar excelentes obras, sendo a melhor de todas elas este fantástico "A Vila", uma belíssima e discreta história de amor, com
Bryce Dallas Howard e Adrien Brody a grande nível.

Quanto a mim, prefiro claramente esta segunda parte, onde somos brindados com um argumento muito mais bem conseguido do que em "Kill Bill- A Vingança", uma realização soberba e a última (grande) interpretação de David Carradine.

Não me canso de repetir: o filme tecnicamente mais competente desde "A Lista de Schindler". Uma obra magnífica, o melhor filme de 2008. David Fincher tem o trabalho de uma vida e o Oscar era obrigatório.
Quem não viu "O Estranho Caso de Benjamin Button", não viu o melhor cinema do ano passado.

Foi com esta fita que passei a conhecer Woody Allen, realizador/argumentista que passei a adorar por causa dela. "Match Point" é um estupendo estudo sobre as escolhas de vida, uma fita discreta com uma fina interpretação de Jonathan Reyes Meyers que, também discretamente, cria um dos melhores vilões de que me lembro.
Não deixa de ser surpreendente a capacidade de inovação de Ridley Scott, que tantos anos depois de ter olhado o futuro, se volta para o passado ao redefinir o conceito de épico, neste sublime filme. Há ainda tempo para arrancar a (segunda) melhor interpretação de Russel "Furacão" Crowe.
5.º Lugar- "Babel", de Alejandro González Iñaritu (2006)
Lembram-se do "Colisão"? "Babel" mete-o ao bolso, numa descontrução brilhante sobre as fragilidades do ser humano.
Iñaritu é brilhante atrás, e Brad Pitt e Adriana Barraza são brilhantes à frente.
4. Lugar- "Reino dos Céus-Versão de Realizador", de Ridley Scott (2005)

Sim, já elogiei a inovação visionária de Ridley Scott. Mas não é por isso que não me posso pronunciar novamente sobre o realizador que tem, aliás, em "Reino dos Céus- Versão de Realizador" o seu trabalho de realização mais bem conseguido desde "Blade Runner".
Quanto ao filme, é simplesmente brilhante. Uma lindíssima e épica história, aliada a uma banda-sonora brilhante, uma fotografia de cortar a respiração e um elenco invejável.
Atenção: Não confundir com o original "Reino dos Céus", que não passa de um mero trailer para esta obra-prima que aqui refiro.
3.º Lugar- "Gangs de Nova Iorque", de Martin Scorsese (2002)
Para mim, "Gangs de Nova Iorque" é icónico por vários motivos. É o único filme de Martin Scorsese de que verdadeiramente gosto. É o filme que marca o renascimento de Leonardo DiCaprio como um actor a sério, e não "a menina" de "Titanic". Finalmente, possui aquela que é, provavelmente, a melhor interpretação que já vi na minha vida, a de Daniel Day-Lewis numa performance tão magistral que não me atrevo sequer a tecer elogios, sob pena de ser demasiado redutor.
2.º Lugar- "O Senhor dos Anéis-A Irmandade do Anel", de Peter Jackson (2001)

Tenho pena que esta obra magnífica de Peter Jackson viva na sombra do terceiro capítulo, pois "A Irmandade do Anel" redefine o conceito de aventura, apresentando-se como um soberbo épico de elevadíssima qualidade, tecnicamente excelso e narrativamente divino.
Tenho também pena que seja Elijah Wood o rosto do filme, manchando-o tanto quanto consegue e impedindo (pelo menos da parte que me toca) a nota máxima...
1.º Lugar- "Sacanas Sem Lei", de Quentin Tarantino (2009)
À partida, esta poderá ser uma escolha pouco credível, dada a recente elaboração de "Sacanas Sem Lei". No entanto, o critério não podia ser mais simples: desde 2000, apenas um filme de mim arrancou a nota máxima, e esse é "Sacanas Sem Lei".
Não creio que me possa alongar muito mais sobre a gangântua qualidade inerente a esta obra-prima. Posso, ainda assim, reafirmar que Quentin Tarantino é um dos mais brilhantes realizadores/argumentistas de sempre e (Porque não?) o melhor da actualidade em ambas as funções.
Mickey: Um Natal Mágico

Elas Não Me Largam
Ao principio agradado com este facto, Charlie fica em posição difícil ao conhecer Cam (Jessica Alba), uma tratadora de pinguins com queda para acidentes.
São muitos os pontos que "Elas Não Me Largam" tem em comum com "Um Azar do Caraças": Ambos são irreverentes, fartos em cenas de cariz sexual e não são genuinamente comédias.
O que abona a favor deste filme é sobretudo a inserção de alguns momentos mais sérios e bem conseguidos, e um sidekick muito eficaz (Dan Fogler).
-Sex! It is still sex!!!"
Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo
Aqui estão os cinco maiores guilty pleasures do Pedro "dermot".
Gosto de ler sobre cinema. E gosto de escrever sobre cinema. Mas não gosto de conversar sobre cinema. No entanto, acabo por o fazer mais do que desejava, especialmente porque há muita gente que, sabendo que eu gosto de cinema, se sentem na obrigação de o fazer. Ou porque é, simplesmente, um bom e eficaz desbloqueador de conversa.
Nessas alturas, costumamos então falar dos últimos filmes que vimos, os filmes de determinado realizador ou as futuras estreias a chegar. Mas raramente revelamos os nossos guilty pleasures, aqueles filmes que gostamos secretamente e temos vergonha de dizer que gostamos. Por isso, há que aproveitar estas oportunidades que o destino nos oferece de podermos revelar, honestamente, os nossos guilty pleasures favoritos. Por isso, para simplificar a tarefa, nada como simplificar a coisa numa simples e sucinta lista dos meus cinco bons maus filmes favoritos.



Quando se fala de heróis cegos do cinema, fala-se obrigatoriamente de Zatoichi e do Demolidor. Injustamente, toda a gente se esquece de Nick Parker, um Rutger Hauer que é, simultaneamente, veterano do Vietname, cego e mestre das artes marciais. É fácil de explicar esta mistura: depois de atingido pelos estilhaços de um morteiro que o deixam cego, Nick Parker é dado como morto, tendo sido acolhido por vietcongues que lhe ensinaram artes marciais. De regresso à América, com uma bengala-espada, Parker vê-se envolvido num esquema de drogas (outra vez as drogas) e num (pertinente) confronto final com um chinês espadachim. Pelo meio, há o Hobie, de Marés-vivas, antes de se ter tornado viciado em coca, e a inspiração suficiente para influenciar filmes como Kill Bill (e a chacina da Noiva aos Crazy99) e A Ameaça Fantasma (o duelo entre Obi-Wan e Darth Maul).

Estava na dúvida se Ruptura Explosiva ainda podia ser considerado um guilty pleasure. È que depois da morte de Patrick Swayze e de Kathryn Bigelow ter realizado um grande filme de guerra (Estado De Guerra), Ruptura Explosiva já parece começar a ser visto como um filme que a malta só não gostava porque era incompreendido. O que mr faz espécie é como é há gente que não compreende um grupo de surfista, liderados pelo guru Patrick Swayze, que assaltam bancos durante o inverno, mascarados de ex-presidentes dos Estados Unidos da América, para financiar umas férias na praia sem nada para fazer senão surfar. E isso para não falar na melhor perseguição a pé da história do cinema.
McQuade, O Lobo Solitário deve ser o filme que mais vezes vi na minha vida, já que, na minha infância, via-o quase todas as semanas. Afinal de contas, para um jovem ingénuo, não é difícil não gostar de um filme que se afunda no pó dos western spaghetti, que inicia o mito da barba do Chuck Norris e que tem ainda o David Carradine a fazer de mau. Como se isto não bastasse, aquele que consegue dividir por zero derrota o próprio Carradine, depois de se desviar com uns movimentos de anca(!) de umas saraivadas de metralhadora(!!) do dito cujo. How cool is that?
Globos de Ouro 2009

Vamos ver se é desta que Tarantino tem finalmente o reconhecimento que merece.
E o "Avatar", ha? Melhor Filme Drama? Se calhar enganei-me e aquilo afinal é mais do que fogo de artifício...
A Janela Secreta
O argumento, esse, é adaptado de uma obra de Stephen King. Só por aqui "se lhe tira a pinta". Ou assim o pensávamos, porque "A Janela Secreta" é mais uma mistura de "Efeito Borboleta" com "Clube de Combate" (entrando num domínio surrealista que, como já referi, é magnífico do ponto de vista visual, mas secante em termos de história em si), do que propriamente um filme de terror... ou suspense... ou acção... ou comédia negra... É mais uma junção pouco dócil destes conceitos e o resultado não é muito fácil de engolir.
Para além disto, o realizador David Koepp volta ao errar e desta vez afectando toda a fita, que é assim facilmente apelidada de previsível: Ao confundir a atribuição de pistas (como Shyamalan tão bem o fez em "O Sexto Sentido") com spoilers, qualquer espectador minimamente atento chega facilmente ao final. Erro(s) de principiante...

Marie Antoinette
O que Sofia Coppola faz aqui é apenas um retrato muito pessoal, muito teen, muito preguiçoso e um pouco fútil sobre a vida da rainha. Optando por manipular ou até mesmo ignorar (o final é do mais decepcionante possível) a história, Coppola prefere ser irreverente mas ao mesmo tempo incompleta (ou incompetente...) na análise que faz.
O argumento, que pouco ou nada tem para dizer, revelando-se mais uma edição extendida da revista Gina, onde nos é apresentada a lista de fofoquiçes e adultérios de Versalhes.
O guarda-roupa, premiado pela Academia, é um aspecto naturalmente mais trabalhado mas que também cai facilmente no exagero, transformando por vezes os corredores de Versalhes em passerelles de moda.
A fotografia, quando associada a alguns espasmos por parte de Coppola, é dos poucos aspectos bem conseguidos.
Guilty Pleasures: Os Jardins Proibidos de um Cinéfilo
Fica então aqui o agradecimento ao Bruno e a exibição dos seus cinco maiores Guilty Pleasures.



Este título apresenta-se fiel ao livro e com vários aspectos interessantes nomeadamente o slow motion e a banda sonora.
Revelou-se a meu ver uma obra bastante mediana embora com várias falhas comerciais.
De referir que agora no cinema já não se rasga um pedaço da camisola por causa de limpar o sangue, em vez tira-se a camisola e mostra-se os bíceps (quem viu o filme sabe do que me refiro).
Butterfly effect é o meu maior guilty pleasure. Odiado por uns, adorado por outros. Felizmente eu concentro-me no segundo grupo pois não é só um filme que eu gosto, como é dos meus preferidos.
O filme transporta para uma essência de um mundo paralelo alheio a várias circunstâncias a fim de evitar outras tantas. Tirando o argumento que falha em vários aspectos, toda a obra merece ser contemplada e admirada pois é realmente uma obra única.
Também acrescentar que este filme tem três possíveis finais e devo dizer cada um mais surpreendente que o outro.
Ainda a propósito d'O Senhor dos Anéis
Mais uma vez, não sou de publicar vídeos a não ser quando vale mesmo a pena. Fiquem com estes três e cuidado com os SPOILERS...
1- Super trailer da trilogia: Muita atenção, sobretudo, aos momentos entre os 2 minutos e 54 segundos e os 3 minutos e 5 segundos. Muito comoventes.
E já agora, alguém me sabe dizer que faixa musical é essa que toca nestes momentos?!
2- Como O Senhor dos Anéis devia ter acabado: Admitam lá que até faz algum sentido...
3-A melhor cena de toda a trilogia: Aqui na sua versão extendida, ainda melhor.
O Senhor dos Anéis: O Regresso do Rei
Esperava menos de Peter Jackson. Não menos qualidade, pois essa ainda existe apesar de em menor quantidade e mais dissimulada. Esperava menos... bem, tudo o resto.
Esperava menos Frodo, menos batalhas, menos CGI, menos orquestração e, definitivamente, menos duração. Enfim, esperava menos palha. Esperava que Peter Jackson soubesse que quantidade não é sinónimo de qualidade. Esperava que Peter Jackson não tivesse espremido ao máximo o argumento.
Esperava outra coisa.
A trama de "O Regresso do Rei" divide-se facilmente em dois momentos:
1- A jornada do trio referido em cima.
2- As batalhas.
O primeiro momento é deplorável. Porquê? Por causa do retoque (retoque é dizer pouco, da verdadeira (agora sim) transformação) à "Titanic" que Jackson atribui a todas as cenas em que estão presentes Frodo e Sam. E assim, temos o nosso pobre Sam a fazer de Titanic e a ir vezes sem conta contra o icebergue Frodo, que agora mais do que nunca, brilha a fazer aquilo que faz melhor, não só como personagem na história mas também como actor no filme: nada. Ser um empecilho.
Para aqueles que gostam da obra de James Cameron, as cenas entre Frodo e Sam são um mimo. Eu respeito isso. Agora também peço que respeitem a minha opinião, quando digo que não suporto estas cenas menos conseguidas (estou a tentar a todo o custo afastar-me da palavra maricada (que não tem nada a haver com homossexualidade!) para não ferir susceptibilidades, mas começa a ser difícil), que acabam por ocupar meio filme e que para além de suscitarem em mim um misto de raiva e aborrecimento, danificam seriamente o resultado final.
As batalhas são mais um festival de CGI e figurinos do que outra coisa. Sim, são épicas. Sim, são magistrais. Sim, são espectaculares. Mas apenas para quem gosta de ver planos rápidos e atribulados de milhares de pessoas à porrada e cabeças a rolar, tripas a saltar e etc...
Mais uma vez, não me incluo nesta categoria. Eu cá sou daqueles pacóvios que gosta mesmo é de história, diálogo e coisas assim.
Pelo meio, existe uma meia-duzita (quando comparadas com a extensão das cenas de Frodo ou das batalhas, é uma meia-duzita) de cenas realmente importantes e/ou interessantes para a história, como a cena dos fantasmas ou o diálogo entre Gandalf e Pippin na varanda, mas nada de muito significativo.
E isto tudo para dizer o quê? Para afirmar que o Peter Jackson pode ser um sabidola, mas a mim não me engana. O que Peter Jackson faz em "O Regresso do Rei" é, nada menos, do que espremer até ao caroço um argumento que não tinha assim tanto para dar, que não tinha assim tanta história, e que apenas dava para uma hora e meia, e não três.
Mas Jackson escolheu o caminho mais longo. São escolhas. Uns gostaram, outros não. Para aqueles que não gostaram, como eu, o resultado está bem à vista (ou nem por isso, porque ainda existem aqueles que adormeceram com uma hora de filme quando o Frodo estava a levar o Anel para a montanha, e acordaram com duas horas de filme quando o Frodo ainda estava a levar o Anel para a montanha).
Já dizia o grande Jack Nicholson, que saiu da sala a 45 minutos do final do filme, ao pequeno (duplo sentido aqui) Elijah Wood: " Too many endings, man.". Não só finais, mas tudo. Demasiado tudo.
E isto leva-me a uma nova questão: já que Jackson quis fazer algo em grande (tamanho), porque não dividir (literalmente) a fita em duas partes, para não se tornar tão cansativa? Três horas e um quarto de filme? Não se justificava. Não se justificava nem em "As Duas Torres", quanto mais agora.
Quanto ao elenco, nem sequer me expressarei sobre Elijah Wood. Acho que aquela palavra de três letras, que começa por G e acaba em Y (mais uma vez, nenhuma alusão a Homossexualidade!!), expressa muito bem os meus sentimentos sobre este actor.
O resto do elenco é muito competente "como o costume". No entanto, tenho de me debruçar sobre alguns nomes em específico.
Para começar, Sean Austin, o elemento que contrabalança com Wood em todos os sentidos e que revela uma enorme segurança para a representação.
Ian McKellen também merece destaque, pois apesar de estar menos bem e mais "plástico" do que em "A Irmandade do Anel", tem um papel de grande relevância e uma interpretação de igual qualidade.
Também Viggo Mortensen é um verdadeiro herói, e um dos poucos que está ao nível do primeiro filme.
A nível técnico, como seria de prever não há uma falha a apontar. Apenas um destaque especial para a banda-sonora, que apesar de ser excessivamente usada, é uma das melhores alguma vez feitas para Cinema. Howard Shore está de parabéns e justifica o Óscar.
Uma nota ainda para a Versão Extendida do filme que, apesar de ser bem sucedida em brevíssimos momentos, acaba por não ter efeito práctico nenhum. Continua a existir o desiquilíbrio entre história para contar e tempo usado para a contar. Com uma diferença: agora são quatro (!!!) horas...
Como eu já disse, "O Regresso do Rei" tem qualidade. Tem um nível considerável de qualidade. Mas está perdida, algures naquelas mais de três horas de agonia (chega a ser uma agonia, em muitos momentos).
Para muitos, este é o auge da trilogia. Para mim, a coisa descambou um pouco. E porque assim é...

Harry Potter e a Ordem da Fénix
O restante elenco é quase na totalidade indecentemente desperdiçado. Alan Rickman, Fiona Shaw, Emma Thompson ou Helena Bonham Carter são apenas adições comerciais e não real elenco. Assim, apenas me posso pronunciar sobre Michael Gambon, que apesar de não estar mal deixa saudades de Richard Harris, e sobre a estranhíssima Imelda Staunton que aparenta estar bem no seu papel, mas à qual não consigo tecer muitos elogios pois é verdadeiramente irritante.






