O Protegido


Esta análise faz parte do "Especial M. Night Shyamalan".
Esta análise contém SPOILERS.


David Dunn(Willis) é um segurança que recebe a atenção de todos ao tornar-se o único sobrevivente, ileso, de um gravíssimo acidente de comboio.
Alguns dias depois do sucedido, David é abordado por Elijah Price(L. Jackson), um artista de BD com uma grave doença genética, que informa David de que este poderá ter poderes típicos de super-heróis.
Se ao princípio, David acha esta teoria ridícula, as constantes abordagens de Elijah acabam por começar a convencê-lo de que afinal este pode ter razão...

Em 1999, um jovem realizador de ascendência indiana escreve e realiza uma pequena obra que acaba por se tornar um grande sucesso a nível de crítica e público. O realizador? M. Night Shyamalan. O filme? "O Sexto Sentido".

A tarefa árdua que se seguia era conseguir fazer um filme igual ou superior ao referido. Um filme que conseguisse acabar a tarefa que "O Sexto Sentido" começou: consolidar a carreira e o estatuto de Shyamalan.
E o filme que se seguiu na carreira do jovem realizador foi "O Protegido".


E sim, penso que "O Protegido" consegue o objectivo que acima referi. Não, não é melhor do que "O Sexto Sentido", mas afirma-se como uma obra interessante e tecnicamente, a todos os níveis, muito competentes.

A câmara de Shyamalan movimenta-se com uma leveza que muito poucos conseguem obter. Exemplificando, posso referir os créditos iniciais ou o momento em que o personagem de Bruce Willis quase se afoga. A realização de Shyamalan, neste ponto, é verdadeiramente impressionante.


Já o argumento, também da autoria do indiano, é substancialmente débil. O enredo é original e o típico twist final está presente. Contudo, existem alguns defeitos.
Para começar, Shyamalan começa por mostrar a infância de Elijah, mas acaba por ignorar este fio condutor. Depois, a trama está também algo mal fundamentada. Quer nas razões que levam o personagem David a ser o que é, quer nos motivos que levam Elijah a preparar os atentados.
Mas o principal problema prende-se com o twist final. Está lá, mas não choca e impressiona como o twist de "O Sexto Sentido". Desta vez, Shyamalan preferiu não arriscar e o resultado fica aquém do que podia ter sido.


No elenco, Bruce Willis e Samuel L. Jackson juntam-se, cinco anos depois de "Die Hard-A Vingança" e seis depois de "Pulp Fiction".
A química entre ambos é muita e não desiludem. Bruce Willis está bem no seu papel, embora inferior a "O Sexto Sentido".Samuel L. Jackson está fantástico, numa excelente composição de um personagem que tão depressa desperta a nossa compaixão, como tão depressa desperta a nossa curiosidade. Uma interpretação realmente excelente de Jackson e pedia-se a nomeação(pelo menos) para o Óscar de Melhor Actor Secundário.


Concluindo, "O Protegido" é um bom filme, interessante, mas ao qual falta "aquele" toque de génio que o destaque dos outros. "Aquele" toque de génio que tanto "O Sexto Sentido" como "A Vila" possuem.


"In a comic, you know how you can tell who the archvillain is going to be? Is the exact opposite of the hero."

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Die Hard- A Vingança

O agente John McClane(Willis) tem agora de percorrer as ruas de Nova Iorque e efectuar uma série de tarefas, juntamente com a ajuda de um electricista chamado Zeus(L. Jackson), para ceder às exigências de um terrorista que se intitula Simon(Irons) e que ameaça detonar várias bombas espalhadas pela cidade, se ambos não cumprirem com as suas exigências.
Depois do mega-sucesso que foi "Assalto ao Arranha-Céus" e da sua sequela, o realizador John McTierman("Predador") decidiu retomar as rédeas do projecto.
Sendo que ainda não tinha visto os primeiros três filmes desta tão reconhecida saga de filmes de acção e sabendo que, regra geral, as sequelas quase nunca ultrapassam o filme original, a minha intenção era apenas ver precisamente o filme original.
Contudo, e devido a um pequeno engano, acabei por ver este "Die Hard-A Vingança" e o resultado é, confesso, muito decepcionante.

Para começar, há que dizer que "Die Hard- A Vingança" é um filme que vive de uma fórmula que se esgota a si mesma ao fim dos primeiros vinte minutos, meia hora de filme.
Aliás, o climáx da fita é o momento em que McClane e Zeus se conhecem, bem no início do filme.
A partir daí, assistimos a uma louca, desenfreada e muito confusa corrida contra o tempo destes dois personagens, constantemente envolvidos em situações que tanto têm de aparatosas como ridículas, mas safando-se sempre de forma miraculosa.

O argumento do filme é, provavelmente, o seu pior aspecto. Com tantos enigmas, jogos, traições e enganos, todos estes elementos acompanhados de explosões constantes, a trama do filme acaba por conseguir uma proeza que, embora curiosa, de positiva não tem nada: tornar-se simultâneamente confusa, aborrecida e previsível. Confusa, pelas razões que já referi, previsível porque embora seja pautada de muitos pormenores complicados, as bases da história transpiram clichés e previsibilidade, e aborrecida por possuir as duas características que acabei de referir.
Destaque ainda para um péssimo final, que apenas escarrapacha na cara do espectador o que o filme vinha a anunciar à quase duas horas: uma patética e inevitável conclusão que foi arrastada durante tempo a mais.
Ora resta agora mencionar os pontos positivos da fita. E estes são apenas dois: Bruce Willis e Samuel L. Jackson.Dois excelentes actores, com muita química e grandes interpretações.
O primeiro, porque para além de estar a repisar um papel que conhece de trás para a frente, se encontra no género cinemtográfico em que se enquadra melhor. O segundo, porque para além de ser um autêntico camaleão, representa um personagem que parece mesmo irmão gémeo de "Jules Wintfield".
Jeremy Irons encontra-se mal no seu papel. Pouco expressivo, pouco credível, enfim um mau vilão e não um vilão mau.
Concluindo, "Die Hard-A Vingança" é um filme que, apesar de aparentar ser o típico entretenimento dos anos noventa, falha claramente neste mesmo objectivo.

"-Okay. Jesus, I'm sorry you got involved, all right?
-Why do you keep calling me Jesus? I look Puerto Rican to you?!
(...)
-My name is Zeus.
-Zeus?
-Yeah, Zeus! As in father of Apollo! Mount Olympus! "Don't fuck with me, or I'll shove a lightning bolt up your ass!" Zeus! "

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Onde os canais chegam...


Estarão os canais televisivos do nosso país tão falhos em termos de progrmação, que tenham que exibir o mesmo filme?


"Virgem aos 40 Anos, na TVI, às 14:00h


"Virgem aos 40 Anos", no Canal Hollywood, às 22:00h


Já sabem, se não o apanharem à tarde, podem sempre vê-lo algumas horas depois...
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A Vila


Esta análise faz parte do "Especial M. Night Shyamalan".
Esta análise contém SPOILERS
Numa vila do século XVII, os seus habitantes vivem aterroziados, com medo de criaturas malignas que habitam no bosque ao lado da vila.
Contudo, quando o filho de uma anciã(Phoenix) é ferido, a sua noiva(Howard) tem de atravessar este bosque para buscar medicamentos.

Penso que a característica que mais admiro em M. Night Shyamalan é a sua capacidade de manipular o público, sempre que necessita. A forma como o realizador aborda a temática e, sobretudo, a forma como a desenvolve roçam a genialidade.

O seu argumento tanto tem de inocente como de sábio, a sua câmara oscila desenfreadamente entre um nervosismo arrepiante e uma profundidade apaixonante

Shyamalan é o génio que conseguiu transformar uma fita discreta que aparentava ser terrorífica numa belíssima e inocente(uma característica muito presente, a inocência) história de amor que consegue atingir proporções catastróficas.

O romance, o suspense, o terror, o drama e até a comédia, Shyamalan conseguiu captar todas estas características e muitas mais de forma excepcionalmente bela. Exemplificando brevemente, posso referir a morte de Noah, o momento em que Lucius e Ivy se declaram ou o agarrar de mãos de ambos, na noite em que as criaturas invadem a vila.

Enfim, M. Night Shyamalan tem aqui um trabalho brilhante tanto na realização como no argumento, que se equipara facilmente e talvez supere o conseguido em "O Sexto Sentido".
De referir ainda os dois twists e o cameo do realizador extremamente bem conseguido.
Passando agora para outros aspectos, o elenco é fabuloso. Todos estão bastante bem, mas a crítica já vai algo longa, pelo que irei destacar apenas dois elementos: Bryce Dallas Howard, que representa a inocência e a força do amor, e Adrien Brody, que representa a insanidade e também o amor não correspondido.
Ambos à sua maneira, ambos de forma tão diferente, mas ambos tão bem.
Obviamente que se torna obrigatória a referência, ainda e sempre,à banda-sonora de James Newton Howard.
Concluindo, "A Vila" é, por e simplesmente, obrigatório.
"-Why can't you say what's in your head?
-Why can't you stop saying what's in yours?"
"Sometimes, we don't do things we want to, so that others don´t know we want to do them."

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O Estranho Caso de Benjamin Button

Relato fictício da vida de Benjamin Button(Pitt), um homem que nasceu velho e vai rejuvenescendo com o passar dos anos.
Por onde começar uma análise a "O Estranho Caso de Benjamin Button"? Pela sua excelência técnica? Pela seu argumento do tamanha de uma vida? Pelo seu majestoso elenco? Por David Fincher e o seu trabalho sobre-humano?Não. Penso que será justo iniciar esta crítica referindo dois pontos fulcrais:
1.º-"O Estranho Caso de Benjamin Button" é o melhor filme do ano 2008
2.º-"O Estranho Caso de Benjamin Button" é infinitamente melhor, em todos os aspectos, do que "Quem Quer ser Bilionário".

Dito isto, sinto-me à vontade para prosseguir. Seria criminoso não começar por falar de David Fincher e do seu astronómico trabalho neste projecto.
A caracterização, os efeitos visuais, a fotografia, a banda-sonora, todos estes aspectos culminam e são parte integrante da realização fenomenal de David Fincher. É realemente impressionante que não exista uma única cena em todo o filme que não seja trabalhada ao pormenor. Enfim, autêntica poesia visual, o trabalho de Fincher.

Uma palavra também para o brilhante argumento, capaz de relatar toda a história de uma vida numas meras duas horas e meia. Convém referir, no entanto, alguns defeitos que este carrega, nomeadamente algumas sequências não tão interessantes e que podem facilmente dispersar a atenção do espectador. Mas nada de muito grave.

Falta então mencionar o elenco.
Brad Pitt presenteia-nos com uma fabulosa interpretação em quase todo o filme, visto que lá mais para o fim da fita volta a deixar transparecer as suas características de "sex-simbol", algo em que foi (muito) bem-sucedido em evitar, durante grande parte da obra.
Cate Blanchett desilude por vezes. Não que tenha uma má interpretação, mas em determinados momentos aparenta estar ausente.
Destaque ainda para Tilda Swinton e Taraji P. Henson.

Concluindo, e apesar de um ou outro aspecto menos conseguido, "O Estranho Caso de Benjamin Button" é um filme fantástico, uma fábula dos tempos modernos e, arrisco-me a dizer, um dos filmes mais excelsos, a nível técnico, desde "A Lista de Schindler".

"My name is Benjamin Button and I was born under unusual circumstances. While everybody else was aging, I was getting younger, all alone."

"-You look so much younger.
-Only on the outside"

"We are define by opportunities, even the ones we miss"

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E é "A Vila"

Eu confesso que estava à espera que fosse "O Sexto Sentido", mas tudo bem...
Quanto às críticas, vêm aí...

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Charlie e a Fábrica de Chocolate


Charlie Buckett(Highmore) é uma criança pobre que ganha a oportunidade de ir visitar a maior fábrica de chocolate do mundo, pertencente ao excêntrico Willy Wonka(Depp).

Já referi antes, aqui no Cinemajb, que não me agrada nada o estilo gótico e fantasioso de Tim Burton. Simplesmente não gosto, não me enche as medidas e considero-o, por vezes, insuportável.

Em "Charlie e a Fábrica de Chocolate", Burton abstém-se sobretudo das características góticas, mantendo no entanto toda a fantasia. Se alguns gostaram do visual alternativo do filme, já eu achei toda aquela estética bem-sucedia em alguns pontos, como a Fábrica de Chocolate no geral, mas exagerada noutros, como o visual ridículo de Augustus Gloop.

Noutros aspectos técnicos, uma palavra para a banda-sonora, que apesar de ser espalhafatosa, consegue adaptar-se muito bem ao ambiente do filme e para o excelente argumento, com especial destaque para as "one-liners" cómicas de Wonka.

Falta referir o elenco, onde o destaque tem de ir obrigatoriamente para o camaleão Depp, que prova que para além de ser um actor verdadeiramente fenomenal consegue elaborar um personagem com mais tiques do que Jack Sparrow.
De referir também o jovem Freddie Highmore e a curta mas marcante presença(e narração) de Christopher Lee.

Concluindo, "Charile e a Fábrica de Chocolate" é um filme que entretém muito bem e que consegue também transmitir várias mensagens a pais e filhos(como qualquer bom filme de família).
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Quando os pósters dão para o torto...(III)

John Cena atrás... E John Cena à frente... E para quem não souber quem é o John Cena?



Sim, o que importa são LETRAS GRANDES!

Duas poses parvas de dois actores tão queridos do público não chegam...

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Três Reis


Três soldados americanos(Clooney, Wahlberg e Cube) decidem roubar os lingotes de ouro pertencentes a Saddam Hussein, pois pensam que merecem mais do que sair da guerra de mãos vazias.
Um filme pouco sério, este de David O. Russel, caracterizado por um humor negro desadequado ao tema que retrata e que não clarifica se a intenção do realizador era mostrar o conflito ou satirizá-lo. O facto, é que acaba por não correr muito bem, e "Três Reis" não é levado a sério.

Um trio de protagonistas com qualidade, com especial destaque para George Clooney.
Ainda assim, é um filme que acaba por entreter muito bem, mesmo que o seu objectivo devesse ser outro...
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O Indiano Prodigioso(?)


É um dos mais controversos realizadores da actualidade. Todos os filmes que realizou/escreveu geraram grande hype

Amado por muitos, odiado por outros tantos.

Este é M. Night Shyamalan, o realizador já nomeado pela Academia, nascido na Índia e criado nos EUA.

Abro então um debate, bem como uma sondagem na barra lateral do blogue.

E isto tudo porquê? Porque vi, ontem, na TVI(sim, a TVI deu outro filme que não "A Verdade da Mentira"!) o filme "O Sexto Sentido".

O debate terá este mote:

M. Night Shyamalan: Digno "herdeiro" de Hitchcook ou apenas alguém que teve sorte com "O Sexto Sentido"?


Convido-vos a participar neste debate. Dêm a vossa opinião e as razões que vos levaram a ela.

Quanto à sondagem,é para votarem na melhor obra do realizador.

As minhas análises estão prestes a sair. Gostava de contar com as vossas.

E, já agora, digam também quais as vossas espectativas para a mais recente obra do realizador, ainda por estrear.
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Missão:Salvar as Férias

A escola acabou e é tempo de férias de verão para T.J. e os amigos. Contudo, T.J. depressa fica desapontado ao saber que todos os seus amigos, menos ele, vão partir para campos de férias. T.J. fica aborrecido durante a primeira semana de férias, até algo despertar a sua atenção: luzes estranhas a virem da sua escola.
T.J. percebe então que algo se passa e que é altura de reunir o grupo.

Numa idade mais tenra, a única série animada de que eu gostava, no Disney Channel, era a série "Recreio". "Missão: Salvar as Férias" é a longa metragem, que iria aparecer mais cedo ou mais tarde, desta bela série. Mas esta fita animada é mais, muito mais, do que um simples episódio estendido.

Trata-se de um filme de animação muito interessante, com uma história cativante e realista, uma animação relativamente fraca, apesar de melhor do que a da série original e discretamente pincelada com efeitos digitais, e uma banda-sonora memorável(ainda para mais para um filme de animação).

Um pequeno destaque para a dobragem do actor português Fernando Luís(possuo o filme em VHS, de forma que apenas o pude ver em português), que tem um desempenho vocal excelente e que reafirma o estatuto de um dos melhores nesta área, no nosso país.

Concluindo, "Missão:Salvar as Férias" é um excelente filme animado e que vale a pena ser visto, pelos fãs da série, ou pelo menos possuir a excelente banda-sonora.

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Passatempo(II)

Em que filme Gary Oldman tem este visual?

E pronto, está provado, a aderência foi pouca.

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Pacha e o Imperador


O jovem Imperador Kuzco planeia destruir toda uma aldeia para construir uma piscina como forma de festejar o seu 18.º aniversário.
Mas Kuzco é transformado num lama e banido do seu império, pela sua malvada conselheira, Yzma. Agora, Kuzco terá de confiar o seu destino a Pacha, o chefe da aldeia que este pretendia destruir.
"Pacha e o Imperador" é, sem dúvida, um dos mais invadores e até revolucionários filmes de animação da Disney os últimos anos. Prima pela originalidade e sobretudo pelas inúmeras situações cómicas que o afastam do típico género animado que a Disney produzia ate então.

Não existe um herói mas um anti-herói. Não existe um vilão malvado porque o humor do filme não o permite. Não existe o típico romance nem as situações musicais.

"Pacha e o Imperador" é um filme à parte dos outros do seu género, uma obra animada que roça a genialidade(pelo humor e pela inovação) e que se vai tornar, certamente, um filme de culto por muitos dentro de alguns anos.

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Passatempo(I)

Em que filme Al Pacino tem este visual?

Resposta:"O Recruta"

Vencedor-Tiago Ramos

Classificação:

Tiago Ramos-1 ponto.

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Passatempo

Visto que, hoje em dia, inúmeros blogs têm os seus mini-passatempos, decidi elaborar um aqui no Cinemajb.

Regras:

1-Devem postar um comentário com a resposta.
2-O primeiro a acertar correctamente, recebe um ponto.
3-Os pontos vão sendo acumulados e, ao fim de uma série(dez vezes), é eleito o vencedor.
4-O "prémio" que receberão será a oportunidade de escolher o próximo filme a ser criticado aqui no Cinemajb. Sim, não é um grande prémio mas é melhor do que nada:p. Sim, só fazem esta escolha se assim o quiserem, pois se não quiserem este enorme privilégio passará para o segundo classificado. Se eu não tiver visto o filme, ou escolhem outro ou passam a oportunidade para o segundo classificado.
5-Se ninguém acertar ao fim de 24 horas, a resposta será revelada.

P.S.-Isto é algo de experimental, pelo que pode ser retirado se pouca gente aderir.
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Isto Promete...



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17 Anos, Outra Vez!



Mike O' Donnel(Perry) é um homem de meia idade com um grande arrependimento pela vida que tem. Quando regressa à sua velha escolha, Mike é confrontado com um misterioso contínuo, que o rejuvenesce até aos seus 17 anos(Efron).

Todos os santos anos saiem do forno do Tio Sam dezenas, talvez até centenas de comédias baratas que nada acrescentam à típica fórmula. Esta é mais uma delas.
E, como na grande maioria deste género de filmes, o pior elemento é o argumento. Pouco original(o que o realizador Burr Steers aqui fez, já foi feito por outros e melhor), cheio de buracos(a vida do protagonista não era assim tão má que justificasse o rejuvenescimento) e constuído à base de suposições(o protagonista nunca tem a certeza do que deve realmente fazer), o argumento mal trabalhado apenas está de acordo com a incompetência espelhada em quase todo o filme. Já para não falar dos gags:parvos e previsíveis.

O que ainda vai safando "17 Anos, Outra Vez!" é, surpeendentemente para mim, Zac Efron. Sim, o seu papel é uma cópia do papel que desempenhava na trilogia "High School Musical", mas apenas até certo ponto, pois Efron é capaz de provar que tem talento, especialmente numa cena final mais "dramática".

Concluído, "17 Anos, Outra Vez!" é um filme muito fraquito e que apenas é salvo(em parte) por Zac Efron.
"What can I say? I can't be normal. I'm the kind of guy who spends 200 000 dollars on the suit that Gandalf, the Gray, wore on "The Two Towers"."
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300


Adaptação da novela gráfica de Frank Miller, que relata a batalha do numeroso exército persa contra uns meros 300 espartanos.

A fita de Zach Snyder é inesquecível. Quer se goste ou deteste, Snyder fez de "300" uma obra imponente e majestosa que, quem viu, irá recordar durante muito tempo. Tal como "Sin City-A Cidade do Pecado" todo o filme usa(e abusa) do CGI. Se é certo que "300" é visualmente assombroso, também é certo que o CGI usado retira, certamente, realismo e adiciona plasticidade a toda a batalha, afastando assim "300" da definição de épico que muitos teimam em associar a este filme.

Noutros aspectos, há que mencionar um argumento marcante, porém ausente, com poucos mas bons(excelentes) diálogos e uma banda-sonora que, embora possua qualidade, é extremamente desadequada a todo o contexto histórico no qual o filme se insere.

Finalmente, é preciso referir um elenco escolhido a dedo. Gerard Butler está fenomenal e tem com certeza a melhor interpretação da sua carreira, e o nosso compatriota Rodrigo Santoro está irreconhecível(em termos interpretativos e físicos).

Concluindo, "300" é um excelente filme de acção, mas que tanto agradará a uns como desagradará a outros.
"You will find I'm kind. Unlike the cruel Leonidas who demanded that you stand, I require only that you kneel."


N.d.R.- Obviamente que existiam algumas frases mais marcantes, mas postei esta para fugir um pouco às do costume.
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Filmes que me transcendem...

Existem certos momentos em que simplesmente devemos admitir que não somos capazes de algo. Neste caso, compreender determinado filme. Estes foram aqueles que me escaparam, em parte ou na totalidade.
A Dália Negra

A fita do realizador de "Os Intocáveis" aparentava ser algo complexa. Acabei por entender o filme em traços gerais, mas certos aspectos são mal clarificados.
Matrix Reloaded



Aquela conversa com o Arquitecto deita qualquer um abaixo, não?


Matrix Revolutions


Haja limites...Aqui não é o facto dos eventos não serem bem explicados, mas sim não serem explicados de todo!


Michael Clayton-Uma Questão de Consciência


O mesmo caso de "A Dália Negra", mas bem pior...

O Informador


Este podem crer que adorei. Mas mesmo assim, escaparam-me alguns pormenores lá para o final.

Revólver

Existem filmes complexos, um pouco confusos, muito complicados e existe ainda esta aberração para a mente, de Ritchie. Perdi-me aos 5 minutos...

E vocês, caros leitores, também têm assim estas "fraquezas"?

Partilhem-nas!

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Até a campanha de promoção é igual! Eu cá desisti ao segundo filme...

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Um Caso Curioso...



Andava a navegar pela internet quando me deparei com este póster, do filme "Teoria da Conspiração".
Analisei-o mais de perto, e deparei-me com algo que me chamou a atenção. A tagline do filme é a seguinte:
"Jerry Fletcher sees conspiracies everywere.One has turned out to be true.
Now his enemies want him dead. And she's the only one he can trust."
Já repararam que ficava uma tagline tão bem conseguida, sem a segunda parte?
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Mais alguns Guilty Pleasures...




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Juno




Juno(Page) é uma adolescente de 16 anos que engravida do seu melhor amigo, Paul(Cera). A principio com ideias de abortar, Juno acaba por decidir entregar o seu bebé para um casal, solução que lhe parece mais fácil.
Contudo, Juno vai descobrir que a gravidez nada tem de fácil...

De uma forma algo redutora podemos afirmar que "Juno" é o "Uma Família à beira de um ataque de nervos" de 2007. São duas obras independentes, e que conquistaram o público e a crítica, bem como prémios da Academia. Se a primeira obra não foi muito do meu agrado, já "Juno", embora tenha gostado mais, não me conquistou particularmente.
Para começar, e devido ao próprio tema que aborda, a fita de Jason Reitmen é virada para uma determinada faixa etária, o que limita um pouco o filme. Depois, o filme também é demasiado focado na personagem de Ellen Page, factor este que torna quase todo o elenco demasiado secundário. No caso de J.K. Simmons, por exemplo, é algo de criminoso...

Em relação aos aspectos mais positivos, existem dois que devem ser obrigatoriamente mencionados: a banda-sonora e o elenco.
O primeiro aspecto, porque todas as canções expostas no filme parecem ter sido criadas para o mesmo e todas elas são aplicadas na exacta fracção de segundo, sendo então bem sucedidas em produzir sequências muito bem conseguidas, nomeadamente o final.
O elenco, porque temos dois excelentes protagonistas, Page(que merecia um Óscar) e Cera e secundários de muito talento, como o já referido Simmons.
Enfim, "Juno" é um filme simpático, mas que vive sobretudo da excelente Ellen Page.
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Diogo Morgado ao lado de Pacino, O' Toole e outros




O actor português Diogo Morgado foi escolhido como co-protagonista do filme "Mary, mother of Christ", do realizador James Foley.

O filme, que relata a história de Maria, terá Camila Belle como Maria, Diogo Morgado como José e Al Pacino como Herodes.

Será que vamos ter um novo, ou melhor, Joaquim De Almeida?
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Nota de Redação sobre o post "Alguma Moderação, por favor"

Ora foi criada, aqui no blogue, uma enorme confusão. E visto que, no post anterior, não revelei nome algum, no sentido de preservar a integridade de certos elementos, integridade esta que já foi(infelizmente) abalada por esta monumental confusão, penso que é tempo de o fazer.

O que se passou foi o seguinte: No post "Desafio:Obras-primas ou casos de sobrevalorização?", o Filipe Assis, autor do blogue CINEROAD publicou alguns comentários referentes ao post(pelos quais agradeço).

A primeira confusão que se criou foi o facto de eu ter compreendido erradamente um dos comentários do Filipe. Foi um mal entendido, da minha parte, mas tudo já foi resolvido com o Filipe, pelo que não irei entrar em mais pormenores e deixo-lhe aqui, novamente, o meu pedido de desculpas.

A segunda confusão criada foi o facto de um utilizador não identificado se ter servido de um comentário do Filipe que aparentava ser perjurativo, quando na verdade era constructivo, para me atacar a mim, ao Jackyll e ao Cinemajb.

Daqui, foi criado um enorme mal-entendido, entretanto já dissipado. Em relação a este utilizador "Anónimo" que, tenho a certeza, se rirá ao ler este post e constatar a porcaria que fez, fica o aviso de que mais nenhum comentário minimamente perjurativo, insultuoso ou provocador será aceite.

Tudo o que ele conseguiu é que a minha mentalidade passasse de "não censurar nem rejeitar comentários" para "moderação acima de tudo"...
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Alguma moderação, por favor

A um mês de completar o seu primeiro ano aniversário, é com alguma tristeza e relutância que venho apelar ao bom senso dos frequentadores e leitores do Cinemajb, no sentido de moderarem um pouco os seus comentários.

De facto, ultimamente alguns utilizadores( e não vou mencionar nomes, pois não quero condenar ninguém) têm feito determinadas observações e insinuações que, apesar de não serem insultuosas(pelo menos não no seu todo), carregam alguma hostilidade ou, quando muito, um humor demasiado "ácido" que as tornam incómodas para mim próprio, bem como para o Jackyll.

Obviamente que este é o meu blogue, com as minhas opiniões e gostos, no entanto estou muito grato por todos os que visitam e comentam o blogue. Não estou a pedir que concordem comigo, aliás sempre incentivei e apoiei os debates e discussões aqui no blogue, desde que feitas com respeito.

Assim, e numa primeira fase e sem qualquer tipo de censura ou rejeição de comentários, gostaria de pedir alguma moderação a todos os utilizadores que comentam este blogue. E faço este pedido, maioritariamente por duas razões:
Em primeiro lugar, porque simplesmente não é necessário desrespeito para deixarem bem marcadas as vossas opiniões. Eu, como ser humano que sou, posso errar mas não terei qualquer problema em admitir que o fiz, como aliás já admiti anteriormente.

Em segundo lugar, porque algumas afirmações menos felizes podem ser utilizadas por determinados indivíduos(e agora gostava de revelar sobre quem falo, mas a pessoa em causa não se identificou;de qualquer forma, podem constatar isto mesmo no post "Desafio:Obras-primas ou casos de sobrevalorização?") como forma de atingirem a integridade e a imagem do blogue.

Enfim, gostaria apenas de solicitar a colaboração de todos no intuito de evitar futuros(e maiores) dissabores.

Cumprimentos e abraços a todos!
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Lilo e Stitch


Stitch é uma criatura monstruosa, desenvolvida por um cientista do mal para dominar o universo.O criador de Stitch, Jumba, é condenado à prisão espacial e Stitch ao exílio.No entanto, Stitch consegue fugir e acaba por aterrar na Terra, no Hawai...

Ignorando os filmes totalmente gerados por computador, podemos admitir que "Lilo e Stitch" é uma das melhores obras de animação que a Walt Disney Pictures nos ofereceu, neste novo século.

Apesar da narrativa ser muito oscilante, onde temos uma introdução fantástica, frenética e a fazer lembrar as obras Disney dos anos noventa, e um desenvolver da história um pouco lento e até algo aborrecido, "Lilo e Stitch" é um dos melhores produtos para a pequenada que por aí existe, excluindo as obras da Pixar. O Óscar de Melhor Filme animado não era nada mal entregue.

Obviamente, destaque para a banda-sonora, quase toda ela a cargo de Elvis Presley.

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Quando os pósters dão para o torto...(II)


Para este não há palavras.Mau demais...


"Alien vs Predador 2" data de 2007, no entanto as torres gémeas são bem visíveis...



Bangkok Dangerous soma e segue... Um prémio de 20 euros para quem conseguir ler os créditos.


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